Bento XVI e o Silêncio dos Bispos


Faltando poucos dias para a votação do segundo turno,o acalorado debate eleitoral ganhou um interlocutor de peso: o Papa Bento XVI.
Num discurso pronunciado, na manhã de quinta-feira, para bispos do Nordeste – reconhecida base eleitoral do PT de Dilma Rousseff – Bento XVI condenou com clareza “os projetos políticos” que “contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto”.

Com o discurso,Bento XVI rompe, desde o mais alto grau da hierarquia católica, o patrulhamento ideológico que o PT vem impondo a bispos do Brasil através de ameaças, pressões diplomáticas, xingamentos e abusos de poder.
É conhecida a absurda apreensão, a pedido do PT, de milhares de folhetos contendo o “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras”, em que a Comissão em Defesa da Vida, da Regional Sul I da CNBB, exortava os católicos a não votar em políticos que defendam a descriminalização do aborto. É conhecida a denúncia do bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, de que tem sido vítima de censura e perseguição por parte do PT (cf. Revista Veja). É arquiconhecida a prisão de leigos católicos que realizavam o “ato subversivo” de distribuir nas ruas o documento dos bispos de São Paulo.

O Papa convida os bispos à coragem de romper este patrulhamento e falar. Ao defender a vida das crianças no ventre das mães, os bispos não devem temer “a oposição e a impopularidade, recusando qualquer acordo e ambigüidade”.
O pronunciamento de Bento XVI ainda exorta os bispos a cumprirem “o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas”. E, numa clara alusão a uma das propostas do PNDH-3 do PT, se opõe à ausência “de símbolos religiosos na vida pública”.

Com seu discurso, o Papa procura evitar que o Brasil continue protagonista de um fenômeno que seria mais típico do feudalismo medieval, do que de uma suposta democracia moderna. De fato, durante a Baixa Idade Média, era comum que os posicionamentos e protestos mais decididos fossem os do Papa, enquanto os do episcopado local, mais exposto às pressões e ao poder imediato dos senhores feudais, eram como os de um cão atado à coleira. Pode até ensaiar uns latidos, mas quem passa por perto sabe que se trata de barulho inofensivo.

Ao apagar das luzes da campanha de segundo turno, o Pontífice parece preparar o terreno para que a Igreja do Brasil compreenda, sejam quais forem os resultados das eleições, que é inútil apelar para um currículo de progressos sociais e de defesas dos oprimidos do Partido dos Trabalhadores, quando seu “projeto político” está tão empenhado em eliminar os seres humanos mais fracos e indefesos no ventre das mães.

Segue abaixo o discurso do Santo Padre
Amados Irmãos no Episcopado,

«Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor 1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5. Lendo os vossos relatórios, pude dar-me conta dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.

Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76).

Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal? Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem, 82).

Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária — como vos disse em Aparecida — uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o “Compêndio da Doutrina Social da Igreja”» (Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75).

Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17-IX-2010).

Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.

Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.

Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica.

Fonte: Vaticano

Irmã Dulce tem milagre reconhecido pelo Vaticano


O início do Tempo do Advento (28 de novembro) é o prazo estipulado para que o Brasil ofereça mais um exemplo de vida santa ao mundo. Até lá, o Papa Bento XVI já deve ter assinado o decreto que autoriza a beatificação de Irmã Dulce.

O anúncio foi feito pelo Arcebispo de São Salvador da Bahia, Cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo, durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira, 27. O prelado foi informado pelo Vaticano - na terça-feira, 26 - de que os cardeais integrantes da comissão responsável por analisar o caso junto à Congregação para as Causas dos Santos foram unânimes em reconhecer o milagre atribuído à intercessão de Irmã Dulce como verdadeiro.

Conhecida como o “anjo bom da Bahia”, Irmã Dulce era um exemplo de vida cristã. Em abril de 2009, foram reconhecidas suas virtudes heróicas e ela foi declarada Venerável pelo Vaticano. Em junho de 2010, seu corpo foi exumado e transferido junto às suas relíquias, últimos atos antes da beatificação.

Reconhecimento do milagre para a beatificação

Dom Geraldo explica que, primeiramente, a graça obtida pela intercessão de Irmã Dulce, em 2003, foi examinada no Brasil e reconhecida pelos peritos médicos como um caso que não pôde ser explicado pelos meios da ciência.

O caso de um possível milagre foi encaminhado, então, para a Congregação para as Causas dos Santos. "Os peritos examinaram detidamente e reconheceram por unanimidade que se tratava de um caso extraordinário de cura", esclarece o arcebispo. O resultado da perícia foi passado a uma comissão de cardeais da Congregação, que também foram unânimes em reconhecer o caso como um verdadeiro milagre. "Agora, o que falta é o decreto do Santo Padre para que ela seja beatificada", elucida Dom Geraldo.

Logo após saber das novidades do processo de beatificação da religiosa, o Arcebispo de Salvador transmitiu a novidade aos fiéis. "Não há dúvida de que toda Bahia conhece Irmã Dulce. Imediatamente ouve a reação do povo, que dirigiu-se para a igreja em que está seu túmulo", conta.

Foram notificadas muitas graças obtidas às obras da Irmã. Esses testemunhos continuam sendo examinadas para o encaminhamento do processo de canonização.

Uma vida dedicada à caridade

Irmã Dulce, que ao nascer recebeu o nome de Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, era filha do dentista Augusto Lopes Pontes e de Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes.

Em 8 de fevereiro de 1933, logo após se formar professora, Maria Rita entrou para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, na cidade de São Cristóvão, em Sergipe. Em 15 de agosto de 1934, aos 20 anos de idade, foi ordenada freira, recebendo o nome de Irmã Dulce, em homenagem à sua mãe.

Por cerca de 10 anos, a religiosa andou pelas ruas da cidade com seus pobres sem encontrar morada fixa. Permaneceu com eles, até mesmo nas escadas da Igreja do Bonfim; o lugar que deu origem às suas obras sociais foi um galinheiro. “Viveu de modo heróico as virtudes cristãs, especialmente a caridade para com os semelhantes, principalmente com os que mais sofrem – os doentes e os pobres – dando-lhes uma atenção e cuidado extraordinário durante toda a sua vida”, ressalta Dom Geraldo.

Irmã Dulce faleceu em 13 de março de 1992. Suas obras sociais alcançam hoje todo o Estado da Bahia.

No memorial dedicado à religiosa, podem ser vistas fotos, relíquias como o seu leito de morte e a cadeira em que dormiu por 30 anos, para cumprir uma promessa. Meses antes de sua morte, o médico que a acompanhava deu ordens expressas para que voltasse a dormir na cama, devido a debilidade de sua doença.

fonte:cançãonova.com

Padre da arquidiocese de Fortaleza é assassinado no interior do estado


Mais um padre foi assassinado no Brasil. Trata-se do pároco da paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Fortaleza (CE), padre Josenir Morais Santana, 48 anos. O crime aconteceu na madrugada do dia 25, na cidade de São Luís do Curu (a 77 quilômetros da capital).

Segundo a Polícia Civil, o religioso foi atingido por um único disparo de arma de fogo quando trafegava em seu automóvel, após participar de uma festa na cidade de São Luiz do Curu. Ainda conforme a Polícia, a bala penetrou as costas do padre atingindo o coração. Ele perdeu o controle do automóvel, que derrubou uma placa de sinalização da BR-222 e, em seguida, chocou-se contra a cerca de outra residência.

De acordo com o assessor para Comunicação Social da arquidiocese de Fortaleza, padre Gilson Soares, o caso torna-se misterioso porque não foram identificadas marcas de tiro do lado de fora do carro. A suspeita é de que o disparo tenha sido efetuado enquanto o veículo estava parado no acostamento da BR-222. “Algumas pessoas informaram que viram o veículo as margem da BR, antes de descer até a cerca. Ele [o padre], provavelmente, após o disparo tentou sair do veículo para procurar socorro, mas não conseguiu. O carro desceu e atingiu a cerca”, explicou o perito criminal Ireudo Pereira, que esteve no local.

O corpo do padre foi trazido para Fortaleza e examinado na Coordenadoria de Medicina Legal (Comel). Segundo o assessor, padre Gilson, o corpo do padre assassinado foi levado para a paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, onde foi celebrada a missa de corpo presente. “Em seguida, trasladado para a capela do distrito de Croatá, em São Gonçalo do Amarante (a 59 quilômetros de Fortaleza), no qual foi sepultado na manhã de hoje, 26”, explicou padre Gilson.

Ontem, 25, a arquidiocese de Fortaleza emitiu uma nota de pesar pelo assassinato do padre, afirmando que o religioso era conhecido por sua “simplicidade, sua alegria juvenil, e que conquistava a todos, mesmo os que se encontravam afastados da comunidade. Outras características marcantes de sua personalidade foram seu empenho sacerdotal, seu dinamismo e criatividade. Muito comunicativo sempre incentivava a comunidade a viver os ensinamentos de Jesus e seu amor com os mais pobres”.

O padre Josenir foi ordenado sacerdote em 1995, sendo nomeado, inicialmente, responsável pelas áreas pastorais de Pitombeiras e Tapera, em Aquiraz, onde passou seis anos e sete meses. Depois, nomeado para São Gonçalo.

Leia abaixo a íntegra da nota da arquidiocese de Fortaleza pelo assassinato do padre Josenir morais Santana.
Falecimento do padre Josenir Morais Santana

Foi encontrado morto, dentro do carro da paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Conj. Alto Alegre, Fortaleza CE, da qual era pároco, na BR 222, km 77, nesta manhã, o Padre Josenir Morais Santana, 48 anos. Natural de Fortaleza, padre Josenir foi ordenado sacerdote em 01 de julho de 1995. Foi nomeado vigário paroquial responsável pelas áreas pastorais de Pitombeiras e Tapera, Região Episcopal Praia, em julho de 1995, onde passou seis anos e sete meses e pároco de São Gonçalo do Amarante, em 6 de abril de 2002, onde permaneceu por 8 anos. Em janeiro deste ano foi nomeado Pároco da Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no conjunto Alto Alegre I, em Messejana.

Conhecido por sua simplicidade, sua alegria juvenil, conquistava a todos, mesmo os que se encontravam afastados da comunidade. Outras características marcantes de sua personalidade foram seu empenho sacerdotal, seu dinamismo e criatividade. Muito comunicativo sempre incentivava a comunidade a viver os ensinamentos de Jesus e seu amor com os mais pobres.

