ABRAÇO, O LIVRO DO PADRE FRANCISCO VALDEMAR


O novo pároco de Ferreiros-PE, o Padre Francisco Valdemar já escreveu um livro no ano passado (2010), quando ainda era pároco da cidade de Vicencia-PE. O livro que fez sucesso na sua ultima paróquia promete fazer o mesmo aqui em Ferreiros-PE. Intitulado "ABRAÇO" o livro foi lançado pela editora da Comunidade Obra de Maria, e com a apresentação de Gilberto Gomes Barbosa Fundador da Comunidade.

No livro o autor vem através dos seus escritos valorizar o abraço, que vem primeiro o do pai que nos abraça e acolhe na Trindade, em seguida vem a acolhida do abraço familiar, a começar pelos nossos pais e parentes mais próximos, depois necessitamos ainda do abraço da vida espiritual na comunidade que vivemos e junto vem o abraço dos amigos na sociedade.

Diz uma parte do livro: "Abraçar é se dar ao outro como um conforto, um alento, uma esperança. Abraços mudam a sua vibração; são capazes de transformar uma vida toda de tristezas e abandonos." E ainda: "Cada vez que você abraça alguém, levando-lhe conforto, isso pode acender nele uma grande luz. E não se esqueça de que Jesus abraçava os doentes e leprosos levando-lhes conforto e esperança". E é nesse espírito de abraçar e deixar ser abraçado que o Pe. Francisco Valdemar trás o seu livro para nossa cidade, esperando que você através dele possa abraçar mais e conviver melhor com as pessoas que você ama.

O livro está a venda na casa paroquial ao lado da nossa paróquia, você compra com o autor e ainda ganha o autografo no livro e recebe a sua benção sacerdotal.

Homilia do IV Domingo do Tempo Comum


Por: Mons. José Maria Pereira

Onde está a Felicidade?

Jesus está diante de uma multidão imensa! Esperam dEle a sua doutrina salvadora, que dará sentido às suas vidas. Então Jesus subiu ao monte e começou a ensinar-lhes (Mt 5, 1-12).

É esta a ocasião que Jesus aproveita para traçar uma imagem profunda do verdadeiro discípulo.

Trata-se do Evangelho das bem-aventuranças que constitui um resumo do Sermão da Montanha e de todo o Evangelho de Jesus Cristo.

“Bem-aventurado” significa feliz, ditoso, e em cada uma das Bem-Aventuranças Jesus começa por prometer a felicidade e por indicar os meios para consegui-la. Por que Jesus começa falando da felicidade? Porque em todos os homens há uma tendência irresistível para serem felizes; esse é o fim que têm em vista em todos os seus atos; mas muitas vezes buscam a felicidade no lugar em que ela não se encontra, em que só acharão tristeza.

“Jesus começou a ensiná-los: Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt 5, 2-3).

A atitude fundamental exigida para participar do Reino dos Céus é a pobreza em espírito. Pobre em espírito é todo aquele que tem a atitude de confiança da criança em relação a seus pais. Pobre em espírito é quem coloca toda a sua confiança no Senhor. É o que não coloca sua segurança nos bens materiais, na glória e na fama, mas em Deus. O cristão considera-se diante de Deus como um filho pequeno que não tem nada em propriedade; tudo é de Deus seu Pai e a Ele o deve. A pobreza em espírito, quer dizer, a pobreza cristã, exige o despreendimento dos bens materiais e austeridade no uso deles.

O espírito de pobreza, a fome de justiça, a misericórdia, a pureza de coração, o suportar injúrias por causa do Evangelho são aspectos de uma única atitude da alma: o abandono em Deus, a confiança absoluta e incondicional no Senhor.

Em geral o homem antigo, mesmo no povo de Israel, procurava a riqueza, o gozo, a estima, o poder, e considerava tudo isso como a fonte de toda a felicidade. Jesus traça um caminho diferente. Exalta e abençoa a pobreza, a doçura, a misericórdia, a pureza, a humildade.

