Feliz 2012

Uma infinidade de amigos ligados não apenas pelas redes sociais, mas por uma fé comum. Os meios nos facilitaram este contato tão próximo, entramos em sua vida e você, na nossa.

O ano se finda, é preciso olhar para trás e louvar a Deus por tudo o que vivemos e perceber onde erramos para corrigir o que for necessário. Quem caminha com Cristo precisa hoje ser melhor que ontem, numa atitude de humildade, colocando-se no lugar que lhe pertence e dando a Deus o espaço que pertence a Ele, para que o Senhor trabalhe em nossos corações.

É preciso olhar para 2011 e comemorar as vitórias, as alegrias, os desafios, as conquistas. Celebrar a vida daqueles que estão ao nosso lado e também daqueles que partiram para a Pátria Celeste, mas que deixaram um pedacinho de si na estrada que ainda temos de percorrer, tendo como meta principal o Céu.

É muita vida vivida, e como o Salmista bendizemos a Deus: “O SENHOR é bom, eterno é seu amor e sua fidelidade se estende a todas as gerações” (Salmo 100, 5).

A você amigo(a) internauta, companheiro(a) de todos os dias um santo ano de 2012!

Blog Sacrário de Amor

Desejamos a você um Feliz Natal!

“Olhamos a gruta de Belém: Deus se abaixa até o ponto de se deitar numa manjedoura, o que já é um prelúdio da hora da paixão. O cume da história de amor entre Deus e o homem acontece entre a manjedoura de Belém e o sepulcro de Jerusalém. O Eterno entrou nos limites do tempo e do espaço para tornar possível ‘hoje’ o encontro com Ele” (Papa Bento XVI).

Que neste Natal o Menino Jesus, que está em nosso meio, possa encontrar espaço nos nossos corações para fazer morada, não só no dia 25, mas em toda a nossa história.

Que nossos atos, palavras e tudo que somos possam levar Jesus vivo e vivido a todos que passarem por nossa vida.

O Natal, de fato, não é simplesmente o aniversário do nascimento de Jesus, é isso também, mas é mais que isso, é a celebração de um Mistério que marcou e continua a marcar a história do homem: o próprio Deus veio habitar em meio a nós” (Papa Bento XVI).

O Blog Sacrário de Amor deseja a você, internauta, que acompanha o nosso conteúdo, um feliz e santo Natal. Que neste dia você e sua família possam acolher o Menino Deus em seus corações para que vivam felizes, em harmonia e cheios das graças do Senhor!

Muito mais do que ganhar presentes, viajar e reunir a família, contemplemos e vivamos este Mistério na Celebração Eucarística, centro do santo Natal e da vida cristã. Ali Nosso Senhor Jesus Cristo está presente de maneira real.

Que o Senhor proteja, abençoe e ilumine seu Natal e todos os seus dias!


E não se esqueça: Natal feliz é Natal com Cristo!

Blog Sacrário de Amor

A Liturgia do Natal

Natal não é festa de uma ideia, mas é a festa que celebra a nossa salvação

É no ano 336 que temos a primeira notícia da Festa do Natal, ocorrida em Roma. Por intermédio de Santo Agostinho, temos conhecimento de que essa festa era celebrada no século IV também na África. Também na Espanha, no final do século IV, o Natal já era celebrado.

A data 25 de dezembro não é confirmada historicamente como oficial ao nascimento de Jesus. Segundo estudiosos, a explicação mais provável nasce na tentativa de a Igreja de Roma suplantar a festa pagã do “Natalis (solis) incicti”.

Foi no século III que se difundiu no mundo greco-romano o culto ao sol. Foi o Imperador Aureliano (275 d.C.) que deu a esse culto uma importância oficial. Assim, o culto ao sol tornou-se um símbolo da luta pagã contra o Cristianismo. A data principal dessa festa era 25 de dezembro. Era celebrada no solstício 1 de inverno e representava a vitória anual do sol sobre as trevas. Visando purificar essa celebração pagã, a Igreja deu a ela um significado diferente, tendo como base uma rica temática bíblica: Lucas 1,78; Efésios 5,8-14. Enquanto celebrava-se o nascimento do sol, a Igreja apresentou aos cristãos o nascimento do verdadeiro Sol: Cristo, que apareceu ao mundo após longas noites de pecado.

Celebrar o Natal é celebrar o Sol da Vida, que nos ilumina com Sua graça salvadora. É a Luz de um novo tempo que nasce em nosso coração e deseja fazer morada definitiva em nós.

São Leão Magno, em seu "Sermão de Natal", escreve: “O Natal do Senhor não se apresenta a nós como lembrança do passado, mas o vemos no presente”. Fazemos memória presente do nascimento de Cristo em meio à nossa frágil humanidade. Natal não é festa de uma ideia, mas é a festa que celebra a nossa salvação. A Festa do Natal é o ponto de partida para nossa salvação realizada por Cristo.

O Tempo do Natal começa com as primeiras Vésperas do Natal e termina no domingo depois da Epifania (entre 2 e 8 de janeiro). Interessante ressaltar que a Liturgia do Natal do Senhor se caracteriza por quatro Celebrações da Eucaristia, assim distribuídas:

1 – Na tarde do dia 24 se celebra a Missa vespertina . Esta Missa tem caráter festivo, com o canto do Glória e a Profissão de Fé.

2 – Na noite de 25, em geral à meia-noite, celebra-se a primeira Missa do Natal do Senhor.

3 – Ao alvorecer se celebra a segunda Missa do Natal.

4 – Durante o “dia” de Natal se celebra a terceira Missa da festividade.

A solenidade do Natal prolonga sua celebração por 8 dias contínuos, conhecidos como: Oitava do Natal.

Cada uma destas quatro Missas tem Leituras e Orações próprias, a saber:

1 – Missa da Vigília: Primeira Leitura: Is 62,1-5; Salmo Responsorial: Sl 88; Segunda Leitura: At 13,16-17.22-25; Evangelho: Mt 1,1-25.

2 – Missa da Noite: Primeira Leitura: Is 9,1-6; Salmo Responsorial: Sl 95; Segunda Leitura: Tt 2,11-14; Evangelho: Lc 2,1-14.

3 – Missa da Aurora: Primeira Leitura: Is 62,11-12; Salmo Responsorial: Sl 96; Segunda Leitura: Tt 3,4-7; Evangelho: Lc 2,15-20.

4 – Missa do Dia: Primeira Leitura: Is 52,7-10; Salmo Responsorial: Sl 97; Segunda Leitura: Hb 1,1-6; Evangelho: Jo 1,1-18.

Natal é tempo de festa e alegria. É tempo de estar unido à comunidade celebrando o dom da vida manifestada no nascimento de Jesus Cristo. Celebrar o nascimento de Cristo é estar unido à Igreja em todo o mundo que se une na fé e na esperança de um novo tempo. A participação nas Missas é fundamental, pois nos reunimos em comunidade, na qual o Cristo se revela a cada um de nós e a todos por meio do Pão da Palavra e do Pão da Eucaristia. Para melhor participarmos destas celebrações é interessante meditarmos antecipadamente as Leituras que serão proclamadas durante a Missa. O silêncio exterior e interior é oportunidade para melhor celebrarmos o Sol da Vida, que nos ilumina com Seu amor salvífico.


Padre Flávio Sobreiro

Fonte: cançãonova.com

Advento: Tempo de Mundaça

O Ano Litúrgico começa com o Tempo do Advento; um tempo de preparação para a Festa do Natal de Jesus. Este foi o maior acontecimento da História: o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Dignou-se a assumir a nossa humanidade, sem deixar de ser Deus. Esse acontecimento precisa ser preparado e celebrado a cada ano. Nessas quatro semanas de preparação, somos convidados a esperar Jesus que vem no Natal e que vem no final dos tempos.

Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador. Um dia, o Senhor voltará para colocar um fim na História humana, mas o nosso encontro com Ele também está marcado para logo após a morte.

Nas duas últimas semanas, lembrando a espera dos profetas e de Maria, nós nos preparamos mais especialmente para celebrar o nascimento de Jesus em Belém. Os Profetas anunciaram esse acontecimento com riqueza de detalhes: nascerá da tribo de Judá, em Belém, a cidade de Davi; seu Reino não terá fim... Maria O esperou com zelo materno e O preparou para a missão terrena.

Para nos ajudar nesta preparação usa-se a Coroa do Advento, composta por 4 velas nos seus cantos – presas aos ramos formando um círculo. A cada domingo acende-se uma delas. As velas representam as várias etapas da salvação. Começa-se no 1º Domingo, acendendo apenas uma vela e à medida que vão passando os domingos, vamos acendendo as outras velas, até chegar o 4º Domingo, quando todas devem estar acesas. As velas acesas simbolizam nossa fé, nossa alegria. Elas são acesas em honra do Deus que vem a nós. Deus, a grande Luz, "a Luz que ilumina todo homem que vem a este mundo", está para chegar, então, nós O esperamos com luzes, porque O amamos e também queremos ser, como Ele, Luz.

No lº Domingo, há o perdão oferecido a Adão e Eva. Eles morreram na terra, mas viverão em Deus por Jesus Cristo. Sendo Deus, Jesus fez-se filho de Adão para salvar o seu pai terreno. Meditando a chegada de Cristo, que veio no Natal e que vai voltar no final da História, devemos buscar o arrependimento dos nossos pecados e preparar o nosso coração para o encontro com o Senhor. Para isso, nada melhor que uma boa Confissão, bem feita.

Até quando adiaremos a nossa profunda e sincera conversão para Deus?