Seu corpo será velado nesta tarde na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, conjunto Alto Alegre I, Messejana, onde haverá missa de corpo presente às 18 horas presidida pelo arcebispo de Fortaleza, Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques. Logo após a santa missa, o corpo seguirá para a Capela do distrito de Croatá, pertencente à Paróquia de São Gonçalo do Amarante, onde será sepultado amanhã às 8 horas.

fonte:catolicanet.com

Susan Boyle revela que a fé católica de sua mãe salvou-a do aborto


Em sua nova autobiografia, a cantora Susan Boyle revelou que está viva graças à fé católica de sua mãe, que se negou a submeter-se a um aborto quando os médicos disseram que sua filha podia nascer com sérias complicações físicas.

Conforme recolhe o site ReligionenLibertad.com, no livro "The Woman I Was Born To Be" Boyle sustenta que os médicos recomendaram o aborto "à sua mãe Bridget Boyle, que tinha outros oito filhos, porque temiam que houvesse complicações físicas (…) Sua mãe rejeitou o conselho como ‘impensável’ dado que ela era ‘uma católica devota’".

"Susan Boyle nasceu de emergência por cesárea. Os médicos não felicitaram Bridget com um ‘felicidades, tem você uma bebê preciosa’, mas sim, explica a biografia, assumiram uma atitude desdenhosa para a pequena Susan, suspeitando que pudesse ter tido dano cerebral devido a uma falta de oxigênio", indica o livro.

Disseram a Bridget Boyle que aceitasse "que a menina não alcançaria muito na vida".

"Estou segura que eles tinham a melhores intenções, mas não acredito que eles deveriam ter dito isso, porque ninguém pode predizer o futuro. O que eles não sabiam era que eu sou uma pessoa lutadora, e toda minha vida estive tentando provar que estavam equivocados", afirma Susan no livro.

Aos 49 anos de idade, Susan Boyle se converteu em fonte de inspiração para milhões de pessoas em todo mundo quando em abril de 2009 se destacou no concurso "Britain´s Got Talent". Recentemente cantou diante do Papa Bento XVI em Glasgow. Seu primeiro álbum vendeu nove milhões de cópias em seis semanas e foi o mais vendido do ano na Grã-Bretanha.

fonte:acidigital.com

Gestantes alcançam graças através de Pílulas de Frei Galvão

É cada vez maior o número de fiéis que fazem uso de uma tradição com mais de 180 anos. São as pílulas de frei Galvão, adotadas principalmente por mulheres que enfrentam problemas relacionados à gravidez.
Assista à reportagem:


Rafael, de sete meses, é a realização de Elaine como mãe. Mas a presença dele é para ela é um verdadeiro milagre, atribuído à intercessão de frei Galvão. Ela tinha endometriose, doença que atinge cerca de 6 milhões de mulheres entre 14 e 45 anos. Basicamente, a doença impossibilita a gravidez.

Mesmo assim, em 2008 Elaine tentou, em vão. A partir daí, o desejo de ser mãe aos 35 anos aumentou, juntamente com a insegurança.

Uma amiga recomendou que ela tomasse a pílula de frei Galvão. Elaine achou que não era o caso. Mas sua mãe se apressou em ajudá-la e se ofereceu para buscar as pílulas.

Logo que Elaine começou a novena de oração, sentiu que algo de diferente ocorreu. Em pouco mais de 15 dias veio a notícia da gravidez.

A pílula é feita de sulfite de arroz que contém uma oração à Nossa Senhora. De acordo com frei Daniel, da Ordem dos Frades Menores, "uma forma de frei Galvão ajudar com as orações, era escrever em papelzinhos - pílulas, como chamados - uma pequena oração de Nossa Senhora, para que Ela pudesse interceder por essas mães".

Frei Galvão nasceu em 1739 em Guaratinguetá, interior de São Paulo, e foi ordenado sacerdote em 1762. Franciscano, morreu com 62 anos. A canonização foi anunciada em maio de 2007.

As pílulas são distribuídas num pequeno envelope, com três unidades, para serem tomadas durante a novena em devoção ao santo. No primeiro, quinto e último dia da novena. Estima-se que atualmente, cerca de 60 mil pílulas sejam distribuídas na cidade natal de frei Galvão.

Frei Daniel alerta que a pílula não deve ser tomada de forma supersticiosa. "Ela é apenas um instrumento de Deus, então ela tem uma ação que vem do próprio Deus. Portanto, se a cura é realizada ou não, isso depende de nossa fé e também do próprio Deus que age na pessoa", explica.

fonte:cançãonova.com

CNBB divulga tema da campanha da Fraternidade


Foi apresentado o tema da Campanha da Fraternidade 2011, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), nesta quinta-feira. A divulgação à imprensa foi feita pelo bispo auxiliar do arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro e secretário geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa. O tema da Campanha, que será voltada para o meio ambiente, é “Fraternidade e a Vida no Planeta”, enquanto o lema, um pouco mais incisivo, é “A Criação Geme Como em Dores de Parto”.

Dom Dimas explicou que “a Campanha da Fraternidade" de 2011 reflete a questão ecológica, com foco, sobretudo, nas mudanças climáticas. Ela se coloca em sintonia com uma cultura que está se expandindo cada vez mais, em todo o mundo, que é a de respeito pelo meio ambiente e pelo lugar em que Deus nos coloca, não só para vivermos e convivermos, mas também para fazer deste o paraíso com o qual tanto sonhamos”.

Dom Dimas foi questionado sobre a escolha do lema e a relação deste com as discussões sobre o aborto, levantadas nesse período eleitoral. Ele respondeu que não há ligação do lema com a questão e que as escolhas de temas e lemas se fazem com muita antecedência, portanto, tudo já havia sido definido antes dessas discussões.

“O tema 'Fraternidade e Vida no Planeta' inclui a questão do aborto, mas não se esgota nisso”, acrescentou o arcebispo.

A Campanha da Fraternidade terá início na Quarta-feira de Cinzas, 9 de março de 2011, desenvolvendo-se durante todo o período de Quaresma.

Missões brasileiras estão em quase todo mundo


Neste domingo, 24, toda a Igreja celebrou o Dia Mundial das Missões traz a todo povo de Deus a oportunidade de renovar o compromisso de anunciar o Evangelho e dar às atividades pastorais um amplo fôlego missionário, destacou o Papa Bento XVI.

Para Dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, esta “jornada missionária mundial” é um verdadeiro “mutirão missionário” para a conscientização sobre a natureza da missionária da Igreja, para a oração pelos missionários e para a realização de gestos concretos em favor das missões. As coletas de todas as Missas deste domingo serão destinadas às missões “ad gentes”, ou seja, além fronteiras.

As missões brasileiras

Entre os principais projetos missionários mantidos pela Igreja do Brasil está aquele no Timor Leste que durou 10 anos. Mas o presidente da Comissão Episcopal para Ação Missionária da CNBB, Dom Sérgio Eduardo Castriani, explica que o compromisso continua com a ajuda para as crianças e formação de padres.

Com as congregações religiosas e as comunidade novas, como a Canção Nova, as missões brasileiras estão presentes em todos o mundo. “Em todos os continentes hoje há missionários e missionárias brasileiras que trabalham nos mais diversos campos da missão – na ação pastoral direta nas paróquias, na educação, justiça e paz.”

Outra preocupação no exterior é trabalho pastoral com os mais de três milhões de brasileiros que vivem na maior parte nos Estados Unidos, Japão e outros países da Europa.

No Brasil, muitas dificuldades são enfrentadas para chegar até comunidades dispersas por este vasto território. A grande extensão territorial, o isolamento, as dificuldades de comunicação, e tantas nas áreas da saúde e educação são os principais desafios das missões na Amazônia, que sofre no momento com um grande seca. Dom Sérgio, bispo da Prelazia de Tefé, explica ainda que houve um grande êxodo rural para as grandes cidades, como Manaus e Porto Velho, onde são necessárias comunidades vivas e atuantes.

Chamado missionário

A Igreja é uma comunidade de discípulos missionários. O Arcebispo de São Paulo explica que nossa Igreja é missionária por excelência, se ela deixar de ser missionários, deixa de ser a Igreja de Jesus Cristo. “Se nós não formos missionários, somos como uma árvore que seca, que não dá mais flores e frutos; é a vida missionária que renova constantemente a vida da Igreja”, ressalta Dom Odilo Scherer.

Para o presidente da Comissão Episcopal para Ação Missionária, o missionário é aquele homem ou aquela mulher que se apaixona pela figura de Jesus Cristo, pela Igreja, e não é capaz de guardar isso para si, quer partilhar isso com os outros. “Nesse desejo de anunciar (o missionário) se dispõe a partir e a se encontrar com o diferente, com os outros, e a aprender também”, explica Dom Sérgio.

Outra característica do missionário em todos os tempos, é uma busca constante de Deus que se manifesta no outro, naquele que aguarda o anuncio do Evangelho. E nesta época onde impera o individualismo, consumo inconsequente e o relativismo, salienta Dom Sérgio, o missionário é aquele que anuncia a verdadeira felicidade, mostrando que o sentido da vida está na comunidade, na Igreja, na partilha, no anúncio dos valores do Evangelho, no transcendente e na oração.

fonte:cançãonova.com

Missão do católico é transformar o mundo com Cristo, diz o Papa Bento XVI


Este meio-dia, depois de ter celebrado a Santa Missa de clausura da Assembléia Especial para o Meio Oriente do Sínodo dos Bispos, o Papa Bento XVI rezou o Ângelus com os fiéis reunidos na Praça de São Pedro, recordando que a missão da Igreja é a de apresentar a plenitude da vida em Cristo para toda a humanidade.

O Papa pediu ver a Igreja “como mistério de comunhão que por sua natureza está destinado à totalidade do homem e a todos os homens”.

“A Igreja existe para evangelizar, quer dizer para pregar e ensinar, ser o canal do dom da graça, reconciliar os pecadores com Deus, perpetuar o sacrifício de Cristo na Santa Missa que é o memorial de sua morte e de sua gloriosa ressurreição”, disse o Papa citando o Servo de Deus Paulo VI.

Ademais, o Papa disse que “em todo tempo e lugar, a Igreja está presente e obra para acolher cada homem e oferecer-lhe em Cristo a plenitude da vida”, e citando o teólogo Romano Guardini disse “a realidade Igreja implica toda a plenitude do ser cristão que se desenvolve na história, assim que abraça a plenitude do homem que está em relação com Deus”.

Mais adiante fez uma breve reflexão sobre a segunda leitura deste domingo ressaltando que “a tarefa do missionário não é revolucionar o mundo, a não ser transfigurá-lo, tomando a força de Jesus Cristo que ‘nos convoca à mesa de sua Palavra e da Eucaristia para gostar do dom de sua Presença, nos formar em sua escola e viver cada vez mais conscientemente unidos a Ele, Professor e Senhor’”.