Com as Bem-aventuranças, o pensamento fundamental que Jesus queria inculcar nos ouvintes era este: só o servir a Deus torna o homem feliz.

O conjunto de todas as Bem-aventuranças traça, pois, um único ideal: o da santidade. Ao escutarmos hoje novamente essas palavras do Senhor, reavivamos em nós esse ideal como eixo de toda a nossa vida. Como nos diz o Apóstolo S. Paulo: “Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1Ts 4, 3). Chama cada um à santidade e a cada um pede amor: a jovens e velhos, a solteiros e casados, aos que têm saúde e aos enfermos, a cultos e ignorantes; trabalhem onde trabalharem, estejam onde estiverem.

Sejam quais forem as circunstâncias por que atravessemos na vida, temos que sentir-nos convidados a viver em plenitude a vida cristã. Não pode haver desculpas, não podemos dizer a Deus: “Esperai, Senhor, que se solucione este problema, que me recupere desta doença, que deixe de ser caluniado ou perseguido…, e então começarei de verdade a buscar a santidade”. Seria um triste engano não aproveitarmos precisamente essas circunstâncias duras para nos unirmos mais a Deus.

“Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem e perseguirem…Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus” (Mt 5, 11-12). Assim como nenhuma coisa da terra nos pode proporcionar a felicidade que todos procuramos, assim nada nos pode tirá-la se estivermos unidos a Deus. A nossa felicidade e a nossa plenitude procedem de Deus. Peçamos ao Senhor que transforme as nossas almas, operando uma mudança radical nos nossos critérios sobre a felicidade e a infelicidade.

Seremos necessariamente felizes se estivermos abertos aos caminhos de Deus em nossas vidas. Quando os homens, para encontrarem a felicidade, experimentam caminhos diferentes do da vontade de Deus, diferentes daquele que o Mestre nos traçou, no fim só encontram solidão e tristeza. Longe do Senhor, só se colhem frutos amargos e, de uma forma ou de outra, acaba-se como o filho pródigo enquanto esteve longe da casa paterna: comendo bolotas e cuidando de porcos (Lc 15, 11-32).

São felizes aqueles que seguem o Senhor, aqueles que lhe pedem e fomentam dentro de si o desejo de santidade.

Quando nos falta alegria, com certeza, é porque não procuramos a Deus de verdade, no trabalho, naqueles que nos rodeiam, nas dificuldades. Não será, talvez, porque ainda não estamos inteiramente desprendidos? “Alegre-se o coração dos que procuram o Senhor”!

fonte:www.presbiteros.com.br

Baixe ou ouça a homilia do IV Domingo do Tempo Comum na voz do Padre Paulo Ricardo:
25 Testemunho de Fé – 4o. Domingo do Tempo Comum (30/01/2011) « Christo Nihil Praeponere

Pornografia acaba com sua vida


* “Parem de ver pornografia ou vocês destruirão suas vidas”, alerta ex-atriz pornô convertida.

Jennifer Case deixou a indústria do sexo três anos atrás pela graça de Deus, diz ela, e a mensagem dela para os homens é muito clara: “Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela”.

Numa entrevista para “The Porn Effect” (O Efeito Pornô), Case testifica de sua própria experiência pessoal acerca dos malefícios que a indústria pornográfica provoca nas mulheres envolvidas. Ela diz que ficou traumatizada, oprimida e abusada, e ficou viciada em drogas e precisava de dinheiro da pornografia para continuar tendo condições de comprá-las. Fisicamente ela tinha de lidar com doenças sexualmente transmissíveis: “Tive tantas infecções diferentes o tempo inteiro. Deixei Hollywood porque fiquei muito doente de clamídia. Meu abdome doía tanto que tive de voltar para casa”, disse ela.

A indústria pornográfica é alimentada pelos seus consumidores — eles e seu dinheiro impulsionam o destrutivo negócio — e daí dá para se atribuir os danos feitos a essas mulheres aos consumidores bem como produtores. Contudo, a ex-atriz pornô não guarda amargura contra os homens pela vida passada dela. Ela possui um discernimento profundo da natureza viciadora da pornografia e diz que compreende que só com a ajuda de Deus os homens conseguem sair do vício, assim como foi com a ajuda de Deus que ela deixou essa vida.