No 2º Domingo, meditamos a fé dos Patriarcas. Eles acreditaram no dom da terra prometida. Pela fé, superaram todos os obstáculos e tomaram posse das Promessas de Deus. É uma oportunidade de meditarmos em nossa fé; nossa opção religiosa por Jesus Cristo; nosso amor e compromisso com a Santa Igreja Católica – instituída por Ele para levar a salvação a todos os homens de todos os tempos. Qual tem sido o meu papel e o meu lugar na Igreja? Tenho sido o missionário que Jesus espera de todo batizado para salvar o mundo?

No 3º Domingo, meditamos a alegria do rei Davi. Ele celebrou a aliança e sua perpetuidade. Davi é o rei imagem de Jesus, unificou o povo judeu sob seu reinado, como Cristo unificará o mundo todo sob seu comando. Cristo é Rei e veio para reinar; mas o seu Reino não é deste mundo; não se confunde com o “Reino do homem”; seu Reino começa neste mundo, mas se perpetua na eternidade, para onde devemos ter os olhos fixos, sem tirar os pés da terra.

No 4º Domingo, contemplamos o ensinamento dos Profetas: Eles anunciaram um Reino de paz e de justiça com a vinda do Messias. O Profeta Isaías apresenta o Senhor como o Deus Forte, o Conselheiro Admirável, o Príncipe da Paz. No seu Reino acabarão a guerra e o sofrimento; o boi comerá palha ao lado do leão; a criança de peito poderá colocar a mão na toca da serpente sem mal algum. É o Reino de Deus que o Menino nascido em Belém vem trazer: Reino de Paz, Verdade, Justiça, Liberdade, Amor e Santidade.

A Coroa do Advento é o primeiro anúncio do Natal. Ela é da cor verde, que simboliza a esperança e a vida, enfeitada com uma fita vermelha, simbolizando o amor de Deus que nos envolve e também a manifestação do nosso amor, que espera ansioso o nascimento do Filho de Deus.

O Tempo do Advento deve ser uma boa preparação para o Natal, deve ser marcado pela conversão de vida – algo fundamental para todo cristão. É um processo de vital importância no relacionamento do homem com Deus. O grande inimigo é a soberba, pois quem se julga justo e mais sábio do que Deus nunca se converterá. Quem se acha sem pecado, não é capaz de perdoar ao próximo, nem pede perdão a Deus.

Deus – ensinam os Profetas – não quer a morte do pecador, mas que este se converta e viva. Jesus quer o mesmo: “Eu vim para que todos tenham a vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10). Por isso Ele chamou os pecadores à conversão: “Convertei-vos, porque está próximo o Reino dos Céus” (Mt 4,17); “convertei-vos e crede no Evangelho” ( Mc 1,15).

Natal do Senhor, este é o tempo favorável; este é o dia da salvação!

Fonte: cançãonova.com

PADRE ANTÔNIO MARIA ABRE COM CHAVE DE OURO AS FESTIVIDADES DA PADROEIRA DE FERREIROS

Centenas de fiéis acompanharam o primeiro dia da festa em homenagem a Nossa Senhora da Conceição. A festa foi aberta com a procissão da bandeira a Srª Alda Gomes da Silva Ferreira com destino a Igreja Matriz, onde foi celebrada a Santa Missa com o Padre Antônio Maria. Além do Padre Antônio Maria estava presente concelebrando o Pároco Padre Francisco Valdemar, o Padre Ronílson da Ordem dos Irmãos Paulinos e o Diácono Moises Coelho.

Centenas de fiéis lotaram as dependências da Igreja Matriz para ver mais de perto o Padre Antônio Maria que foi muito aplaudido e ovacionado pela multidão presente, por sua vez o Padre Antônio Maria foi muito carinhoso para com todos e demostrou a sua alegria e satisfação em participar do Novenário de Nossa Senhora. Na sua pregação ele refletiu sobre a vida missionária e o dever de cada cristão de levar Jesus Cristo a todas as pessoas.

Após a Santa Missa foi realizado um grande Show, Onde o Padre cantou os seus grandes sucessos, emocionando o público presente. Encerrando assim o primeiro dia do novenário da Padroeira.








Sacrário de Amor Levando o Nosso Testemunho de fé ao Mundo Digital!

PADRE ANTÔNIO MARIA VEM CELEBRAR A ABERTURA DA FESTA DA PADROEIRA EM FERREIROS

Nessa Terça-feira dia 29 de Novembro, a paróquia de Ferreiros-PE celebra a abertura da festa em homenagem a sua padroeira Nossa Senhora da Conceição.

A festa tem inicio a partir das 18h30min com a procissão da bandeira saindo da residência da juíza da bandeira deste ano a Srª Alda Gomes da Silva Ferreira passando pelas principais ruas da cidade até chegar a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição. Onde iremos receber com muito carinho e alegria o Padre Antônio Maria que irá celebrar a Missa de abertura da festa e logo após a Santa Missa um Grande Show para todos os católicos de Ferreiros e de toda a diocese de Nazaré.

A festa da Padroeira deste ano de 2011 se estenderá até o dia 08 de Dezembro, Dia da Imaculada Conceição e o ponto alto da festa. Até lá irá passar por Ferreiros diversos Padres da nossa Diocese, o nosso Bispo Dom Severino Batista de França (30/11) e o Bispo Emérito da Diocese de Nazaré e criador da Nossa Paróquia Dom Jorge Tobias de Freitas.

Desde já o nosso Pároco o Padre Francisco Valdemar convida todo o povo de Deus, de Ferreiros e de toda a Diocese de Nazaré para celebrar conosco os louvores da Grande Mãe de Deus Nossa Senhora da Conceição.

FESTA DA IMACULADA CONCEIÇÃO

PADROEIRA DE FERREIROS - DIOCESE DE NAZARÉ
De 29/11 a 08/12 de 2011

TEMA CENTRAL:
Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil


"Inde pelo mundo inteiro e anuciai aa boa-nova a toda criatura" (Mc. 16,15)

A Igreja existe para evangelizar. Em meio às alegrias e esperanças,tritezas e angústias do ser humano de cada tempo, notadamente dos que sofrem, ela anuncia, por palavras e ações, Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida (cf. Jo 14,6).

Para cumprir sua missão, aIgreja, impusionada pelo espírito santo, acolhe, reza a palavra que salva, escuta os sinais dos tempos, revê práticas pastorais e discerne objetivos e caminhos.
Com esta nota introdutória baseada nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil é que venho convidar a todos os paroquianos, comunidades paroquiais e todo o povo de Deus para celebrar com ânimo nissionário a festa de nossa Padroeira a Imaculada Conceição ela que foi a primeira missionária e que melhor assimilou e viveu o Evangelho.

Pe. Francisco Valdemar Coelho Domingos

QUADRO DE HONRA:

Sua Santidade o Papa Bento XVI
(60 anos de vida sacerdotal)
Bispo Diocesano: Dom Severino Batista de França
(39 anos de vida sacerdotal - 08 de Dezembro)
Bispo Émerito: Dom Jorge Tobias de Freitas

Pároco: Pe. Francisco Valdemar Coelho Domingos
(15 anos de vida sacerdotal - 16 de Outubro)

PROGRAMAÇÃO

Dia 29/11 (terça-feira)
18:30hs Procissão da Bandeira saindo da Residência da Juíza da Bandeira a Srª Alda Gomes da Silva Ferreira. Rua Marechal Cândido Rondon, 21.
Em seguinda a Santa Missa presidida pelo Pe. Antonio Maria e após Show-Louvor
Participação: Todas as comunidades Rurais e Urbanas

Dia 30/11 (Quarta-feira)
18:30hs Terço e Ladainha
19:00hs Santa Missa presidida pelo Revmo.Sr.Dom Severino Batista de França - Bispo Diocesano
Tema: Igreja em estado permanente de Missão (Cf.DG Cap.III;n 3.2)
Responsáveis: Pastotal da Família, CJC, Acólitos
Participação: Sr. Paulo Chaves e Drª Nádia Virgina da Silva Chaves


Dia 01/12 (Quinta-feira)
18:30hs Terço e Ladainha
19:00hs Santa Missa presidida pelo Pe. Edinaldo José de Farias
Tema: Igreja: Casa da iniciação à vida cristã (Cf.DG Cap.III;n 3.2)
Responsáveis:Terço dos Homens, Meces, Santos Arcanjos (08 anos do Grupo Terço dos Homens)
Participação: Srª Maria Nazarena Gomees Cavalcante de Lemos e Família


Dia 02/12 (Sexta-feira)
18:30hs Terço e Ladainha
19:00hs Santa Missa presidida pelo Pe.André Carlos Alexandre da Silva
Tema: Igreja: lugar de animação bíblica da vida e da pastoral (Cf.DG Cap.III;n 3.3)
Responsáveis: Mãe Rainha, Rosa Mística, Sto. Expedito, Gr. do Ofício e Apostolado da Oração (12 anos do Mov. Sto. Expedito)
Participação: Srtª Márcia Gomes Correia e Família


Dia 03/12 (Sábado)
18:30hs Santa Missa presidida pelo Pe. Ailton Maciel Correia da Silva
Tema: Igreja: comunidade de comunidades (Cf. DG Cap.III n 3.4)
Responsáveis: Catequese, OVS
Participação: Srª Ivonete Cavalcante Dias Ferreira e Família


Dia 04/12 (Domingo)
07:00hs Missa Dominical
18:30hs Terço e Ladainha
19:00hs Santa Missa presidida pelo Pe. Fracisco Valdemar Coelho Domingos
Tema: Evangelho do Dia
Responsáveis: Liturgia, Past. da Criança, Past. do Dízimo (22 anos da pastoral da criança)
Participação: Sr. Paulo Veloso e Família