O Papa Bento XVI terminou suas palavras iniciais dirigindo-se à Virgem Maria, “que de Jesus Crucificado recebeu a nova missão de ser Mãe de todos aqueles que querem acreditar nele e segui-lo”, e confiou a Ela “as comunidades cristãs do Meio Oriente e todos os missionários do Evangelho”.

fonte:acidigital.com

Dioceses no Brasil celebram Dia Nacional da Juventude


Neste domingo, 24, várias dioceses do Brasil celebrarão o Dia Nacional da Juventude (DNJ), que este ano comemora 25 anos de caminhada, “DNJ 25 anos: celebrando a memória e transformando a história”. O objetivo do evento é chamar a atenção da sociedade para aspectos de interesse dos próprios jovens, como educação, políticas públicas, comunicação e tantos outros. É um apelo da juventude à sociedade.

A diocese de Montes Claros (MG) vai celebrar a data no ginásio do Colégio Marista São José. A concentração começa a partir das 14h. O arcebispo dom José Alberto Moura, preside missa às 15h. Logo após, o evento terá continuidade com barraquinhas, apresentações artísticas e culturais com temáticas juvenis, além de animação com bandas. “Esperamos que nossos jovens possam trazer consigo muita animação, disposição e entusiasmo para o evento”, comenta o assessor do Setor Juventude Arquidiocesano, padre Gledson Eduardo de Miranda Assis.

Na diocese de Umuarama (PR), o DNJ será celebrado no município de Altônia. Destaque especial será dado ao tema do evento: “Juventude: muita reza, muita luta, muita festa, em marcha contra a violência”. As atividades estão programadas para as 8h, no estádio municipal Juvenal Farias, onde haverá a recepção e café da manhã para os jovens, e na sequência, caminhada com trio elétrico até a Sociedade Rural de Altônia, onde acontecerá a missa às 9h30. Após a missa acontecerão apresentações artísticas: teatro, dança e música. A organização espera 8 mil jovens para a festa.

Cristo Folia é o nome do evento que vai celebrar o DNJ na arquidiocese de Juiz de Fora (MG). Dez mil jovens de 36 municípios vizinhos são esperados para a celebração. A folia termina às 17h com missa na catedral presidida pelo arcebispo dom Gil Antônio Moreira.

Em Salvador (BA) o DNJ será celebrado por meio do Crisjovem. Integrarão o evento missas, apresentações culturais e reflexões. Esta será a 38ª edição do Crisjovem na capital baiana. O evento acontece também no domingo, 24. Além deste evento domingo, a arquidiocese vai realizar também uma caminhada pela paz na orla marítima da capital. O objetivo do evento é demonstrar a insatisfação com a cultura da morte e da violência, pedindo mais paz e fraternidade à cidade de Salvador.

O Dia Nacional da Juventude na diocese de São José do Rio Preto (SP) vai ser celebrado no município de Votuporanga. A programação é variada e espera reunir cerca de 7 mil jovens vindos de 50 municípios. “A juventude deve ser o caminho da missão. O jovem precisa descobrir a força que ele tem na comunidade cristã, especialmente no contexto da nova cultura”, afirmou o bispo diocesano, dom Paulo Mendes Peixoto.

Além da missa e das apresentações de bandas católicas, o encontro contará com Tenda de Adoração ao Santíssimo, espaços para orientação espiritual e confissões, stands com palestras da Renovação Carismática Católica e exposição dos trabalhos das pastorais e movimentos da diocese. Feira de artesanato do Projeto Escola da Família também está programada.

“O DNJ faz com que os jovens das menores e mais distantes paróquias de nossa diocese estejam em comunhão e sintonia com os jovens de norte a sul do Brasil, refletindo o mesmo tema, estudando o mesmo material, usando as camisas com a mesma imagem. Isso me fascinou no primeiro DNJ que participei e tem encantado muitos outros jovens ainda hoje”. A afirmação é do coordenador da Pastoral da Juventude na diocese de São Mateus (ES), Marcelo Lírio. Lá são esperados 5 mil jovens para o evento.

fonte:catolicanet.com

Aberta 1ª etapa de processo de beatificação do Cardeal Van Thuân


A sessão solene de investigação diocesana sobre a vida, as virtudes e a fama de santidade do cardeal vietnamita François-Xavier Nguyên Van Thuân, foi aberta oficialmente nesta sexta-feira, 22. Esta a cerimônia que é o primeiro passo para uma eventual beatificaçãoteve aconteceu no Palácio Lateranense, em Roma, informou a Rádio Vaticano.

Com isso, dá-se início à análise dos elementos que poderão fazer do purpurado um beato falecido em 2002. O cardeal foi presidente do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz de 1998 a 2002.

O Cardeal Peter Turkson, presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz abriu os atos nesta sexta-feira, presidindo a Eucaristia em sufrágio do purpurado. Depois, na Pontifícia Universidade Lateranense, houve a entrega dos Prêmios "Van Thuân-Solidariedade e Desenvolvimento", que teve como um dos agraciados o padre Marcelo Rossi. À noite, o concerto "Testemunho de Esperança" na Basílica de Santo Antônio encerrou os ritos em homenagem ao cardeal.

Retrospecto

Durante a vigência do regime comunista no país do extremo leste asiático, o cardeal passou 13 anos na prisão, de 1975 a 1988. Em 1991, foi obrigado a abandonar o Vietnã e foi recebido pelo Papa João Paulo II em Roma, passando a fazer parte da cúria romana. Em 1998, foi nomeado pelo pontífice presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz e, em 2001, feito cardeal.

Em sua terra natal, o religioso é venerado muitas crianças a adultos, católicos e não-católicos. Ele costumava dizer que o "segredo" para ter resistido a tanto tempo de prisão fora a Eucaristia. Ele celebrava a Missa em segredo, depois que os fiéis lhe levavam, escondido, um pouco de vinho, água e hóstia. Consta que durante a noite os presos participavam da adoração Eucarística, de forma que muitos que não eram católicos acabaram se convertendo.

fonte:cançãonova.com

Padre Marcelo Rossi é recebido pelo Papa em Roma


O Papa Bento XVI recebeu nesta quarta-feira, 20, o padre Marcelo Rossi no Vaticano. O sacerdote da diocese de Santo Amaro, está em visita a Roma em razão do recebimento do prêmio “Evangelizador Moderno”, concedido pela Fundação São Mateus em memória do Cardeal Van Thuân do Vietnã. O padre disse estar feliz pelo reconhecimento do trabalho evangelizador.

Acompanhados do Cardeal Martino, presidente Emérito do Pontifício Conselho Justiça e Paz, na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI saudou outros premiados como o Monsenhor Giuseppe Molinari, arcebispo de L'Aquila, e a comunidade haitiana de Irmãs da Caridade de São Vicente de Paula de Porto Príncipe. Muitos vietnamitas estavam presentes entre eles duas irmãs e alguns sobrinhos do Cardeal Van Thuân.

Nesta sexta-feira, 21, será celebrada a sessão solene de abertura da investigação diocesana sobre a vida, virtudes e fama de santidade do Cardeal Vietnamita François-Xavier Nguyên Van Thuân. O cardeal vietnamita foi um corajoso testemunho de esperança em meio à dor e perseguição do regime comunista em seu país.

ARCEBISPO DE APARECIDA, DOM DAMASCENO É NOMEADO CARDEAL


O arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, é um dos 24 escolhidos por Bento XVI para integrar o Colégio dos Cardeais a partir do Consistório que o Papa realizará no próximo dia 20 de novembro. O anúncio foi feito pelo próprio Papa hoje, após a audiência geral com os peregrinos.

Dom Raymundo Damasceno Assis nasceu em 15 de fevereiro de 1937 na cidade de Capela Nova, em Minas Gerais. Em 1955 entrou para o Seminário Menor, em Mariana, onde cursou o segundo grau e o curso de Filosofia.
Em 1961 foi para Roma, onde cursou filosofia e, em 1965 foi para a Alemanha, onde realizou Curso Superior de Catequese. Dom Damasceno foi ordenado padre em Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais, em 19 de março de 1968. Tem pós-graduação em Filosofia da Ciência pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas).

Depois de ordenado, ocupou as funções coordenador de catequese da Arquidiocese de Brasília, pároco e chanceler. Foi ordenado bispo no dia 15 de setembro de 1986, em Brasília, atuando como bispo auxiliar e vigário geral.
Dom Damasceno foi secretário-geral do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM) 1991-1995; secretário-geral da IV Conferência Geral do Episcopado Latino-americano (Santo Domingo - 1992).
Foi Padre Sinodal na Assembleia do Sínodo dos Bispos para a África (1994), na assembleia para a América (1997) e na assembleia para o Oriente Médio (2010).
O arcebispo foi secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) entre 1995 e 2003. É Presidente do Conselho Fiscal da CNBB (2007-2011), presidente da Comissão da Campanha da Evangelização (2003-2007/2007-2011) e membro da Pontifícia Comissão para América Latina.
Nomeado o quarto Arcebispo da Arquidiocese de Aparecida em 28 de janeiro de 2004, Dom Damasceno tomou posse no dia 25 de março de 2004. É o atual presidente do CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano).

A CNBB divulgou uma nota em que se congratula pela nomeação cardinalícia de Dom Raymundo Damasceno. Esta nova missão “é o reconhecimento do profundo zelo, amor e fidelidade com que [o arcebispo] serve à Igreja”, afirma o texto.
“Dom Damasceno é exemplo de dedicação e de entrega total e irrestrita à missão evangelizadora que a Igreja desempenha em vista à construção do Reino de Deus.”
A Conferência episcopal agradece o Papa “por brindar a CNBB com a nomeação de um novo cardeal para o Brasil. Saudamos a Arquidiocese de Aparecida pela insigne honraria concedida ao seu pastor”.

“Elevamos a Deus nossa prece fervorosa e agradecida pela vida e ministério de Dom Damasceno, confiando o exercício de sua nova missão à proteção de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil”, encerra a nota.

fonte:zenit.org

Bento XVI nomeia dois bispos para o Brasil


O Papa Bento XVI anunciou nesta quarta-feira, 20, a nomeação de Dom Pedro Brito Guimarães como o novo arcebispo da arquidiocese de Palmas, no estado do Tocantins e para a diocese de Foz do Iguaçu, no Paraná, o Santo Padre nomeou dom Dirceu Vegini, atualmente bispo auxiliar da arquidiocese de Curitiba (PR).

Dom Pedro Brito, 56, é natural de Eliseu Martins, no Piauí, e foi ordenado bispo de São Raimundo Nonato em 14 de setembro de 2002. Tem doutorado em teologia dogmática pela Universidade Gregoriana, em Roma.

Dom Dirceu tem 58 anos e foi nomeado bispo auxiliar de Curitiba em março de 2006, recebendo a ordenação episcopal no dia 2 de junho do mesmo ano. Nascido em Massaranduba (SC), Dom Dirceu fez o curso de teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.

A arquidiocese de Palmas estava vacante desde dezembro do ano passado depois da nomeação de Dom Alberto Taveira como arcebispo de Belém (PA). Na diocese de Foz do Iguaçu, Dom Dirceu Vegini, sucede a Dom Laurindo Guizzardi, que teve seu pedido de renúncia aceito pelo papa por causa da idade, conforme prevê o cânon 401 parágrafo 1º do Código de Direito Canônico.

O novo Bispo de Foz do Iguaçu conta com a colaboração de 44 sacerdotes e 82 religiosos em um território no qual há 393 mil católicos. Dom Pedro Brito Guimarães conta com a colaboração de 76 sacerdotes, 84 religiosos e 16 diáconos permanentes para o governo da Arquidiocese de Palmas onde há 196 mil católicos.

fonte:acidigital.com

3º Aniversário Sacerdotal do Padre André Carlos


Neste último dia 11 de outubro, celebramos na cidade de Surubim (Paróquia de São José) o 3º Aniversário Sacerdotal dos padres: Padre Fernando Nivaldo (nosso pároco), Padre José Carlos do Amaral (Vigário de Surubim), Padre André Carlos Alexandre (pároco de Camutanga) e Padre Maurício (pároco de Salgadinho).
O celebrante desta celebração foi o Padre José Carlos, porém o pároco de São José, o Padre André Carlos da Silva esteve presente, mas como estava cirurgiado só assistiu a celebração sentado.

Foram momentos de extrema ação de graças a Deus pela vocação desses padres de nossa Diocese de Nazaré.
A celebração estava muita linda, pois os seminaristas do Seminário Menor de Nossa Senhora de Lourdes cantaram e animaram a liturgia da missa.
A comunidade paroquial homenageou os seus párocos e lhes entregaram uma simples lembrança em demonstração de afeto, carinho e amor que todos nós sentimos por eles. Com a graça de Deus nos alegramos em festejar junto com os nossos estimados sacerdotes esse dia tão especial ao qual a três anos que eles consagraram sua vida nas mãos do nosso Deus, para que o Reino do Céu cresça e prospere em nossa querida Diocese de Nazaré e por todos os lugares por onde eles passar.

fonte:paroquiamachados.blogspot.com

A Renovação Carismática e seus grupos


I - O QUE É A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA

A renovação carismática é uma corrente de graça pela qual o Espírito do Senhor nos leva a viver de maneira experimental a realidade do Corpo de Cristo.

O Papa João XXIII pediu que o Concílio Vaticano II fosse "um novo Pentecostes". Mas terminado o Concílio começou-se a produzir em todo o mundo um ressurgir dos carismas que foram recordados no Concílio. E desde então se vem produzindo uma "renovação espiritual" que Paulo VI qualificou como "uma oportunidade providencial para a Igreja e para o mundo".

Em 1967, um grupo de jovens estudantes da Universidade de Duquesne, Estados Unidos, cristãos fervorosos, leram o livro "A Cruz e o Punhal". Surgiu então a pergunta: "Como é possível que nós, católicos, estejamos tão longe da experiência da realidade do Espírito Santo? Por que não vemos mais sinais do Poder do Senhor?". Aplicaram-se então a reler e a meditar os Atos dos Apóstolos e começaram a rezar, pedindo a efusão do Espírito Santo. Transformaram-se em cristãos irradiantes de alegria e manifestando, por sua vida, a presença de Jesus Cristo. Em pouco tempo, grupos de oração formaram-se em outros locais, sempre fazendo a mesma descoberta. Hoje, a Renovação Carismática existe em quase todas as partes do mundo.

Para o indivíduo, a renovação é uma conversão e uma entrega constante a Deus, numa docilidade crescente ao Espírito Santo. É também um encontro mais profundo com os irmãos, tornando realidade a formação de um só Corpo em Cristo.

É uma ação do Espírito Santo (Paulo VI) que vivifica, fortalece e constrói a Igreja.

"A Renovação Carismática não é um movimento dentro da Igreja; é a Igreja em movimento" (Herlbert Mühlen).

Pelos frutos da Renovação, verificamos que não se trata de uma nova doutrina, nem de um programa de ação e sim da descoberta da riqueza da vida em Cristo.

Assim, efeitos desta graça são:

· Jesus como centro de nossas vidas;

· Maior gosto pelas Escrituras;

· Progresso no caminho da liberdade espiritual, deixando de lado atitudes que não são de acordo com o Evangelho;

· Tomada de consciência de que somos instrumentos de Deus na formação de seu Reino.

A vida cristã começa no batismo e deve desenvolver-se. O cristão "criança em Cristo" (1Cor 3,1) deve crescer até à maturidade do adulto capaz de contribuir para a comunidade. Os carismas são precisamente isto: manifestação do Espírito para o proveito ou a construção da comunidade" (cf. 1Cor 12,7).

Todo cristão é chamado a ser um "Embaixador de Cristo", um "colaborador de Deus" para o estabelecimento de seu Reino (cf. 2Cor 5,20; 1Cor 3,9 e Mt 28,18-20).

Esta receptividade ante a ação do Espírito inclui entrega e docilidade cada vez maior para o cumprimento da vontade de Deus. Esta se manifesta pela Sagrada Escritura, pelo magistério da Igreja e pela inspiração devidamente discernida. E o discernimento também é ação do Espírito Santo juntamente com os dons espirituais mencionados por Isaías (11,2) e pedidos por S. Paulo para os cristãos (cf. 1,9-12).

A Renovação, pois, não é senão viver o cristianismo até as últimas consequências, nos tornando semelhantes cada vez mais a Jesus e a Maria, incorporando-nos na obra do Redentor, construindo a Igreja, transformando a sociedade e a criação para que "Cristo reine e entregue logo o reino a seu Pai para que Deus seja tudo em todos" (1Cor 15,24-28).

II - OS GRUPOS DE ORAÇÃO

Os grupos de oração sustentam uma vida espiritual dinâmica para os cristãos, individualmente e em comunidade. As diversas atividades dos grupos de oração favorecem um encontro pessoal com o Senhor:

· A oração, sob várias formas: louvor, ação de graças, orações contemplativas, orações em línguas, petições de graças e cura;

· A canção, que é uma forma de oração;

· O silêncio;

· O exercício dos dons carismáticos, como profecia, palavras de sabedoria e de ciência, discernimento;

· As leituras da Bíblia;

· A instrução;

· Os testemunhos, ou partilhas que edificam a comunidade.

A Oração

As reuniões de oração baseiam-se na fé na promessa de Jesus: "Onde quer que duas ou mais pessoas se reunam em meu nome, estarei no meio delas" (Mt 18,20).

A oração espontânea, simples e sincera, brota do coração agradecido. É uma partilha de louvor. Cada um que levanta a sua voz, possibilita a todos participarem da oração dizendo: "Aleluia", "Glória a ti, Senhor", "Muito obrigado"...

Louvar é celebrar a bondade e os atributos de nosso Deus, que se manifestam em nossas vidas, exprimindo nosso desejo de viver na sua Graça, no seu Amor e na sua Presença.

Há grande liberdade de expressão. Alguns murmurarão preces e as orações podem ser acompanhadas por gestos, como levantar os braços. Como Deus é perfeição infinita, e sua grandeza transcende toda linguagem humana, nós O contemplamos, repousando silenciosamente em união com Ele ou orando em línguas, que é a expressão verbal de um louvor livre de conceitos. "Um homem que fala em línguas fala não com os homens mas com Deus. Ninguém o compreende, porque ele enuncia mistérios no Espírito" (1Cor 14,2). Deus trata com carinho todas as orações que partem do coração.

"Pedi e recebeis" (Lc 11,9). Os grupos de oração são uma oportunidade de nos unirmos aos irmãos e irmãs em todas as suas necessidades físicas, psíquicas e espirituais. Se confiamos profundamente na bondade amorosa de Deus, devemos esperar ver sinais maravilhosos de seu Poder agindo entre nós.

"Portanto, confessem seus pecados uns aos outros e rezem uns pelos outros, e assim serão ouvidos. A oração do justo é poderosa" (Tg 5,16).

Em todas as orações, deixemos que o Espírito nos guie o pensamento e a escolha das palavras.

O Canto

As canções nos grupos de oração variam de acordo com o tema da oração. Podem ser longas ou curtas, efusivas ou mediativas, dependendo do momento. E há ainda o canto em línguas, quando o grupo exulta em louvor, cantando as glórias do Senhor. É um momento em que a presença de Deus é sentida profundamente. Embora cada um entoe a música que lhe é inspirada no fundo do coração, o côro uníssono sobe em verdadeira harmonia como incenso ao trono do Pai. Em geral, depois deste canto há silêncio na presença do Senhor e quase sempre se segue a palavra profética. São momentos preciosos para receber a inspiração do Espírito Santo.

O Silêncio

Para ser sensível ao Espírito de Jesus deve-se escutar e, para tal, precisa-se ficar em silêncio. Este fato explica porque há períodos de silêncio ou de "espera no Senhor" nas reuniões de oração.

Tais silêncios não são sinais de que a reunião está perdendo o impulso. Antes, são oportunidades para que cada um dos presentes se una mais intimamente a Deus, que não só deseja que falemos com Ele, mas também quer se comunicar conosco.

Os Dons Carismáticos

Os carismas são "manifestações do Espírito" (1Cor 12,7). São diferentes maneiras nas quais o Espírito Santo atua através dos membros das comunidades dos fiéis, com o objetivo de demonstrar sua presença entre eles edificando a comunidade: por exemplo, podemos ouvir uma profecia, quando alguém fala na primeira pessoa, em nome do Senhor. É uma mensagem para o grupo (ou para alguém do grupo) que exorta, consola e edifica.

A palavra de sabedoria e a palavra da ciência (1Cor 12,8) ocorrem quando o Espírito Santo inspira uma pessoa a dizer algo sobre como aplicar um princípio do Evangelho a um problema imediato ou algo que venha a elucidar uma verdade do Senhor.

A comunidade discerne quando o Espírito realmente inspira declarações deste tipo, com base no seu efeito poderoso e convincente no grupo e na sua concordância com a Escritura.

Os dons de cura e de milagres são manifestações do Espírito que curam um enfêrmo, causam conversões, ou modificam acontecimentos humanamente impossíveis.

O Espírito Santo torna sua presença realmente sentida quando o grupo que esses canais carismáticos são realidades do dia a dia, e ora por eles. Mas o grupo, assim, como cada pessoa, deve aprender a discernir a voz do Espírito e a utilizar os dons espirituais de um modo que aumente a fé e o amor de todos.