Dia 05/12 (Segunda-feira)
18:30hs Terço e Ladainha
19:00hs Santa Missa presidida pelo Pe. Artur Alexandre da Silva
Tema: Igreja a serviço da vida plena para todos (Cf. DG Cap.III n 3.5)
Responsáveis: Neo-Catecumenato, Obra de Maria
Participação: Sr. José Alencar da Silva e Família


Dia 06/12 (Terça-feira)
18:30hs Terço e Ladainha
19:00hs Santa Missa presidida pelo Pe. Marizaldo Barbosa de Lima
Tema: Maria modelo de ação evangelizadora para a Igreja (Cf. DG)
Responsáveis: Past. Cercerária, Renovação Carismática Católica, Ministérios (25 anos da RCC)
Participação: Srª Maria Anita Ramos de Melo e Família


Dia 07/12 (Quarta-feira)
18:30hs Terço e Ladainha
19:00hs Santa Missa presidida pelo Pe. Israel Silvestre da Silva
Tema: Compromisso de Unidade na Missão (Cf. DG; Conclusão - pág, 105)
Responsáveis: Educandário Coração de Jesus e Família Paulino
Participação: Srª Estelita Félix Marinho de Albuquerque


Dia 08/12 (Quinta-feira) - SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO
05:00hs Alvorada e repique dos sinos
05:15hs Ofício cantado de Nossa Senhora
07:30hs Batizados
10:00hs Concelebração Solene da Festa Presidida pelo Exmo. Sr. Dom Jorge Tobias de Freitas Querido Bispo Emérito de Nazaré
16:30hs Grandiosa Procissão da Excelsa Padroeira de Ferreiros Nossa Senhora da Conceição e após a Santa Missa de encerramento presidida pelo Pároco: Pe. Francisco Valdemar Coelhos Domingos e em seguida Show-Louvor
com o Ministério Dom Bosco da Cidade de Vicência.

Padre dá orientações sobre como interpretar a Bíblia de forma justa

Neste mês de setembro, mediante a proposta da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), os católicos são convidados a traçar um itinerário de fé, tendo em mãos as Sagradas Escrituras. A Palavra de Deus que foi escrita há quase 2.800 anos em ambientes sócio-culturais completamente distintos, possui um sentido tão profundo, que por vezes, ultrapassa aquilo que está escrito.

O cuidado com a interpretação da Bíblia e a aplicação do Evangelho de modo concreto em nossa vida, são atitudes fundamentais que devem brotar durante o contato com os textos sacros, segundo orientação da própria Igreja Católica. O biblista da Diocese de São José dos Campos (SP), Padre Alexandre Vasconcelos, explica como a Igreja orienta seus fiéis quanto à assimilação dos textos bíblicos.

“O leitor orante das Sagradas Escrituras deve meditá-la de modo condizente aos seus dois sentidos. Um texto bíblico tem sempre um sentido literal, histórico e cultural. A interpretação amorosa e cuidadosa deve levar isso em conta para não fazer uma interpretação fundamentalista, que seria o suicídio do pensamento. O segundo sentido das Escrituras, como não podia deixar de ser, é espiritual: às vezes um texto e sua meditação podem ser de caráter moral (mudança de comportamento, postura) ou nos dar esperança no futuro diante dos sofrimentos do tempo presente”, ressaltou.

Quem nunca se pegou perdido diante dos livros do Antigo Testamento, os quais são repletos de símbolos e fatos que muitas vezes nos levam a questionar o real sentido dos acontecimentos que têm como protagonistas os patriarcas e profetas? O Papa Bento XVI chega a afirmar na exortação apostólica pós-sinodal Verbum Domini que o cristianismo não é a religião do livro, mas de uma pessoa, Jesus Cristo.

“Os cristãos devem ler e meditar as sagas e missões dos patriarcas, profetas e heróis bíblicos com os óculos do Novo Testamento, à luz dos evangelhos e das cartas. Assim Jesus fez: leu e interpretou a Bíblia Hebraica (o Antigo Testamento) a partir dele mesmo. Os Apóstolos leram o Antigo Testamento a partir de Jesus Cristo. Paulo fez o mesmo e suas cartas são por vezes uma interpretação do Antigo Testamento sob o crivo de Cristo, do encontro dele com Jesus.A Bíblia em geral, e o Antigo Testamento em particular, só encontra sentido lendo-os com Cristo, por Cristo e em Cristo", explica padre Alexandre.

fonte: Canção nova

Internauta: no próximo domingo, #BoteFe!

#BoteFe. Assim, sem acento e com a letra F em maiúsculo. Essa é a hashtag que vai se espalhar no Twitter no próximo domingo, dia 18 de setembro. É nesse dia que a Cruz dos Jovens e o Ícone de Nossa Senhora chegam ao Brasil, sendo recebidos com uma grande festa em São Paulo, o Bote Fé. Nesse dia começará também a grande peregrinação dos dois símbolos por todo o país, que vai culminar com a Jornada Mundial da Juventude em julho de 2013, no Rio de Janeiro.

Então você que é um jovem conectado em Jesus, aproveite para colocar a tag #BoteFe em seus tuítes – e peça aos seus amigos para fazerem o mesmo. Se você estiver em São Paulo, tuíte contando como está a grande festa. Se não está, mande tuítes falando sobre sua fé, sobre a devoção à Santa Cruz e o seu significado, sobre o amor a Nossa Senhora, sobre as expectativas com relação à peregrinação e à JMJ do Rio de Janeiro, sobre a juventude e a Igreja... enfim, seja criativo e mostre que você bota fé!

Os perfis oficiais @botefesp e @jconectados vão retuitar as mensagens mais legais que tiverem a hashtag #BoteFe.

O tuitaço vai acontecer ao longo de todo o dia, desde as 9h, quando começa a festa em São Paulo. Mas o ponto alto será às 16h, hora da acolhida da Cruz. Nesse horário, não se esqueça de tuitar!

fonte: Jovens Conectados

Bendita Árvore da Cruz, Por Ti eu encontrei o céu!


Nos reunimos com todos os santos, neste dia, para exaltar a Santa Cruz, que é fonte de santidade e símbolo revelador da vitória de Jesus sobre o pecado, a morte e o demônio; também na Cruz encontramos o maior sinal do amor de Deus, por isso :

"Nós, porém, pregamos um Messias crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os pagãos " (I Cor 1,23)

Esta festividade está ligada à dedicação de duas importantes basílicas construídas em Jerusalém por ordem de Constantino, filho de Santa Helena. Uma, construída sobre o Monte do Gólgota e outra, no lugar em que Cristo Jesus foi sepultado e ressuscitado pelo poder de Deus.

A dedicação destas duas basílicas remonta ao ano 335, quando a Santa Cruz foi exaltada ou apresentada aos fiéis. Encontrada por Santa Helena, foi roubada pelos persas e resgatada pelo imperador Heráclio. Graças a Deus a Cruz está guardada na tradição e no coração de cada verdadeiro cristão, por isso neste dia, a Igreja nos convida a rezarmos: "Do Rei avança o estandarte, fulge o mistério da Cruz, onde por nós suspenso o autor da vida, Jesus. Do lado morto de Cristo, ao golpe que lhe vibravam, para lavar meu pecado o sangue e a água jorravam. Árvore esplêndida bela de rubra púrpura ornada dos santos membros tocar digna só tu foste achada".

Bendita Árvore da Cruz - Toca de Assis:


Tu ó Cruz, és minha máxima riqueza
É em Ti que eu encontro prazer
Viver aos teus pés, suspirar por Ti
Dormir o sono suave, desprendido sobre Ti.
Mergulhar nos teus mistérios, tornar-te conhecida e amada
Gloriosa Santa Cruz.
Por Ti eu encontrei o céu, permita-me ao túmulo descer
Abraçado em Ti, o árvore bendita, ó Bendita Árvore da Cruz.
Por causa do Reino feliz, feliz da eterna luz.
Infinita bondade, e única verdade, penhor da salvação.

"Fora da Cruz não existe outra escada por onde subir ao céu!" (Santa Rosa de Lima)

Dicas para uma boa confissão

1 – Para confessar bem é necessária uma preparação imediata com a oração. Em seguida, faz-se um atento exame de consciência a partir da última confissão bem feita.Isto significa confrontar-se com a palavra de Deus para distinguir as próprias incoerências, defeitos e fraquezas em pensamentos, palavras, atos e omissões frente às exigências do Evangelho.

2 – Sentir dor e aversão dos pecados cometidos com o propósito de não mais incorrer nos mesmos erros.

3 – Confessar ao sacerdote, “embaixador de Deus”, todos os pecados graves ou mortais segundo a espécie e o número; é muito útil confessar-se com frequência, mesmo os pecados vêniais, porque se recebe um dom da graça que dá força no caminho de imitação de Cristo.

4 – Fazer todo possível para reparar o mal. A absolvição apaga o pecado, mas não corrige todas as desordens que ele causou. Por isso perdoado do pecado, o pecador deve ainda recuperar a plena saúde espiritual. O exercício penitencial que o confessor sugere não é dado só para expiação dos pecados cometidos e para reparar eventuais danos causados, mas também como ajuda para iniciar uma vida nova e favorecer a plena reparação da enfermidade do pecado.
Esta reparação é a expressão de uma revisão autêntica da vida, na qual o penitente procura suportar e reparar os efeitos maléficos de suas ações ou omissões, no seguimento de Cristo e em solidariedade com seus irmãos, sobretudo com aqueles diretamente atingidos pelos seus pecados.
Ela pode consistir em orações, mortificações, e em obras de misericórdia.