As Leituras

O Senhor também fala ao grupo através de passagens da Bíblia. As pessoas que se sentem movidas, lêem em voz alta, no momento adequado, a passagem inspirada. Assim um tema frequentemente se desenvolve no correr da reunião, elucidando um determinado aspecto do que Deus nos quer falar.

A Instrução

Geralmente há um ensinamento sobre um tema da Escritura, feita por um líder. A palestra pode ser preparada antecipadamente ou inspirada no momento. A Bíblia é um dos principais instrumentos que Deus usa para se comunicar conosco. E a Palavra do Senhor penetra no coração para se tornar vida em nós. A instrução ajuda a comunidade a crescer, corrige erros e esclarece ajudando a manter a fidelidade à doutrina.

Os Testemunhos

Muitas vezes há testemunhos da ação de Deus nas vidas das pessoas, que os relatam para maior glória do Senhor e para a edificação da comunidade.

Nem toda experiência deve ser compartilhada. A pessoa deve discernir se o Senhor deseja que ela fale.

Os testemunhos devem ser breves, objetivos e sinceros.

III - CONCLUSÕES

As reuniões de oração carismáticas geralmente não são estruturadas. Os diferentes elementos fluem uns dos outros, não sendo, portanto, necessário um programa de atividades. Orar, cantar, ler, exercer os dons espirituais, partilhar e comungar silenciosamente com Deus, tudo isto é feito com fé e amor, na paz do Senhor. Um grupo que queira conhecer a alegria do Senhor deve confiar em Jesus e partilhar também seu amor. Cada membro deve sentir que é aceito, benvindo e amado pelos outros. Qualquer atitude crítica ou contestadora pode reduzir a vitalidade do grupo e limitar a receptividade das graças divinas.

A reunião de oração é um lugar de renovação espiritual. Não substitui a vida sacramental, mas leva-nos a valorizá-la. Não é terapia de grupo, nem deve ser procurada com esta finalidade. Estimula a vida espiritual, a fé e todas as formas pelas quais Deus vem a seu povo transformando-o numa comunidade de amor.

fonte:cleofas.com

Por que a Igreja guarda o Domingo e não o Sábado?

O motivo mais importante é que Jesus ressuscitou no Domingo, inaugurando a “nova Criação” libertada do pecado. Assim o Domingo (= dominus, dia do Senhor) é a plenitude do Sábado judaico. Sabemos que o Antigo Testamento é um figura do Novo; o Sábado judaico é um figura do Domingo cristão. O Catecismo da Igreja assim explica:

§2175 – “O Domingo distingue-se expressamente do sábado, ao qual sucede cronologicamente, cada semana, e cuja prescrição ritual substitui, para os cristãos. Leva à plenitude, na Páscoa de Cristo, a verdade espiritual do Sábado judaico e anuncia o repouso eterno do homem em Deus. Com efeito, o culto da lei preparava o mistério de Cristo, e o que nele se praticava prefigurava, de alguma forma, algum aspecto de Cristo (1Cor 10,11)”.

Os Apóstolos celebravam a Missa “no primeiro dia da semana”; isto é, no Domingo, como vemos em At 20,7: “No primeiro dia da semana, estando nós reunidos para a fração do pão…” Em Mt 28, 1 vemos: “Após o Sábado, ao raiar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria vieram ao Sepulcro…” Em Ap 1, 10, São João fala que “no dia do Senhor, fui movido pelo Espírito…” e a coleta era feita “no primeiro dia da semana” (1Cor 16,2).

A Epístola de Barnabás (74 d.C.) um dos documentos mais antigos da Igreja, anterior ao Apocalipse, dizia: “Guardamos o oitavo dia (o domingo) com alegria, o dia em que Jesus levantou-se dos mortos” (Barnabás 15:6-8).

Santo Inácio de Antioquia (†107), mártir no Coliseu de Roma, bispo, dizia: “Aqueles que viviam segundo a ordem antiga das coisas voltaram-se para a nova esperança, não mais observando o Sábado, mas sim o dia do Senhor, no qual a nossa vida foi abençoada, por Ele e por sua morte” (Carta aos Magnésios. 9,1).

“Devido à Tradição Apostólica que tem origem no próprio dia da ressurreição de Cristo, a Igreja celebra o mistério pascal a cada oitavo dia, no dia chamado com razão o dia do Senhor ou Domingo” (SC 106). O dia da ressurreição de Cristo é ao mesmo tempo “o primeiro dia da semana”, memorial do primeiro dia da criação, e o “oitavo dia”, em que Cristo, depois do seu “repouso” do grande Sábado, inaugura o dia “que o Senhor fez”, o “dia que não conhece ocaso”. (Cat. §1166)

São Justino (†165), mártir, escreveu: “Reunimo-nos todos no dia do sol, porque é o primeiro dia após o Sábado dos judeus, mas também o primeiro dia em que Deus, extraindo a matéria das trevas, criou o mundo e, neste mesmo dia, Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dentre os mortos“ (Apologia 1,67).

São Jerônimo (†420), disse: “O dia do Senhor, o dia da ressurreição, o dia dos cristãos, é o nosso dia. É por isso que ele se chama dia do Senhor: pois foi nesse dia que o Senhor subiu vitorioso para junto do Pai. Se os pagãos o denominam dia do sol, também nós o confessamos de bom grado: pois hoje levantou-se a luz do mundo, hoje apareceu o sol de justiça cujos raios trazem a salvação.” (CCL, 78,550,52)

Desta forma a Sagrada Escritura e a Sagrada Tradição da Apostólica nos mostram porque desde a Ressurreição do Senhor a Igreja guarda o Domingo como o Dia do Senhor.

Bento XVI canoniza seis novos santos neste domingo


Uma multidão se reuniu neste domingo, 17, na Praça de São Pedro para a Missa de canonização de seis novos santos, presidida pelo Papa Bento XVI.

Um padre polaco - do século XV- Estanislau Kazimierczyk; o religioso canadiano André Bessette, que viveu entre os séculos XIX e XX; a religiosa espanhola - do século XIX - Madre Cândida Maria Barriola; a religiosa australiana Mary McKillop, do séc. XIX; e finalmente, da Itália, a Irmã Giulia Salzano, também do séc. XIX; e a monja clarissa - do séc. XV - Baptista Varano, são os novos santos da Igreja Católica. "Todos eles viveram de modo exemplar a fé e a oração de que falam as Leituras da Missa", destacou o Santo Padre na homilia da Missa.

Bento XVI recordou as palavras conclusivas do Evangelho deste domingo: “O Filho do Homem, quando vier, encontrará a fé sobre a terra?”. E comentou que esta é "uma pergunta que quer suscitar um aumento de fé da nossa parte. Está claro que a oração deve ser expressão de fé, caso contrário não é verdadeira oração. Se alguém não crê na bondade de Deus, não pode rezar de modo verdadeiramente adequado. A fé é essencial como base da atitude de verdadeira oração. Foi o que fizeram os seis novos santos que hoje são propostos à veneração da Igreja universal”.

O Papa referiu-se, de maneira especial, a cada um dos novos santos. São Estanislau Kazimierczyk, religioso dos Cônegos Regulares, em Cracóvia, padre, educador, atento ao cuidado dos mais necessitados. “De modo particular estava ligado à Eucaristia, através do ardente amor por Cristo, presente sob as espécies do pão e do vinho; vivendo o mistério da morte e da ressurreição, que de modo incruento se realiza na Santa Missa; através da prática do amor ao próximo”.

Relativamente ao Irmão André Bessete, do Québec, no Canadá, religioso da Congregação da Santa Cruz, porteiro de um colégio em Montreal, o Papa pôs em destaque a modéstia e simplicidade da sua vida, com um iminente grau de fé e de submissão à vontade de Deus. “Profundamente habitado pelo mistério de Jesus, viveu a beatitude dos corações puros e da retidão pessoal. Foi graças a esta simplicidade que ele permitiu a muitos ver a Deus. Fez construir o Oratório São José de Mont Royal, do qual foi responsável até à morte, em 1937 e onde testemunhou inumeráveis curas e conversões”.

Sobre Madre Cândida Maria Barriola, fundadora da congregação das Filhas de Jesus, Bento XVI sublinhou a sua total dedicação a Deus e aos outros. "Aquela jovem de origem simples, com um coração no qual Deus pôs o seu selo e que a levaria bem depressa, sob a guia dos seus diretores espirituais jesuítas, a tomar a firme resolução de viver só para Deus. Decisão mantida fielmente, como ela própria recordava quando estava para morrer. Viveu para Deus e para o que Ele mais quer: chegar a todos, a todos levar a esperança que não vacila, e especialmente aos que dela mais necessitam”.

Quanto a Madre Mary McKillop, o Papa sublinhou o “corajoso e santo exemplo de zelo, perseverança e oração”. “Dedicou-se como jovem à educação dos pobres em dificuldade da Austrália rural, inspirando outras mulheres a unirem-se a ela na primeira comunidade de Irmãs do país. Preocupava-se com as necessidades de cada jovem que lhe estava confiado, sem considerar a condição ou riqueza, assegurando-lhes formação ao mesmo tempo intelectual e espiritual”.

Em seguida, destacou o exemplo de Madre Giulia Salzano, fundadora da Congregação das Irmãs Catequistas do Sagrado Coração de Jesus, “apóstola da educação cristã”. “Madre Giulia compreendeu bem a importância da catequese na Igreja, e, unindo a preparação pedagógica para o fervor espiritual, dedicou-se-lhe com generosidade e inteligência, contribuindo para a formação de pessoas de qualquer idade e condição social”.

Finalmente, referiu-se a Santa Baptista Varano, monja clarissa do século XV: “Tendo entrado aos 23 anos no mosteiro de Urbino, inseriu-se como protagonista naquele vasto movimento de reforma da espiritualidade feminina franciscana que pretendia recuperar plenamente o carisma de santa Clara de Assis. (…) Num tempo em que a Igreja sofria um relaxamento dos costumes, ela percorreu com decisão o caminho da penitência e da oração, animada pelo ardente desejo de renovação do Corpo místico de Cristo”.

fonte:cançaonova.com

Diretora de uma clínica abortista converte-se

Campanha nos EUA resulta em 542 vidas salvas e 8 abortistas arrependidos

Abby Johnson, ex-diretora de um centro de Planned Parenthood, nos Estados Unidos, abandonou esta organização abortista após ver o aborto de uma criança, e agora trabalha com aqueles que rezavam por sua conversão.

Johnson, de 29 anos, trabalhou para Planned Parenthood durante oito anos, até que viu, através de uma transmissão por ultrassonografia, um feto trucidado ao ser aspirado do ventre de sua mãe, no mês de setembro passado.

No dia 6 de outubro, deixou seu trabalho como diretora do centro de Bryan (Texas). E foi à Coalition for Life (Coalizão pela Vida), um grupo pró-vida que nesse momento estava participando em diversas cidades dos EUA da campanha "40 dias pela vida".

David Bereit, diretor nacional de "40 dias pela vida", explicou a ZENIT que a última campanha, que acabou este domingo, outros sete trabalhadores de clínicas abortistas abandonaram sua profissão e, além disso, salvaram-se 542 vidas.

E "esses são apenas os casos que nós conhecemos", acrescentou, resumindo os resultados imediatos da campanha que uniu 212 cidades de 25 estados, 5 províncias do Canadá e Dinamarca.

O programa atual dos "40 dias" começou na clínica de Bryan no ano 2004 como uma iniciativa baseada na oração e no jejum.

Os colaboradores pró-vida se concentraram frente a este centro da organização Planned Parenthood durante seis campanhas até a data, celebrando uma oração de um dia inteiro pelos que promovem e defendem o aborto.

Bereit afirmou: "Desde a primeira campanha em 2004, rezamos por Abby - e por todos que trabalham no aborto- para que ela pudesse chegar a ver o que na realidade é o aborto, e abandonasse este negócio da morte".

"Neste caso, essas orações foram respondidas -continuou. Estamos muito orgulhosos da valentia de Abby ao deixar a indústria do aborto e anunciar publicamente as razões pelas quais deixava".

Também destacou que a história de sua conversão "demonstra a importância de uma presença orante constante e pacífica frente às instalações do aborto".

Ponto de ruptura

Johnson, que agora está aparecendo em programas de rádio e televisão em todo o país, explicou que experimentou uma "mudança de coração a respeito desta questão".

Ela explicou que nos últimos meses, tinha visto uma "mudança nas motivações do impacto financeiro dos abortos e realmente alcancei meu ponto de ruptura após presenciar um tipo concreto de aborto através de ultrassonografia".

"E apenas pensei: não posso fazer isso nunca mais; e foi como um luz que me atingiu e pensei: isso é tudo", disse a KBTX.com.

Johnson, episcopalina, descreveu este momento como uma "conversão definitiva" de coração, una "conversão espiritual".

Também explicou que, apesar de que inicialmente tinha-se envolvido com Planned Parenthood porque queria ajudar as mulheres, começou a duvidar porque o centro estava mudando seu modelo de negócio.

"O dinheiro não estava na prevenção", afirmou, "o dinheiro estava no aborto". Johnson

assinalou a FoxNews.com que atualmente ela estava recebendo instruções de seus chefes regionais para aumentar o número de abortos realizados, para aumentar os lucros.

"Cada reunião que tínhamos era: 'não temos dinheiro suficiente, temos de manter esses abortos que vêm" -explicou. É um negócio muito lucrativo e por isso querem incrementar os números".

Apesar de que o antigo posto de trabalho de Johnson só praticava abortos dois dias por mês, cada dia estava ali o médico, e podia fazer mais de 40. Agora, Johnson está ajudando mulheres, mas a partir do outro lado.

O poder da oração

O diretor de Coalition for Life, Shawn Carney, afirmou: "isso está sendo realmente um testemunho do poder da oração e da valentia de Abby para deixar um trabalho que ela sentia que não podia manter com boa consciência".

"Foi uma alegria para todos nós voluntários, que rezamos pela conversão dos trabalhadores da clínica, ser testemunhos de que as conversões realmente sucedem".

Apesar de que Johnson ainda não encontrou outro trabalho, tem colaborado estreitamente com Carney e com outros membros da coalizão.

Bereit explicou a ZENIT: "o pessoal pró-vida está acolhendo estes antigos trabalhadores do aborto com amor e com os braços abertos".

E acrescentou que o site de sua organização publicou em seus blogs centenas de comentários de pessoas de todo mundo que estão expressando seu apoio a Abby.

Bereit destacou que esta conversão terá resultados de longo alcance, "realmente alentará outras cidades a realizar campanhas '40 dias pela vida', e presenças orantes regulares", inclusive quando o programa não esteja em marcha.

E continuou: "comprometemo-nos a pressionar até o dia em que nenhuma mulher chore e nenhuma criança morra".

Também explicou a ZENIT que se planejam duas novas campanhas para 2010, uma durante a Quaresma, que começará a 17 de fevereiro, e outra no outono, de 22 de setembro a 31 de outubro.

"Ademais -acrescentou Bereit-, '40 dias pela vida' está desenvolvendo ativamente ferramentas e recursos para formar, capacitar e dar autoridade aos pró-vida locais para ampliar e expandir o impacto de seus esforços".

fonte:cleofas.com

Guaratinguetá celebra festa do Frei Galvão, o primeiro santo brasileiro

A Cidade de Guaratinguetá, interior do Estado de São Paulo, celebra a festa do 1º santo brasileiro, Santo Antônio de Sant’Anna Galvão. A novena teve início no sábado (16) e encerra na segunda-feira (25), dia que a Igreja no Brasil celebra a memória de São Frei Galvão. Todos os dias após a novena, às 14h30 será celebrada uma missa na Igreja dedicada ao santo. O tema central da novena é ‘Os sacramentos na vida de Santo Antônio de Sant’anna Galvão’.

Segundo a informação divulgada pelo Portal A12.com, no 1º dia da novena (16), aconteceu o lançamento do livro de História Ilustrada do Santo Frei Galvão, do artista Edson Galvão.O livro será vendido em vários lugares e será destinado ao público Infantil. Neste domingo (17), houve desfile da tradicional cavalaria em honra ao santo, com saída da Chácara Selles, às 10h, rumo ao Recinto de Exposições.

No dia 25 de outubro, dia de Frei Galvão, às 7h30 haverá concentração na Igreja de Frei Galvão, e em seguida, procissão até o Recinto de Exposições onde será celebrada a missa solene, às 10h.
A missa será presidida pelo cardeal arcebispo emérito de Belo Horizonte (MG), Dom Serafim Fernandes de Araújo.

fonte:acidigital.com

Fé no Campo Esperança


Igreja Católica acompanhou mineiros soterrados no Chile desde Agosto até à hora do resgate.

O processo de resgate dos trabalhadores soterrados durante 69 dias na mina de São José, no Chile, foi permanentemente acompanhado pela Igreja Católica, do Papa ao bispo da diocese local, Copiapo.

Na oração dominical pública de 29 de Agosto, Bento XVI recordou “com particular afecto os mineiros” e garantiu-lhes a sua “proximidade espiritual”, concretizada em “orações contínuas” para que mantivessem “a serenidade na espera de uma feliz conclusão dos trabalhos” de resgate.

Em resposta, os trabalhadores enviaram ao Papa uma bandeira do Chile assinada por todos, que foi entregue a Bento XVI no dia 7 de Outubro.

O Papa voltou a pedir preces pelos 33 mineiros nesta Quarta-feira, numa altura em que já decorria o resgate: “Encomendo, com esperança, à divina bondade de Deus, os mineiros da região de Atacama, no Chile”, disse Bento XVI aos mais de 40 mil peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, em Roma.

Os mineiros foram também acompanhados pela Igreja Católica do Chile: a 13 de Setembro, o bispo de Copiapo, D. Gaspar Quintana, juntamente com padres de toda a diocese e centenas de pessoas, levou uma imagem da Virgem Maria ao acampamento “Esperança”, instalado junto à mina, tendo presidido a um momento de oração com os trabalhadores soterrados e seus familiares.

Dois meses depois do acidente, a 4 de Outubro, o presidente da Conferência Episcopal Chilena, D. Alejandro Goic, visitou o local, tendo salientado que os operários presos a cerca de 700 metros de profundidade eram um exemplo de solidariedade, organização e esperança.

Na missa a que presidiu, o prelado recordou o momento em que soube que os trabalhadores estavam vivos e relatou a emoção que sentiu.

D. Alejandro Goic levou imagens da Virgem Maria para cada um dos operários, além de uma carta escrita por ele para os 32 chilenos e outra para o mineiro boliviano, assinada por um sacerdote.

Depois da eucaristia, o presidente do episcopado e o bispo de Copiapo comunicaram com alguns dos mineiros soterrados, entre os quais Mario Sepúlveda, que nesse dia celebrava o seu aniversário.

Esta Terça-feira, poucas horas antes do início da libertação, D. Gaspar Quintana lançou um convite à intensificação das preces: “Nestes momentos cruciais devemos manter a esperança e continuar a acompanhar os acontecimentos na oração e na fé".

O prelado salientou que não se devem “esquecer as lições” do acidente, que apontam para a necessidade de “construir uma sociedade onde o direito a trabalhar em condições de segurança seja respeitado e onde cada pessoa assuma a responsabilidade que lhe cabe para que acontecimentos como este não voltem a ocorrer”.

O Santuário de Fátima assinalou esta Quarta-feira a operação de salvamento dos trabalhadores, que começou no dia em que passavam 93 anos sobre a última aparição mariana aos pastorinhos.

“O nosso pensamento neste momento vai com alegria para o Chile, onde estão a ser resgatados os mineiros que estavam soterrados”, disse com sorriso largo o bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, no fim da missa da peregrinação de 13 de Outubro.

Ontem, Quinta-feira, a imagem de Nossa Senhora da Candelária, que esteve na mina de São José, regressará ao seu santuário.

fonte:cnbbne2.com

Mais de 10 mil fiéis prestigiam a posse de Dom Frei Magnus


No dia da padroeira do Brasil, Dom Frei Magnus tomou posse como primeiro bispo da recém-criada diocese de Salgueiro. Estiveram presentes o governador de Pernambuco, Eduardo Campos; o Núncio Apostólico, dom Lorenzo Baldisseri, representante do Vaticano no Brasil; os arcebispos e bispos do Regional Nordeste 2; e delegações de quinze municípios pernambucanos.

Acompanhado do núncio apostólico, dom Lorenzo Baldisseri, representante do Vaticano no Brasil, e do arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido, o primeiro bispo saiu em carreata até a Catedral, no centro da cidade. Em seguida, todos foram até o estádio municipal, onde foi celebrada uma missa. Mais de dez mil fiéis compareceram ao estádio Cornélio de Barros, para assistir à cerimônia.

Na primeira celebração como bispo, Dom Magnus citou um trecho de “Os Sertões”, de Euclides da Cunha, (“O sertanejo não tem o raquitismo exaustivo dos mestiços neurastênicos do litoral. O sertanejo é, antes de tudo, um forte”) para dizer que não lhe faltará forças para pregar a palavra do Senhor. “Por ser nordestino carrego esta força e sei que, juntos, seremos ainda mais fortes. Tenho que ensinar e, certamente, muito a aprender, pois se espraia a meus pés de pastor, uma vasta área que mais parece uma verdadeira escola de franciscanismo.”