Ato de contrição

Meu Jesus, crucificado por minha culpa, estou arrependido(a) de ter pecado pois ofendi a vós que sois tão bom e merecí ser castigado(a) neste mundo e no outro. Perdoai-me, Senhor! Não quero mais pecar!

O mar é Deus e o barco sou eu!

O mar é Deus e o barco sou eu. Eu quero me perder nesse mar. Empurra-me, Senhor. Impulsiona-me, Senhor. Sopra-me com o vento do Espírito Santo. Sopra-me, Senhor, para minta meta que é o mar. Eu quero me perder nesse mar, quero canalizar todos os desejos do meu coração, todos os desejos que eu venho combatendo achando que eram pecados e que eu sei que não são pecados. Quero canalizar meu desejo sexual e afetivo, meu desejo de droga, meu desejo de viagem, eu sei que esses desejos estão dentro de mim porque o Senhor os colocou em meu coração para que me direcione para Ele. Eu quero entrar nessa viagem sem volta; sei que a minha vida não era e nem será, eu sei que minha vida é, e mesmo que eu queria não há como voltar mais. Eu não quero mais voltar ao pecado. Eu quero experimentar esse mundo de amor, eu quero navegar no amor de Deus.

Jovens Sarados
Pe. Léo, SCJ

Natividade de Nossa Senhora

Hoje é comemorado o dia em que Deus começa a pôr em prática o Seu plano eterno, pois era necessário que se construísse a casa, antes que o Rei descesse para habitá-la. Esta "casa", que é Maria, foi construída com sete colunas, que são os dons do Espírito Santo.

Deus dá um passo à frente na atuação do Seu eterno desígnio de amor, por isso, a festa de hoje, foi celebrada com louvores magníficos por muitos Santos Padres. Segundo uma antiga tradição os pais de Maria, Joaquim e Ana, não podiam ter filhos, até que em meio às lágrimas, penitências e orações, alcançaram esta graça de Deus.

De fato, Maria nasce, é amamentada e cresce para ser a Mãe do Rei dos séculos, para ser a Mãe de Deus. E por isso comemoramos o dia de sua vinda para este mundo, e não somente o nascimento para o Céu, como é feito com os outros santos.

Sem dúvida, para nós como para todos os patriarcas do Antigo Testamento, o nascimento da Mãe, é razão de júbilo, pois Ela apareceu no mundo: a Aurora que precedeu o Sol da Justiça e Redentor da Humanidade.


Nossa Senhora, rogai por nós!

As contribuições católicas para a Bíblia


O próprio Lutero disse: "foi um efeito do poder de Deus que o papado preservou, em primeiro lugar, o santo batismo; em segundo, o texto dos Santos Evangelhos, que era costume ler no púlpito na língua vernácula de cada nação...". Muitos católicos e protestantes não percebem quanto devem a Igreja católica por terem a Bíblia como nós temos hoje. Por exemplo, antes que Lutero fizesse sua tradução em alemão em setembro de 1522, já havia dezessete traduções alemãs (todas antes de 1518) já impressas, doze destas no dialeto do baixo-alemão.

38-61 d.C. O PRIMEIRO EVANGELHO FOI ESCRITO: S. Mateus, um dos doze apóstolos de Cristo, bispo católico e mártir da fé, escreve o primeiro evangelho da vida de Cristo em hebraico. Este evangelho seria seguido por três outros evangelhos escritos em grego. Estes foram o evangelho de s. Marcos (64 d.C.), o evangelho de s. Lucas (63 ou 64 d.C.) e o evangelho de s. João (97 d.C.).

52 d.C. A PRIMEIRA EPÍSTOLA FOI ESCRITA: S. Paulo, apóstolo de Cristo, bispo católico e mártir da fé, escreve a primeira epístola a uma parte da Igreja. Esta é conhecida hoje como "Primeira aos Thessalonicenses". Este escrito seria seguido de 21 outras epístolas apostólicas por vários autores católicos, sendo o último escrito pelo apóstolo s. João, em 69 d.C.

64 d.C. FOI ESCRITO OS ATOS DOS APÓSTOLOS: S. Lucas, discípulo de s. Paulo, bispo da Igreja católica e mártir da fé, escreve "Atos dos Apóstolos", uma história da igreja católica da Páscoa até a morte de s. Paulo. Atos e o Evangelho Segundo São Lucas, fez s. Lucas o autor da maior parte do NT, ou seja, 28%.

98-99 d.C. O ÚLTIMO LIVRO DIVINAMENTE INSPIRADO DOS APÓSTOLOS É FEITO: S. João, apóstolo de Cristo e bispo da Igreja católica, escreve o último livro divinamente inspirado dos apóstolos. Isto é conhecido hoje como "Apocalipse".

153-170 d.C. O PRIMEIRO TRATADO EM "A HARMONIA DOS EVANGELHOS". : Amais antiga tentativa de fazer uma harmonia foi por Taciano (morreu em 172) e seu título, Diatessaron, dá abundante evidência da primitiva aceitação na Igreja católica de nossos quatro Evangelhos canônicos. A próxima Harmonia foi feita por Amônio de Alexandria, professor de Orígenes, que apareceu em 220 d.C., mas se perdeu.

2º - 3º SÉCULO d.C. A PRIMEIRA ESCOLA DA BÍBLIA: Os antigos católicos começaram uma escola em Alexandria para a aprendizagem dos Evangelhos e outros escritos católicos antigos.

250 d.C. A PRIMEIRA BÍBLIA EM IDIOMA PARALELA: O católico Orígenes cria a edição da Hexapla do VT, que continha o hebraico paralelo com versões gregas.

250 d.C. A PRIMEIRA BIBLIOTECA CATÓLICA: O católico Orígenes cria uma bem equipada biblioteca na Cesaréia, com a finalidade de estudar os Evangelhos e outros escritos católicos antigos.

250-300 d.C. A PRIMEIRA BÍBLIA EM FORMA DE LIVRO: Os judeus usaram o rolo de papiro, os primitivos católicos foram os primeiros ao usar a forma de livro (códice) para Escrituras.

SÉCULO IV - O PRIMEIRO USO DA PALAVRA "BÍBLIA": Veio da palvra grega "biblos", que significa o lado interno do papiro, papel-cana de onde eram feitos os primeiros papéis, no Egito. A forma latina "Biblia", escrita com uma letra maiúscula, veio a significar "O Livro dos Livros", "O Livro" por excelência. As Santas Escrituras foram chamadas de Bíblia pela primeira vez por s. Crisóstomo, arcebispo católico de Constantinopla, no séc. IV.

SÉCULO IV - AS MAIS ANTIGAS BÍBLIAS EXISTENTES: As duas mais antigas Bíblias existentes, que contém o Velho e a maioria (mas não completo) do Novo Testamento, chamam-se hoje de Códice Vaticanus (325-350 d.C.), o Códice Sinaiticus (340-350 d.C.), o Códice Ephraemi (345 d.C.) e o Códice Alexandrinus (450), que foram copiados à mão por monges católicos.

367 D.C. O PRIMEIRO USO DO PALAVRA "CÂNON": S. Atanásio, bispo católico de Alexandria, é o primeiro em aplicar o termo cânon para o conteúdo da Bíblia, introduzindo o verbo canonizar que significa "dar sanção oficial a um documento escrito".

367 D.C. O CÂNON DO NOVO TESTAMENTO: A 39ª carta festal de S. Atanásio, bispo católico de Alexandria, enviada para as igrejas sob sua da jurisdição em 367, terminou com toda a incerteza sobre os limites do cânon do NT. Nela, preservada em uma coleção de mensagens, listou como canônicos os 27 livros do NT, embora os organizasse em uma ordem diferente. Esses livros do NT, na ordem atual são os quatro Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas, João), Atos dos Apóstolos, Romanos, 1 Coríntios, 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 Tessalonicenses, 2 Tessalonicenses, 1 Timóteo, 2 Timóteo, Tito, Filemôn, Hebreus, Tiago, 1 Pedro, 2 Pedro, 1 João, 2 João, 3 João, Judas e Apocalipse.

388 D.C. O PRIMEIRO GLOSSÁRIO DE NOMES DA BÍBLIA: S. Jerônimo compilou o "Livro de Nomes Hebreus, ou Glossário de Nomes Formais do Velho Testamento". O Livro de Nomes Hebreus foi sem dúvida de muito uso na ápoca em que as pessoas quase não conheciam o hebraico, embora o arranjo seja estranho com um glossário separado para cada livro da Bíblia.

388 D.C. O LIVRO DOS NOMES DE LUGARES HEBREUS: S. Jerônimo compilou o "O Livro dos Nomes de Lugares Hebreus" que foram feitos primeiro por Eusébio com adições de Jerônimo. Os nomes sob cada letra são colocados em grupos separados na ordem dos livros das Escrituras nas quais eles aparecem; por exemplo, na letra A temos os nomes de Gênesis, depois Êxodo, e assim por diante. Mas não há lugar para fantasia, e o testemunho de homens que viveram na Palestina nos séc. IV e V ainda são de grande valor ao estudante da topografia sagrada. Quando os lugares estão fora do conhecimento do escritor, ele usa de especulação, como quando o autor nos fala que a Arca pode ser encontrada nas proximidades do Ararat.

390 D.C. A PRIMEIRA COMPILAÇÃO COMPLETA DO VELHO E NOVO TESTAMENTO: No Concílio de Hipona, a Igreja católica reuniu os vários livros que reivindicaram serem escrituras, revisou cada um e decidiu quais eram inspirados ou não. A Igreja católica reuniu todos os livros e epístolas inspirados em um volume chamado A Versão de Septuaginta do Velho Testamento (que foi traduzida por setenta estudiosos em Alexandria, Egito por volta de 227 a.C. e foi a versão que Cristo e os apóstolos usaram) e é a mesma Bíblia que temos hoje. A Igreja católica deu-nos então, a Bíblia.

400 D.C. A MAIOR PARTE DAS ESCRITURAS SAGRADAS TRADUZIDAS: Nas línguas siríaco, cóptico, etíope, georgiano(8). Na região do Reno e Danúbio (Império romano) UMA versão gótica foi traduzida pelo bispo gótico Ulfilas (318-388), quem, depois de inventar um alfabeto, produziu uma versão das Escrituras da septuaginta do VT e do grego.

406 D.C. A TRADUÇÃO ARMÊNIA: Em 406 o alfabeto armênio foi inventado por Mesrob, que cinco anos depois completou uma tradução do VT e NT da versão siría em armênio. (

405 D.C. A PRIMEIRA TRADUÇÃO DA BÍBLIA COMPLETA NA LINGUAGEM COMUM: A Vulgata latino, de latin editio vulgata,: "versão comum", a Bíblia ainda usada pela Igreja católica romana, foi traduzida por S. Jerônimo (quem os tradutores da versão KJV de 1611 em seu prefácio o chamaram de "o pai mais instruído, e o melhor lingüista de sua época ou de qualquer antes dele"). Em 382, o papa Dâmaso pediu a Jerônimo, o maior estudioso bíblico de sua época, que produzisse uma versão latina aceitável da Bíblia das várias traduções que eram então usadas. Sua tradução latina revisada dos Evangelhos apareceu em 383. Usou a versão da Septuaginta grega do VT do qual ele produziu uma nova tradução latina, um processo que ele completou em 405. (3) É como tradutor das Escrituras que Jerônimo é mais conhecido. Sua Vulgata foi feita no momento certo e pelo homem certo. O latim ainda estava vivo, apesar do Império Romano estar desaparecendo. E Jerônimo era mestre em latim.

450-550 A.D O BEZAE CANTABRIGIENSIS (TAMBÉM CHAMADO CÓDICE BEZAE): Este é o manuscrito bilíngüe mais antigo existente, com o grego na página esquerda, e latim à direita. O Bezae Cantabrigiensis era um texto ocidental copiado c. 450-550 e que preservou a maior parte dos quatro Evangelhos e partes de Atos.

SÉCULO VII - A PRIMEIRA TRADUÇÃO DA BÍBLIA EM PARA O FRANCÊS: As versões francesas dos Salmos e o Apocalipse, e um métrico do Livro de Reis, apareceu já no sétimo século. Em 1223 uma tradução completa foi feita sob o rei católico Louis, o Piedoso. Isto foi 320 anos antes da primeira versão francesa protestante. Até o décimo quarto século, foram produzidas muitas histórias da Bíblia.

SÉCULO VII - A PRIMEIRA VERSÃO ALEMÃ: A história da pesquisa Bíblica mostra que as numerosas versões parciais no vernáculo na Alemanha já aparecem nos séc. VII e VIII. Também há abundância dessas versões nos séc. XIII e XIV, e uma Bíblia completa no séc.XV, antes da invenção da imprensa.

SÉCULO VIII - A PRIMEIRA TRADUÇÃO DA BÍBLIA EM INGLÊS: Por Adelmo, bispo de Sherborne, e Bede. Uma tradução do século IX da Bíblia para o inglês (no dialeto anglo-saxão) foi feita por Alfred. Uma tradução do séc. X para inglês foi feita por Aelfric. Foi feita uma tradução em 1361 da maior parte das Escrituras no dialeto inglês (anglo-normando). Isto foi vinte anos antes da tradução de Wycliffe em 1381.

SÉCULOS VIII e IX - O USO DA FORMA DE ESCRITA CHAMADA "MINÚSCULA": Como o bloqueio do comércio oriental de papiro fez o mercado ocidental usar o pergaminho, o fator econômico ficou potente. Para caber mais letras na página, o copista teve de usar letras menores e apertadas. Alguns, para preservar suas formas, colocavam algumas acima e outras abaixo linha. O resultado foi uma forma de escrita chamada "Minúscula"?pequenas letras, com iniciais maiúsculas para ênfase. Este sistem ainda é usado hoje. Foi uma mudança gramatical da "Maiúscula" - que consistia de ltras grandes usadas pelos gregos, romanos e judeus.

SÉCULO IX - A PRIMEIRA TRADUÇÃO ESLAVA DA BÍBLIA: Os santos católicos Cirilo e Metódio pregaram o Evangelho para os eslavos na segunda metade do nono século e S. Cirilo, tendo formado um alfabeto, fez para eles uma versãoVelho Eclesiástico Eslavo, ou Búlgaro, uma tradução da Bíblia do grego. No fim do décimo século esta versão entrou na Rússia e depois do décimo segundo século sofreu muitas mudanças lingüísticas e textuais. Uma Bíblia eslava completa foi feita de um códice antigo no tempo de Waldimir (m. 1008) foi publicada em ostrogodo em 1581.

1170 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA PARALELA EM INGLÊS: O Psalterium Triplex de Eadwine, que continha a versão latina acompanhada por textos anglo-normandos e anglo-saxões, se tornou a base de versões anglo-normandas.

SÉC. XII - A PRIMEIRA DIVISÃO DE CAPÍTULOS: Foi o arcebispo católico britânico de Canterbury, St. Estêvão Langton (morreu em 1228), foi o primeiro a dividir as Escrituras em capítulos: 1.163 capítulos no VT e 260 no NT.

SÉC. XIII - A PRIMEIRA TRADUÇÃO DA BÍBLIA EM ESPANHOL: Sob o rei Alfonso V de Espanha.

1230 D.C. A PRIMEIRA CONCORDÂNCIA: Uma concordância da Bíblia da Vulgata latina foi compilada pelo frade dominicano Hugo de São Cher.

1300 D.C. A PRIMEIRA TRADUÇÃO DA BÍBLIA EM NORUEGUÊS: O mais antiga e celebrada é a tradução de Gênesis-Reis chamada Stjórn ("Direção"; i.e., de Deus) em norueguês antigo, em 1300. As versões suecas do Pentateuco e de Atos sobreviveram do décimo quarto século e um manuscrito de Josué-Juízes por Nicholaus Ragnvaldi de Vadstena de c. 1500. A versão dinamarquesa mais antiga de Genêsis-Reis deriva de 1470.

1454 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA IMPRESSA: Um católico chamado Gutenberg causou grande excitação quando no outono daquele ano exibiu uma amostra na feira do comércio de Frankfurt. Gutenberg rapidamente vendeu todas as 180 cópias da Bíblia da Vulgata latina até mesmo antes da impressão estar acabada.

1466 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA IMPRESSA EM ALEMÃ: Isto foi cinqüenta oito anos antes de Lutero fazer sua Bíblia alemã em 1524. Nestes cinqüenta e oito anos os católicos imprimiram 30 diferentes edições alemãs da Bíblia.

1470 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA IMPRESSA EM ESCANDINAVO: No décimo quarto século, foram feitas versões das Epístolas dominicas e dos Evangelhos para uso popular na Dinamarca. Grandes partes da Bíblia, se não uma versão inteira, foi publicada em 1470.

1471 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA ITALIANA: Muitos anos antes de Lutero fazer sua Bíblia (começou em 1522) os católicos já tinham feito 20 diferentes edições italianas da Bíblia.

1475 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA IMPRESSA EM HOLANDÊS: A primeira Bíblia em holandês foi impressa por católicos na Holanda em Delft em 1475. Algumas foram impressas por Jacob van Leisveldt em Antwerp.

1478 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA IMPRESSA EM ESPANHOL: Muitos anos antes de Lutero fazer sua Bíblia (começou em 1522) os católicos já tinham feito 2 diferentes edições espanholas da Bíblia.

1466 D.C. O PRIMEIRA BÍBLIA IMPRESSA EM FRANCÊS: Muitos anos antes de Lutero fazer sua Bíblia (começou em 1522) os católicos já tinham feito 26 diferentes edições francesas da Bíblia.

1516 D.C. A PRIMEIRA IMPRESSÃO DO NOVO TESTAMENTO GREGO: Um católico chamado Erasmofez a primeira impressão de seu NT grego. Muitos anos antes de Lutero fazer sua Bíblia (começou em 1522) os católicos já tinham feito 22 diferentes edições gregas da Bíblia.

1534 D.C. O PRIMEIRO USO DE ITÁLICOS PARA INDICAR PALAVRAS QUE NÃO ESTAVAM NO ORIGINAL: Um católico chamado Munster foi o primeiro em usar itálicos para indicar palavrasque não estavam nos textos originais grego e hebraico, em sua versão da Vulgata latina.

1548 D.C. AS PRIMEIRAS VERSÕES CHINESAS: Entre as traduções mais antigas uma versão é a de S. Mateus por Anger, um católico japonês (Goa, 1548). O jesuíta Padre de Mailla escreveu para uma explicação dos Evangelhos para domingos e festas em 1740.

1551 D.C. A PRIMEIRA DIVISÃO DE VERSÍCULOS: A primeira divisão da Bíblia em versículos é vista pela primeira vez em uma edição doNT grego publicada em Paris pelo católico Robert Stephens.

1555 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA IMPRESSA COMPLETA COM CAPÍTULOS E VERSÍCULOS: A primeira divisão da Bíblia em capítulos e versículos é vista pela primeira vez em uma edição do Vulgata publicada em Paris pelo católico Robert Stephens.