Aproveitando que a nova diocese nasceu sob as bênçãos de Nossa Senhora Aparecida, o bispo lembrou dos excluídos que perambulam nas ruas das grandes cidades. “Precisamos levar com entusiasmo a palavra que liberta e salva e que é alimento salutar para todos os famintos. Precisamos voltar os nossos olhares para os leprosos da pós-modernidade, que continuam a esperar dos cristãos um abraço restaurador, transformador do homem, da sociedade e da Igreja.” No final, citou Santo Tomás de Aquino e repetiu seu lema episcopal. “Tudo posso naquele que me fortalece.”

Guardião e ecônomo do Convento Santo Antônio, em Natal, Dom Frei Magnus, OFMCap, foi nomeado pelo Papa Bento XVI como primeiro bispo da nova Diocese de Salgueiro no dia 16 de junho deste ano. A Diocese de Salgueiro foi desmebrada das dioceses de Petrolina e Floresta, e abrange quinze municípios.

fonte:cnbbne2.com

O dia em que a salvação foi manchete


Arriscar-se para salvar a outros

Olhos fixos naquele apertado e longo túnel que leva até o coração da terra onde estavam os mineiros presos a mais de 40 dias. Tempo longo. Um dia já seria demais. Toda a tecnologia e inteligência foi utilizada neste resgate histórico, no deserto do Atacama, no Chile.

O que mais me impressionou, porém, foi a coragem do primeiro resgatista que entrou na cápsula para descer até onde estavam os mineiros soterrados. Uma coisa é ser surpreendido no meio de um dia de trabalho por uma avalanche e ficar preso a quase um quilômetro abaixo da terra. Dezessete dias sem comunicação é algo somente imaginável para quem passou.

Mas coloque-se no lugar de alguém que hoje está jantando com sua mulher e filhos, sabendo que amanhã vai entrar terra abaixo para prestar sua solidariedade e preparar os mineiros para o resgate.

Por mais seguros que sejam os procedimentos, aquele homem sabia muito bem que nenhum humano havia testado ainda aqueles equipamentos inventados especialmente para a ocasião.

Que valores e convicções motivam este homem a arriscar a própria vida para salvar a dos companheiros?

Esta atitude me faz entender melhor o Coração de Jesus que, sendo Deus, não se apegou à sua divindade, mas esvaziou-se de si mesmo e desceu até nós para nos resgatar! (cf. Filipenses 2,5-11).

Padre Joãozinho, SCJ

FÁTIMA ASSINALA 93 ANOS DA ÚLTIMA APARIÇÃO MARIANA


Mais de cinco mil peregrinos de 27 países estão inscritos na principal missa da Peregrinação Internacional Aniversária ao Santuário de Fátima que se realiza hoje, 13 de Outubro.

Itália é o país mais representado nos 125 grupos que anunciaram a sua presença, com cerca de 1200 fiéis, seguindo-se Portugal, com mais de 750.
O início oficial da peregrinação, presidida pelo arcebispo da diocese brasileira de São Salvador da Bahia, D. Geraldo Agnelo, está marcado para as 18h30 desta Terça-feira, na Capelinha das Aparições.
A celebração de abertura principia com a saudação em várias línguas feita pelo bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, seguindo-se a evocação das aparições de Maria a três pastorinhos, ocorridas entre Maio e Outubro de 1917.
O primeiro momento da peregrinação termina com uma oração pelas necessidades da Igreja e do mundo.

D. Geraldo Agnelo regressa ao recinto pelas 21h30, presidindo ao rito de acendimento das velas a partir de um único círio, gesto seguido da oração do terço, cujo núcleo consiste na recitação de 50 ave-marias divididas em cinco mistérios, ou seja, meditações sobre a vida de Cristo.
Após o terço dá-se início à procissão de velas, que precede a missa, marcada para as 22h30, e dez minutos antes da meia-noite arranca a "procissão do silêncio", antecedendo uma noite de vigília em oração.

As duas primeiras horas de 13 de Outubro são reservadas à adoração do Santíssimo Sacramento - hóstia consagrada que, pelo sacramento da Eucaristia, é o próprio corpo de Jesus -, no interior da basílica, seguindo-se, das 2h00 às 3h30, a via-sacra, procissão que acompanha com momentos de meditação e oração os últimos passos da vida de Jesus até à morte e se pul tura.
A madrugada prossegue com uma celebração mariana na Capelinha das Aparições, marcada para as 3h30, e uma hora mais tarde começa a missa na basílica.
Entre as 5h30 e as 7h00 prevê-se a adoração ao Santíssimo Sacramento, acompanhada da oração litúrgica de Laudes, que assinala o amanhecer.

A partir das 7h00 começa a procissão do Santíssimo Sacramento, no espaço aberto do Santuário, que inclui a meditação de textos bíblicos e uma caminhada dividida em cinco etapas, que se concluirá com a bênção da hóstia consagrada aos fiéis.
A celebração final da peregrinação principia às 9h00 com o terço, na Capelinha das Aparições, seguindo-se, pelas 10h00, a missa, presidida por D. Geraldo Agnelo.
Antes do fim da eucaristia os peregrinos recebem a bênção com o Santíssimo Sacramento, a que se segue a bênção de objectos religiosos e imagens, o convite à consagração pessoal ao "Imaculado Coração de Maria" - com um silêncio de meio minuto - e a procissão do adeus.

O tema para 2010 do Santuário de Fátima é "Reparte com alegria, como a Jacinta", alusão a uma das pastorinhas a quem Maria apareceu, no ano em que se assinala o 10.º aniversário da sua beatificação e da do seu irmão, Francisco Marto.

fonte:zenit.org

Prof. Felipe Aquino: povo brasileiro está muito longe de desejar a descriminalização do aborto


O jornal Folha de São Paulo anunciou recentemente o resultado da pesquisa “Data Folha” que conclui em seu levantamento mais recente que “71% afirmam que legislação sobre o tema deve ficar como está e 7% apóiam a descriminalização”. Assim, em um recente artigo intitulado “Aumenta a rejeição ao aborto no Brasil”o conhecido autor y apresentador católico Prof. Felipe Aquino cita o jornal paulista explicando que “o apoio à proibição do aborto é a mais alta em 17 anos”e que “este dado mostra com clareza transparente que o povo brasileiro está muito longe de desejar que o aborto seja descriminalizado no país”.

O Prof. Aquino adverte em seu artigo que o aborto “trata-se de um crime hediondo que a lei deve condenar severamente. A galinha não mata seus pintinhos no ovo e nem mesmo a cobra mais venenosa mata seus filhotinhos antes de nascerem. A vida é sagrada; é um dom de Deus que precisa ser respeitado da concepção até a morte natural”.

“O apoio à proibição do aborto é o mais alto no Brasil desde 1993, quando o Datafolha começou a série pesquisas sobre o tema. Atualmente, o Código Penal brasileiro classifica o aborto entre os crimes contra a vida. A pena prevista para a mulher que o provocar ou permitir a prática em si mesma vai de um a três anos de detenção (artigo 124). O código prevê duas situações em que o aborto não é crime (artigo 128): se não há outro meio de salvar a vida da gestante e se a gravidez é resultado de estupro”, recordou o autor e apresentador da Canção Nova.

O Professor Felipe destaca que “a Igreja não aceita o aborto também nesses casos porque ninguém pode matar uma criança em caso algum. O médico deve dar à mulher todo o tratamento que for necessário para evitar sua morte, mas não pode matar a criança para salvá-la; são duas vidas sagradas que diante de Deus tem o mesmo valor.”

Falando do caso de violação da mulher, que é uma das exceções da legislação brasileira de pena para o aborto, Aquino afirma que “no caso de estupro pior ainda, pois quem deve ser punido é o estuprador e não a criança inocente; a justiça deve punir o criminoso e não a criança inocente tirando-lhe o direito de viver. Muitas mulheres que foram estupradas e engravidaram tiveram a grandeza de alma de respeitar a vida inocente gerada no seu seio, e amam muito esses filhos”.

fonte:acidigital.com

Show de Padre Fábio de Melo encerra comemorações da Padroeira


Para encerrar as comemorações em homenagem a Padroeira do Brasil o Santuário Nacional realizou na Tribuna Dom Aloísio Lorscheider, o show de Padre Fábio de Melo, que foi precedido do show da banda Genesis.

O show foi transmitido pela REDE APARECIDA DE COMUNICAÇÃO e contou com apresentação de padre Evaldo Cesar e Jessica Fernandes, do programa Bem Vindo Romeiro.

Segundo a contagem parcial, cerca de 10 mil devotos participaram do encerramento da Novena e Festa da Padroeira do Brasil.

Os fiéis que não acompanharam as celebrações deste dia 12 de outubro ou gostariam de rever os melhores momentos, podem acessar o Portal A12 e o blog oficial da festa, e conferir toda a cobertura da Novena e Festa da Padroeira 2010.

fonte:a12.com

Nossa Senhora Aparecida, uma história de fé


A fé de um povo fez da Santa a padroeira do Brasil

A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D.Pedro de Almeida e Portugal , Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá, a caminho de Vila Rica, hoje cidade de Ouro Preto - MG. Convocado pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram a procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram. Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu.

João Alves lançou a rede nas águas e apanhou o corpo de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição sem a cabeça. Lançou novamente a rede e apanhou a cabeça da mesma imagem. Daí em diante os peixes chegaram em abundância para os três humildes pescadores. Durante 15 anos seguidos, a imagem ficou com a família de Felipe Pedroso, que a levou para casa, onde as pessoas da vizinhança se reuniam para rezar.

A devoção foi crescendo no meio do povo e muitas graças foram alcançadas por aqueles que rezavam diante a imagem. A família construiu um oratório, que logo tornou-se pequeno. Por volta de 1734, o Vigário de Guaratinguetá construiu uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública. Em 1834 foi iniciada a construção de uma igreja maior (atual Basílica Velha).

A Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, pescada no rio Paraíba na segunda quinzena de outubro de 1717, feita de argila, que depois de modelada, é cozida em forno apropriado, medindo 40 centímetros de altura. A cor acanelada com que, hoje, é conhecida , deve-se ao fato de ter sido exposta, durante anos, ao picumã das chamas das velas e dos candeeiros. Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo e o número de romeiros foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena.

Era necessário a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar tantos romeiros. Por iniciativa dos missionários Redentoristas e dos Senhores Bispos, teve início em 11 de Novembro de 1955 a construção de uma outra igreja, atual Basílica Nova, o 'maior Santuário Mariano do mundo'. Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo II e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida Santuário Nacional.