1561 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA COMPLETA EM POLONÊS: Foi impressa em Cracóvia em 1561, 1574, e 1577. Jacob Wujek, S.J., fez uma nova tradução da Vulgata (Cracóvia, 1593) admirada por Clemente VIII e que foi muito reimpressa.

1579 D.C. A PRIMEIRA VERSÃO MEXICANA: A primeira Bíblia conhecida no México foi uma versão dos Evangelhos e Epístolas em 1579 por Dídaco de S. Maria, O.P., e o Livro de Provérbios por Louis Rodríguez, O.S.F. Uma versão do NT foi feita em 1829, mas só o Evangelho de S. Lucas foi impresso.

1836 D.C. A PRIMEIRA TRADUÇÃO DA BÍBLIA PARA O JAPONÊS: Uma versão do evangelho de S. João e dos Atos foi editada em katakana (tipo quadrado) em Cingapura (1836) por Charles Gutzlaff.

Fonte: http://www.veritatis.com.br

A Origem da Bíblia

Neste mês da Bíblia iniciamos uma serie de matérias sobre a palavra de Deus que se faz presente em nossas vidas. Muitas pessoas se surpreendem ao saber que a Bíblia utilizada pelos protestanes é diferente da Bíblia utilizada pelos católicos. Mas qual é a diferença?

Como já escrevemos, o catálogo sagrado foi começou a ser definido pela Igreja Católica em 393 durante o Concílio Regional de Hipona (África). A Igreja desde os tempos apostólicos, utilizou a versão grega dos livros sagrados, chamada Septuaginta.

Desde o séc. IV até o séc. XVI, a Bíblia era a mesma para todos os cristãos. A diferença ocorreu durante a Reforma Protestante, quando Martinho Lutero renegou 7 livros do antigo testamento (Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, trechos de Daniel e Ester) e a carta de Tiago do Novo Testamento.

Lutero renegou tais livros porque eram fortemente contrários à sua doutrina. Por causa de uma das colunas de sua doutrina a "Sola Fide" ou Somente a fé, Lutero alterou o famoso versículo "Mas o justo viverá da fé" (Rm 1,17) para "Mas o justo viverá somente pela fé", e renegava a Carta de Tiago, que ensina que somente a fé não basta, é preciso as obras. Devido ao prestígio que a Carta de Tiago tinha, Lutero não obteve sucesso ao excluir tal livro. Quanto ao Antigo Testamento, os protestantes então revolveram ficar com o catálogo definido pelos Judeus da Palestina.

Este catálogo Judaico foi definido por volta de 100 DC na cidade de Jâmnia, e estes foram os critérios estabelecidos pelos judeus para formarem seu cânon bíblico:

  • O livro não poderia ter sido escrito fora do território de Israel;
  • O livro teria que ser totalmente redigido em Hebraico;
  • O livro teria que ser redigido até o tempo de Esdras (458-428 AC);
  • O livro não poderia contradizer a Torah de Moisés (os 5 livros de Moisés).

Devido à enorme conversão de judeus ao cristianismo, principalmente os judeus de língua grega, é que os judeus que não aceitaram a Cristo, desenvolveram um judaísmo rabínico, isto é, um judaísmo ultra-nacionalista, para frear a conversão das comunidades judaicas ao cristianismo. Com este cânon bíblico, era proibida pelo menos a leitura de todo o Novo Testamento, que mostra fortemente o cumprimento da promessa do Messias na pessoa de Cristo.

Muitos dos originais hebraicos de alguns livros foram perdidos, existindo somente a versão grega na época da definição do cânon judaico. Isto significa que livros como Eclesiástico e Sabedoria, escritos por Salomão, não foram reconhecidos pelos judeus de Jâmnia, além de outros livros que foram escritos em aramaico durante o domínio caldeu e persa. Recentemente os arqueólogos encontraram em Qruman no Mar Morto, o original hebraico do livro Eclesiástico.

Estes livros do Antigo Testamento que não foram unânimimente aceitos são chamados técnicamente de deuterocanônicos.

Os protestantes entram então em grande contradição, pois aceitam a autoridade dos Judeus da Palestina para o Antigo Testamento e não aceitam a mesma autoridade para o Novo Testamento. Aceitam a autoridade da Igreja Cátólica para o Novo Testamento e não aceitam a mesma autoridade para o Antigo Testamento.

Os apóstolos em suas pregações utilizavam a versão grega dos livros antigos, note que das 350 citações que o Novo Testamento faz dos livros do Antigo Testamento, 300 também se referem aos livros deuterocanônicos.

Fonte: http://www.veritatis.com.br

Setembro, mês de bíblia

Estamos em setembro, e no Brasil já é uma tradição que este mês seja lembrado como o “Mês da Bíblia”. Setembro foi escolhido pelos Bispos do Brasil como o mês da Bíblia, em razão da festa de São Jerônimo, celebrada no dia 30. São Jerônimo, que viveu entre 340 e 420, foi o secretário do papa Dâmaso e por ele encarregado de revisar a tradução latina da Sagrada Escritura. Essa versão latina feita por São Jerônimo recebeu o nome de Vulgata, que, em latim, significa popular e o seu trabalho é referência nas traduções da Bíblia até os nossos dias.

Ao celebrar o mês da Bíblia, a Igreja nos convida a conhecer mais a fundo a Palavra de Deus, a amá-la, cada vez mais, e a fazer dela, cada dia, uma leitura meditada e rezada. É essencial ao discípulo missionário o contato com a Palavra de Deus para ficar solidamente firmado em Cristo e poder testemunhá-lo no mundo presente, tão necessitado de sua presença. “Desconhecer a Escritura é desconhecer Jesus Cristo e renunciar a anunciá-lo. Se queremos ser discípulos e missionários de Jesus Cristo é indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus. É preciso fundamentar nosso compromisso missionário e toda a nossa vida cristã na rocha da Palavra de Deus” (DA 247).

A Bíblia contém tudo aquilo que Deus quis nos comunicar em relação a nossa salvação. Jesus é o centro e o coração da Bíblia. Em Jesus se cumprem todas as promessas feitas no Antigo Testamento para o Povo de Deus.

Ao lê-la, não devemos nos esquecer que Cristo é o ápice da revelação de Deus. Ele é a Palavra viva de Deus. Todas as palavras da Sagrada Escritura tem seu sentido definitivo Nele, porque é no mistério de sua morte e ressurreição que o plano de Deus para a nossa salvação se cumpre plenamente.

Dom Raymundo Cardeal Damasceno Assis

Arcebispo de Aparecida - SP

Fonte:CNBB

Bote fé! JMJ Rio-2013: é a nossa vez!

A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) da Espanha mal terminou, e já estamos envolvidos na preparação da próxima Jornada, que acontecerá no Brasil em menos de 2 anos! Mais exatamente, de 23 a 28 de julho de 2013, no Rio de Janeiro. Antes disso, porém, haverá os dias da Pré-Jornada, envolvendo, de alguma forma, o Brasil todo, com jovens vindos de numerosos países de todo o mundo, a serem a acolhidos em nossas dioceses e paróquias. Na Espanha, vinham de 170 países!

De fato, a próxima Jornada já começa no próximo dia 18 de setembro, quando serão acolhidos os sinais da JMJ, a cruz e o ícone de Nossa Senhora em nossa cidade, como ponto de partida para sua peregrinação por todo o Brasil. Com a presença desses dois sinais da JMJ, as juventudes das dioceses e comunidades locais poderão se preparar para sua peregrinação, finalmente, ao Rio de Janeiro, em julho de 2013.

Para o dia 18 de setembro, está sendo preparado o evento chamado BOTEFÉ, no Campo de Marte, com cantores, celebrações, testemunhos e várias outras iniciativas e atrações, para envolver a juventude e também os adultos e crianças, das 9h00 às 21h00; a cruz da JMJ será acolhida festivamente às 16h00 no local; em seguida, haverá a Missa. É a hora de manifestarmos nossa fé, carinho e apoio à juventude. Paróquias, famílias, grupos, movimentos, pastorais, organizações juvenis, escolas, todos estão convidados! O êxito do evento dependerá do envolvimento de todos nós, católicos paulistanos e paulistas!

De fato, a preparação e a realização da JMJ-Rio 2013 será uma “tempo favorável”, uma graça especial para a juventude em nosso país. É ocasião para não se perder e para aproveitar desde o primeiro momento, que será, justamente, a acolhida da cruz em São Paulo, no dia 18. Em seguida, ela permanecerá em nossa Arquidiocese por alguns dias, em várias igrejas e locais, para que muitos tenham a oportunidade de venerar esses sinais, que já emocionaram milhões de jovens nas Jornadas.

Para nossa alegria, o papa Bento XVI já definiu o tema da JMJ-Rio 2013: “Ide, pois, fazei discípulos entre todas as nações!” (Mt 28, 19); está na continuidade do tema da JMJ de Madrid: Estar “firmes na fé, enraizados e edificados em Cristo”, deve levar espontaneamente e organizadamente a “fazer discípulos” de Cristo. A fé, quando verdadeira, não fica guardada somente para si, mas torna-se contagiosa! Está na continuidade também dos temas que movem a evangelização na América Latina, depois da Conferência de Aparecida (2007): “discípulos missionários de Jesus Cristo, para que, nele, nossos povos tenham vida”.

No final da JMJ de Madrid, o papa Bento XVI convidou os jovens a retornarem aos seus 170 povos diversos, para contar aos outros o que viram e ouviram durante aqueles dias memoráveis... Não é diverso daquilo que Jesus mandou os discípulos fazerem, ao enviá-los em missão entre todos os povos. Os cristãos têm muito para anunciar aos povos! E também têm bons motivos para convidar outras pessoas para irem ao encontro de Cristo, deixando-se envolver e encantar por ele... A festa que está sendo preparada para o dia 18 de setembro, no Campo de Marte, já será uma boa ocasião para fazer isso!

Card. Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo - SP


O Padre Paulo Ricardo Nos Fala como foi a Jornada Mundial da Juventude de 2011:

Fonte: CNBB

Dia do Catequista

No último domingo do mês de agosto celebra-se o Dia do Catequista. Esta importante vocação tem, ao longo dos anos, iniciando crianças e adultos no Catolicismo, através da preparação para a Primeira Eucaristia.

Deus utiliza o trabalho dos e das catequistas para revelar-se àqueles que melhor desejam conhecê-Lo. A maioria das pessoas recebeu a formação catequética ainda na infância; outras, já adultas. Certamente, porém, a lembrança do catecismo é algo marcante na vida do católico. É o catequista quem conduz os primeiros passos dados na direção do encontro com Jesus Sacramentado e as primeiras experiências de Deus.

Neste mês das Vocações, peçamos especialmente pelo trabalho desses homens e mulheres pelo mundo afora, para que o Espírito do Senhor continua a frutificar palavras e ações que revelem Deus aos outros.


Oração do Catequista


Senhor, vós me chamastes a ser catequista na vossa Igreja neste imenso Brasil, na vossa comunidade que também é minha.


Vós me confiastes a missão de anunciar a vossa Palavra, de denunciar o pecado, de testemunhar pela minha própria vida os valores do Evangelho.


Recuo diante do vosso chamado. É pesada, Senhor, a minha responsabilidade. Mas, se me escolhestes, confio na vossa graça.


Caminharemos juntos, Senhor. Vós, apoiando-me, iluminando-me; eu, colocando-me à vossa disposição, à disposição da Igreja, preparando-me e atualizando-me sempre mais para servir melhor o vosso povo.


Fazei-me o vosso instrumento para que venha o vosso Reino, Reino de amor e paz, de fraternidade e justiça, Reno, no qual Deus será tudo em todos. Amém.

Parabéns a todos os Catequistas!!!

Vocação Religiosa e a Ordem Beneditina

O termo monge, no latim monachus, tem sua origem no termo grego monós, (que significa um, um só), um só não no sentido de único, solitário, sozinho, isolado, mas um só no sentido de uno, completo, todo, inteiro, sem divisão. O monge é, pois, aquele que está em busca da sua unidade essencial e existencial, que procura esta unidade fundamental do seu ser em Deus, consigo mesmo, com os demais seres humanos e com o cosmos. O monge alcança a sua unidade sendo um só, com Deus; um só com a humanidade; e um só, com a criação.

Nesse contexto, o monaquismo beneditino reconhece como ponto fundamental, sentido da sua existência e sua razão de ser, a busca de Deus (“si revera Deum querit” = se busca verdadeiramente a Deus, Regra de São Bento 64). Busca de Deus que, no âmbito da Revelação Cristã, identifica-se com o conhecimento de Cristo, conhecimento este que, por sua vez, está necessariamente relacionado com o seguimento de Jesus. Logo, buscar verdadeiramente a Deus é conhecer a Cristo e conhecer verdadeiramente a Cristo é segui-lo, tornar-se seu discípulo e amigo.

Ora, falando aos Abades beneditinos em 1966, o Papa Paulo VI assim definia os monges: “Aeterni Dei estis investigatores” – sois pesquisadores do Deus Eterno. Nesta fórmula, ele traduzia em termos modernos, e no latim ciceroniado da Cúria, a velha definição do monaquismo segundo a tradição beneditina: “Si revera Deum Quaerit” – isto é, a autenticidade da vocação do candidato é reconhecida “se, na verdade, ele procura a Deus”. Essa terminologia de origem bíblica foi sempre mantida no monaquismo. Ela é hoje carregada de novas riquezas e cheia de imensa impregnação intelectual e humana. Tal vocabulário pode aplicar-se compropriedade ao que os antigos monges chamavam de busca de Deus (Quaesitio Dei).

O projeto que inspira a vida monástica obedece, pois, a certo ideal e a uma esperança. Na vida beneditina, este ideal de “buscar verdadeiramente a Deus” e “nada antepor ao amor de Cristo” se estrutura sobre três pilares: a oração (ora), o estudo (legere) e o trabalho (et labora). Estas são as colunas que sustentam a sólida edificação da vida monástica beneditina como sendo uma Escola do Serviço do Senhor, “Schola Dominici Servitii” (Prólogo da Regra de São Bento, 45). Saiba Mais

Padre Paulo Ricardo fala sobre a Vocação Religiosa:


Fonte: mosteirinho.webs.com/

Solenidade da Assunção de Nossa Senhora em Ferreiros

Na noite do ultimo Domingo dia 21/08 foi celebrada na Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Ferreiros-PE, a Solenidade da Assunção da Virgem Maria. Com uma Missa Solene Celebrada pelo nosso Pároco o Pe. Francisco Valdemar. Nesta mesma noite os paroquianos da cidade de Ferreiros receberam com muito carinho e alegria os Fiéis
Católicos da Cidade de Vicência-PE que vieram visitar o seu antigo Pároco, O Padre Francisco Valdemar hoje Pároco da Cidade de Ferreiros.

No Inicio da Celebração o Padre Francisco Valdemar apresentou aos Fiéis e abençoou a nova Cathedra(Cadeira), do celebrante do Altar. Também foram abençoadas as novas âmbulas e o novo Turíbulo. Uma celebração Belíssima com a Igreja Matriz lotada de fiéis que acompanhavam com alegria e muita atenção cada Palavra do Padre, na sua Homilia o Padre Francisco Valdemar convidava os fiéis a refletir sobre a sempre Virgem Maria ela que subiu aos céus para junto do seu filho Jesus interceder por nós.

No fim da Missa o Padre Noticiou que já começou os preparativos para a festa da Padroeira(Nossa Senhora da Conceição) no dia 08/12, ele afirmou que na Abertura da Festa o Padre Antônio Maria irá celebrar uma Missa campal e fará um show musical, ele também confirmou a presença dos Bispos Dom Severino Batista de França e Dom Jorge Tobias de Freitas durante a Festa. Ele também informou que durante toda esta semana de segunda-feira (22/08) até a sexta-feira dia (26/08) acontecerá às 60 horas de adoração ao santíssimo sacramento na Igreja Matriz de 08:00hs até às 20:00hs pedindo pelos 60 anos de sacerdócio do santo Padre o papa Bento XVI.
Veja Mais Fotos:

Sacrário de Amor, Levando o Nosso Testemunho de Fé ao Mundo Digital!

Vocação Religiosa, Um Dom de Deus Para o Mundo


A Vocação Religiosa é um dom para a Igreja e um sinal para o mundo. Os religiosos são consagrados a Deus para servi-lo e para servir os irmãos e irmãs. Este serviço se dá através de um jeito próprio, ou seja, de acordo com o Carisma de cada Congregação religiosa e de cada membro da mesma como um dom, como um modo próprio de ser e agir. Esse dom dado pelo Espírito torna a pessoa apta a realizar determinada missão.
O jovem vocacionado ingressa em uma família religiosa conforme o carisma pessoal e de acordo com o Carisma da Instituição que ele escolhe para uma missão específica.

Os Religiosos são homens e mulheres que ouviram um dia o chamado de Deus para colocarem suas vidas a serviço, em total entrega a Deus e aos irmãos e irmãs. São chamados a deixarem tudo: casa, família, propriedade, bens, e livremente ingressam numa Congregação ou Ordem religiosa. Professam os Votos de pobreza, castidade e obediência.

Pobreza aqui quer ter o significado de capacidade de desprendimento de si mesmo, não ter nada de próprio, para que, livre dos bens materiais, na liberdade interior, possa ter Deus como o Tudo, único bem, o Absoluto de sua vida.

Castidade é, além da renúncia livre do matrimônio, ser capaz de ofertar seu coração e todo o seu ser a Deus, numa abertura de amor mais ampla, livre, um amor oblativo, a Deus e nele, a todas as pessoas, numa entrega amorosa na missão que assume como projeto de Deus para sua vida.

Obediência: Busca constante da vontade de Deus, para melhor servir. A obediência a Deus passa por mediações: A Igreja, a Congregação religiosa na pessoa dos superiores e à fraternidade.
Ela se dá através de um íntimo relacionamento com Deus, na abertura e confronto aberto, maduro e sincero entre os membros.

A Origem da Vida Consagrada

O Fundamento da Vida Consagrada é Jesus Cristo. Ele que sendo de condição divina não quis viver segundo a glória que tinha, mas se esvaziou, veio a este mundo, tornando-se um de nós, e em atitude de humildade se entregou até à morte e morte de Cruz (cf fil 2, 1-11s). É Ele próprio quem faz apelo para o seu seguimento: “Jesus subiu ao monte e chamou os que Ele quis escolher e foram até Ele” ( Mc3,13); Constituiu o grupo dos doze para que ficassem com Ele... e os enviou a pregar, com poder de expulsar os demônios e realizar a mesma missão que Ele realizava.

Além do apelo aos discípulos e aos doze, lança convite ao jovem rico, e como condição da vida em perfeição manda deixar tudo, vender os bens e dar aos pobres, isso seriam as condições para o seguimento. E Fala de alguns que renunciam à vida conjugal e abraçam o celibato por causa do Reino de Deus (Mt 19, 12 a 21).
Também São Paulo Apóstolo fala que escolheu viver sem casar para facilitar a missão (1cor 7, 7)
Nos primeiros tempos do Cristianismo temos o testemunho de homens e mulheres que viviam sem casa em vida de oração e serviço a Deus e aos pobres, bem como o testemunho dos mártires e das virgens que escolhiam morrer preservando a virgindade.