Nossa Senhora Aparecida... rogai por nós!!!

Círio bate recorde e atrai 2,2 mi de fiéis em Belém


A multidão que este ano acompanhou o Círio de Nazaré, num trajeto de 4,6 km pelas ruas do centro de Belém (PA), bateu todos os recordes nos 218 anos em que a romaria é realizada: 2,2 milhões de fiéis, segundo o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A maior manifestação católica do mundo, incluindo o próprio Círio e as procissões que o antecedem, como as romarias rodoviária e fluvial, além da Trasladação, ontem à noite, mobilizou cerca de 4,2 milhões de devotos de várias partes do Brasil e até do exterior.

As Forças Armadas e as polícias militar e civil utilizaram dez mil homens e mulheres, acrescidos de 12 mil voluntários da Cruz Vermelha, para garantir a segurança dos romeiros. O novo arcebispo de Belém, dom Alberto Taveira, ficou impressionado com a devoção dos paraenses e também ao ver tanta gente nas ruas. "É uma demonstração de fé única, que não pode ser descrita, mas vivida", disse.

O papa Bento XVI enviou mensagem ao povo paraense lida por dom Taveira antes do começo da romaria, durante missa na Catedral da Sé. "A devoção mariana contribui para a manifestação de fé, a união do povo católico, e reestrutura a igreja em torno de um só credo", observou o papa. Durante a romaria, chamava atenção a quantidade de pessoas que pagavam promessas por graças alcançadas, levando na cabeça e nas mãos réplicas de casas, barcos ou parte do corpo humano, como braços, pernas e cabeças, confeccionadas em cera.

O inglês Edward Powell, que viajou 11 mil km para acompanhar o Círio pela primeira vez, não conteve a empolgação: "nunca vi nada igual. O povo brasileiro tem uma fé que contagia qualquer um." Ao seu lado, o canadense Nelson Ratcliff acrescentou ter ficado impressionado ao ver 15 mil fiéis, com pés descalços e agarrados uns aos outros, numa temperatura de 38 graus, segurando uma corda atrelada à berlinda com a imagem de Nossa Senhora de Nazaré. Ratcliff esteve em 2008 na peregrinação à Meca, na Arábia Saudita, a maior manifestação muçulmana do mundo oriental, mas garante que ela não se compara ao Círio dos paraenses, que para ele é, ao mesmo tempo, "transcendente e original".

O Rosário é a oração mais querida pela Mãe de Deus, diz o Papa Bento XVI


Milhares de fiéis e peregrinos rezaram na Praça de São Pedro este meio-dia o Ângelus dominical com o Papa Bento XVI, quem desde a janela do Palácio Apostólico recordou os presentes da importância da oração do Rosário: a oração mais querida pela Mãe de Deus e que conduz diretamente a Cristo.

O Papa, que celebrou a Missa de abertura da Assembléia Especial para o Oriente Médios do Sínodo dos Bispos, recordou que “naqueles países, infelizmente marcados por profundas divisões e feridas por causa dos vários conflitos, a Igreja está chamada a ser sinal e instrumento de unidade e de reconciliação, seguindo o modelo da primeira comunidade de Jerusalém”.

“Esta tarefa é árdua, pois os cristãos no Oriente Médio se encontram freqüentemente suportando condições de vida difíceis, tanto no nível pessoal como familiar e comunitário. Mas isto não deve desalentar: é justamente neste contexto que é mais necessária e urgente a mensagem de Cristo: ‘Convertei-vos e crede no Evangelho’”, disse o Papa e convidou todos a “rezarem pedindo a Deus uma abundante efusão dos dons do Espírito Santo”.

Seguidamente o Papa se referiu ao mês de outubro como o “mês do Rosário”, no que “se trata de uma entonação espiritual dada pela memória litúrgica da Bem Aventurada Virgem Maria do Rosário, que se celebramos no dia 7”.

Da mesma forma recordou que “estamos convidados a nos deixarmos guiar por Maria nesta oração antiga e sempre nova, muito apreciada por ela porque nos conduz diretamente a Jesus, contemplado em seus mistérios de salvação: de gozo, de luz, de dor e gloriosas”.

“O Rosário –continuou o Papa recordando o venerável João Paulo II– é a oração bíblica, totalmente tecida pela Sagrada Escritura. É uma oração do coração, em que a repetição da ‘Ave Maria’ orienta o pensamento e o afeto para Cristo. É oração que ajuda a meditar a Palavra de Deus e a assimilar a Comunhão eucarística, sob o modelo de Maria que guardava em seu coração tudo aquilo que Jesus fazia e dizia, e sua própria presença”.

Falando em português ao final da oração mariana o Santo Padre disse:
“A minha saudação estende-se a todos os peregrinos de língua portuguesa, em particular aos fiéis cristãos da cidade de Jundiaí, no Brasil, invocando abundantes graças divinas sobre os seus passos para construírem a vida sobre aquela rocha firme que é Cristo vivo na sua Igreja. Deus a todos guarde e abençoe!”

fonte:acidigital.com

CNBB divulga nota sobre momento eleitoral no país


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma nota nesta sexta-feira, 8, sobre o momento eleitoral vivido pelo país. Os bispos congratularam-se com o povo brasileiro por sua participação nas votações do primeiro turno, e também pelos "benefícios decorrentes da aprovação da Lei da Ficha Limpa".

Porém, a CNBB lamentou que o nome da instituição e da própria Igreja Católica "tenha sido usado indevidamente ao longo da campanha, sendo objeto de manipulação". "Certamente, é direito - e, mesmo, dever - de cada Bispo, em sua Diocese, orientar seus próprios diocesanos, sobretudo em assuntos que dizem respeito à fé e à moral cristã", destacou.

A nota conclui incentivando os eleitores a exercerem sua cidadania neste segundo turno e, ressalta que, "a CNBB não indica nenhum candidato", recordando que "a escolha é um ato livre e consciente de cada cidadão". "Diante de tão grande responsabilidade, exortamos os fiéis católicos a terem presentes critérios éticos, entre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana", enfatiza.

Leia a nota na íntegra

Nota da CNBB em relação ao Momento Eleitoral

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, por meio de sua Presidência, congratula-se com o Povo Brasileiro pelo exercício da cidadania na realização do primeiro turno das eleições gerais, quando foram eleitos os representantes para o Poder Legislativo e definidos os Governadores de diversas unidades da Federação, bem como o nome daqueles que serão submetidos a novo escrutínio em 2º turno, para a Presidência da República e alguns governos estaduais e distrital.

A CNBB congratula-se também pelos frutos benéficos decorrentes da aprovação da Lei da Ficha Limpa, que está oferecendo um novo paradigma para o processo eleitoral, mesmo se ainda tantos obstáculos a essa Lei tenham de ser superados.

Entretanto, lamentamos profundamente que o nome da CNBB - e da própria Igreja Católica - tenha sido usado indevidamente ao longo da campanha, sendo objeto de manipulação. Certamente, é direito - e, mesmo, dever - de cada Bispo, em sua Diocese, orientar seus próprios diocesanos, sobretudo em assuntos que dizem respeito à fé e à moral cristã. A CNBB é um organismo a serviço da comunhão e do diálogo entre os Bispos, de planejamento orgânico da pastoral da Igreja no Brasil, e busca colaborar na edificação de uma sociedade justa, fraterna e solidária.

Neste sentido, queremos reafirmar os termos da Nota de 16.09.2010, na qual esclarecemos que "falam em nome da CNBB somente a Assembléia Geral, o Conselho Permanente e a Presidência". Recordamos novamente que, da parte da CNBB, permanece como orientação, neste momento de expressão do exercício da cidadania em nosso País, a Declaração sobre o Momento Político Nacional , aprovada este ano em sua 48ª Assembléia Geral.

Reafirmamos, ainda, que a CNBB não indica nenhum candidato, e recordamos que a escolha é um ato livre e consciente de cada cidadão. Diante de tão grande responsabilidade, exortamos os fiéis católicos a terem presentes critérios éticos, entre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana.

Confiando na intercessão de Nossa Senhora Aparecida, invocamos as bênçãos de Deus para todo o Povo Brasileiro.

Brasília, 08 de outubro de 2010
P. nº 0849/10

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

fonte:cançãonova.com

Não se pode legalizar “o assassinato como medida de saúde pública” no Brasil, esclareceu Dom Beni


“Legalizar o aborto é legalizar o crime”, destacou

Na última matéria da série “Vida: direito de todos” da TV Canção Nova, o especial trouxe uma entrevista com Dom Benedito Beni dos Santos, bispo da diocese de Lorena e Vice-presidente do CONSER-SUL 1, para falar da dignidade e do valor da vida humana. Nela, Dom Beni assinala que nenhuma pessoa, instituição ou legislação, têm o direito sobre a vida de um ser, sobretudo aquele que ainda não nasceu. “Legalizar o aborto é legalizar o crime”, destacou o prelado.

“Toda vida tem um valor em si mesmo”, é um dom sagrado, afirmou Dom Beni, quem acrescentou que
“destruir uma vida inocente que está ainda no sei da própria mãe este é o maior dos crimes”.
Por isso o prelado assinala que legalizar o aborto é legalizar um crime.
“Só Deus é o Senhor da vida. Não existe nada que justifique a prática do aborto, porque o aborto é a destruição de uma vida inocente.”, explica o bispo de Lorena.

Dom Beni disse que “legalizar o aborto é legalizar o crime”. E desmentiu o argumento de que o aborto deveria ser legalizado no Brasil e estar disponível para as mulheres pobres porque estas morrem ao realizá-lo clandestinamente , ao contrário das mulheres ricas, que abortam com em clínicas privadas.
“Ora, não é com o mal que nós vamos sanar o outro mal”, esclareceu o bispo.
Então o governo tem que criar possibilidades para aquelas mulheres que concebem e que por um motivo ou outro que existe, não quer o filho, então que o filho nasça!”. Há instituições, especialmente dentro da Igreja que acolherão estas crianças, “de braços abertos”, disse Dom Benedito.
Não se pode legalizar “o assassinato como medida de saúde pública”, enfatizou.
“Legalizar o aborto como uma questão de saúde publica é uma contradição” declarou o prelado.

“Nós temos direito ao corpo no sentido de cuidar dele, mas ninguém tem o direito de destruí-lo. Por outro lado, nós sabemos que a criança em gestação não é parte do corpo da mulher, é uma nova vida que surge em seu seio e, portanto, um novo ser de direitos que a própria mãe precisa respeitar. De modo algum a criança é um membro do corpo da mãe”, explica dom Beni.

fonte:acidigital.com