A Vida Religiosa surge como sua primeira forma, no séc III e IV com os Monges do Deserto que buscam viver em oração,silêncio, penitência, jejum e trabalho (Santo Antão, São Basílio, São Pacômio), Mais tarde, São Jerônimo, Santo Agostinho, São Bento. No Séc.XII e XIII São Francisco de Assis e São Domingos, chamadas Ordem dos Mendicantes e a Ordem Feminina, com Santa Clara de Assis.


Assim a Vida Consagrada se expandiu sempre mais através das Congregações Religiosas de Vida contemplativa e ativa. Hoje a ela é chamada a viver sempre mais comprometida com o profetismo, no anúncio, na denúncia, na renuncia e no testemunho, assumindo a fidelidade dinâmica e criativa que lhe é própria, vivendo a radicalidade do batismo, dentro dela mesma, na Igreja, na sociedade através de sua opção preferencial, audaciosa e atualizada pelos empobrecidos e excluídos da sociedade,vivendo a missão de Jesus, sendo sinal para o mundo, anunciando o Reino de Deus. Por sua natureza ela é profética e sempre é chamada a radicalizar seu jeito de viver e anunciar o Evangelho com seu próprio jeito de ser.

É Jesus a sua força, seu sustento, seu alento, sua luz; por isso o Consagrado busca na palavra de Deus, na oração contínua e na Eucaristia o vigor e as graças necessárias para continuar servindo a Deus e aos irmãos e irmãs com alegria, coragem e esperança

Papa anuncia que irá proclamar São João de Ávila Como novo doutor da Igreja

Durante a Missa para os seminaristas, na manhã deste sábado, 20, na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Madri, na Espanha, o Papa Bento XVI anunciou que vai declarar São João de Ávila como novo Doutor da Igreja.

“Com grande alegria, no marco da santa igreja Catedral de Santa Maria a Real da Almudena, quero anunciar agora ao povo de Deus que, acolhendo os pedidos do Senhor Presidente da Conferência Episcopal Espanhola, o Eminentíssimo Cardeal Antônio Maria Rouco Varela, Arcebispo de Madri, dos outros Irmãos no Episcopado da Espanha, bem como de um grande número de Arcebispos e Bispos de outras partes do mundo, e de muitos fiéis, declararei, proximamente, São João de Ávila, presbítero, Doutor da Igreja”, disse o Papa.

Ao divulgar esta notícia, o Pontífice expressou seu desejo de colocar as palavras e a vida desde santo como exemplo para os seminaristas ali presentes.

“Convido todos a dirigirem o olhar para ele, e confio à sua intercessão os Bispos da Espanha e de todo o mundo, bem como os presbíteros e seminaristas para que, perseverando na mesma fé que ele ensinou, possam modelar seu coração conforme os sentimentos de Jesus Cristo, o Bom Pastor, a quem seja dada toda glória e honra por todos os séculos dos séculos”, destacou Bento XVI.

Quem são os doutores da Igreja?

A Igreja Católica atribui oficialmente o título de doutor da Igreja àquelas pessoas que têm uma autoridade teológica e doutrinal, em razão da certeza de seu pensamento, a santidade de suas vidas e a relevância de suas obras.

Atualmente existem 33, dos quais 3 são mulheres. A última a ser declarada doutora da Igreja foi Santa Teresinha de Lisieux em 19 de outubro de 1997.


São João de Ávila

João de Ávila, nasceu em Almodóvar del Campo, em Castilla Nueva. Estudou filosofia e teologia na Universidade de Alcalá. É considerado como um dos mais influentes Santos da Espanha do século XVI. Foi amigo de Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus (jesuítas) e conselheiro espiritual da Santa Teresa, se atribui a ele também a conversão de São Francisco de Borja e São João de Deus.

Ordenado sacerdote mostrou tal eloquência, que o Arcebispo de Sevilha pediu que se dedicasse à evangelização em seu país. Trabalhou durante 9 anos nas missões de Andaluzia.

Dedicou-se a pregar o Evangelho em todas as regiões da Espanha, principalmente nas cidades. Os mais famosos de seu escritos são suas cartas e o tratado: “Audi Filia”.

Foi beatificado em 1894 e canonizado pelo Papa Paulo VI em 31 de maio de 1970. Sua festa se celebra no dia 10 de maio.

Fonte:http://noticias.cancaonova.com

Jornada Mundial da Juventude reúne 3 milhões de jovens

A participação dos jovens na Jornada Mundial da Juventude - Madri, surpreende pela quantidade, pela emoção e pela fé.

O Beato João Paulo II foi o destaque na homilia do arcebispo de Madri, cardeal Antonio María Rouca Varela, que presidiu a missa de abertura da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), na noite desta terça-feira, 16, na capital espanhola. “As JMJ são inseparáveis do beato João Paulo II”, disse o cardeal recordando que foi o papa João Paulo II quem criou as Jornadas em 1985.

“João Paulo II é o papa dos jovens”, acrescentou o cardeal sob os aplausos calorosos da multidão que lotou a Praça Cibeles para a abertura da JMJ. “Com ele começa um período histórico novo, inédito da relação do sucessor de Pedro com a juventude e uma relação da Igreja com a juventude, direta, de coração a coração”, ressaltou o arcebispo de Madri.

O cardeal lembrou também as raízes cristãs da Espanha ao afirmar que a “principal senha de identidade histórica, de sua cultura e de seu modo de ser, é a profissão da fé cristã de seus filhos e filhas e a comunhão com a Igreja Católica”.

Falando diretamente aos jovens, o cardeal exortou os jovens a encontrarem Cristo. “Cristo é quem busca vocês”, disse. Segundo o cardeal, o jovem encontra Cristo nos sacramentos da eucaristia e da confissão, “nos pobres nos enfermos e nos irmãos que estão em dificuldade”.

A missa começou pontualmente às 20h (horário local), quando o sol ainda era forte. Foram distribuídas sombrinhas para os bispos e os jovens recorreram ao boné com a logomarca da JMJ, colorindo toda a praça. Ao todo, a JMJ tem a previsão de reunir em torno de 3 milhões de jovens.

Capital da Juventude

Ao final da missa, o presidente do Conselho Pontifício para os Leigos, dom Stanisław Ryłko, acolheu, entusiasmado, os jovens. “Finalmente vocês estão aqui, em Madri, belíssima e moderna metrópole, que nesses dias será a capital da juventude católica do mundo inteiro”, disse.

De acordo com dom Rytko, os dias da Jornada serão para os jovens“dias de inesquecíveis e importantes descobrimentos e de decisões para sua vida”. Ele destacou a importância dos jovens reafirmarem sua fé como testemunho para um mundo em que “muitos vivem como se Deus não existisse”.

“Nestes dias, a fé estará no centro de nossa reflexão, porque a fé é decisiva na vida de cada homem. A fé dá à nossa vida a orientação decisiva”, recordou. “Vocês se reuniram aqui para dizer em voz alta a todo mundo e em particular à Europa: sim, a fé é possível”, acrescentou.

Na busca de Cristo

O bispo de Franca (SP), dom Pedro Luiz Stringhini, saiu animado da celebração. “Esta celebração de abertura foi uma demonstração para a Espanha e para o mundo de que os jovens estão no caminho da busca de Jesus Cristo, firmes na fé, alegres na esperança, dando testemunho de um mundo novo”, avaliou.

O mesmo entusiasmo foi mostrado também pelo bispo de Petrópolis (RJ), dom Filippo Santoro. “Esta celebração foi um momento extraordinário, uma palavra de encorajamento, de força e de fidelidade a todos os jovens”, considerou.

Ele falou, ainda, da expectativa do Rio de Janeiro, que deverá ser a sede da próxima jornada em 2014. “O Rio de Janeiro está vendo tudo para dizer: vamos tentar fazer a mesma coisa e melhor”, concluiu.

Fonte: CNBB

REDES SOCIAIS E O POSICIONAMENTO DA IGREJA

As redes sociais são uma realidade presente no nosso dia a dia, não só no Brasil como no mundo. Cada dia se torna mais comum ouvir falar em Twitter, Orkut, Facebook entre outras redes. A igreja por sua vez não pode ficar para traz, deve usar esses novos meios para cativar, principalmente a juventude que é o público que mais utiliza esses serviços.

O papa Bento XIV no 45º Dia Mundial das Comunicações sociais enviou uma carta que defende a presença cristã nas redes, não só como divulgação de conteúdo cristão, mas como testemunho de vida.

“Também no mundo digital, não pode haver anúncio de uma mensagem sem um testemunho coerente por parte de quem anuncia. Nos novos contextos e com as novas formas de expressão, o cristão é chamado de novo a dar resposta a todo aquele que lhe perguntar a razão da esperança que está nele”, enfatizou Bento XVI.

Essa prática é levada a sério pelo Vaticano que possui seu perfil oficial no microblog Twitter (http://twitter.com/news_va_pt) e dispõe também de uma página no Facebook (http://www.facebook.com/pages/Vaticano) onde foi possível acompanhar o processo de beatificação do Papa João Paulo II, o que faz com que a igreja possa se aproximar dos fiéis.

O santo padre exorta para que as redes sejam usadas como forma de evangelização, porém adverte para os perigos como se refugiar em um mundo paralelo ou expor-se excessivamente ao mundo virtual. “Na busca de partilha, de ‘amizades’, confrontamo-nos com o desafio de ser autêntico, fiéis a si mesmos, sem ceder à ilusão de construir artificialmente o próprio ‘perfil’ público”. disse.