“Homens, Deus ama vocês! Eu amo vocês também e sempre orarei por todos vocês, para que as cadeias sejam quebradas”, diz ela. “Você é escravo da pornografia tanto quanto qualquer atriz pornô. Se você está vendo pornografia ou está viciado à pornografia, você está tentando encher um vazio dentro de você que só Deus pode preencher. Toda vez que você olha pornografia, você está aumentando o vazio, e você destruirá sua vida”.
Ela diz que a pornografia é “maligna” e “é uma droga, veneno e mentira”.

“Se você pensa que poderá guardá-la no escuro, Deus a tirará para fora, para a luz, para deter você e curar você”.

Num apelo muito franco, Case concluiu a entrevista dizendo: “Essas mulheres são preciosas e merecem ser amadas exatamente como vocês merecem. Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela. Em toda pornografia existe a filha de alguém. E se fosse a sua filhinha? Você pode realmente estar ajudando na morte de alguém! Atores e atrizes pornôs morrem o tempo todo de AIDS, overdoses de drogas, suicídios, etc. Por favor, parem de olhar pornografia”.

fonte:www.comshalom.org/blog/carmadelio

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O NOVO PÁROCO DE FERREIROS O PADRE FRANCISCO VALDEMAR

No ultimo dia 06 de Janeiro de 2011 fizemos uma entrevista com o Padre Francisco Valdemar Coelho Domingos o novo pároco da paróquia Nossa Senhora da Conceição de Ferreiros-PE. Entre vários assuntos falados ele fala sobre as suas expectativas para com a nova paróquia e a sua mensagem para todo o povo católico do nosso município.

CONFIRA A ENTREVISTA:

BLOG SACRÁRIO DE AMOR: QUEM É O PADRE FRANCISCO VALDEMAR?
O PADRE RESPONDE:
Sou um padre católico, apostólico, romano da diocese de Nazaré. Ordenado aos 16 de outubro de 1996 na cidade de Uruburetama-CE,minha terra natal. Acima de tudo sou um padre amigo e irmão daqueles que Deus me confiar a missão de apascentar.

BLOG SACRÁRIO DE AMOR: COMO FOI O SEU DESPERTAR VOCACIONAL?
O PADRE RESPONDE:
Desde criança desejei ser Padre, só então tive que trabalhar e entrei no seminário aos 23 anos de idade. Meu despertar vocacional se deu por incentivo da família e do padre da minha terra naquele tempo.

BLOG SACRÁRIO DE AMOR: COMO FOI A EXPERIÊNCIA DO SEMINÁRIO?
O PADRE RESPONDE:
foi uma experiência muito rica, pois lá além do conhecimento acadêmico aprendemos também boas maneiras de comportamento. Somos preparados para a vida de liturgia da igreja como comunidade eclesial.

BLOG SACRÁRIO DE AMOR: DURANTE SUA VIDA SACERDOTAL, QUE ACONTECIMENTOS O SENHOR DESTACA? QUE LIÇÕES APRENDEU?
O PADRE RESPONDE:
São tantas as lições. Uma delas é que devemos ser humildes de coração, sem apego aos bens terrenos. Tudo passa. Destaques são as paróquias que trabalhei. Saboeiro no Ceará a 1ª, São Vicente Férrer-PE a 2ª, Vicência-PE a 3ª e agora Ferreiros a 4ª.

BLOG SACRÁRIO DE AMOR: QUAIS SUAS EXPECTATIVAS PARA COM NOSSA PAROQUIA?
O PADRE RESPONDE:
Vim com amor para anunciar o Evangelho. Isso resume. Vim fazer aquilo que Jesus fez: Pregar o Evangelho.

BLOG SACRÁRIO DE AMOR: COMO É O SEU TRABALHO PASTORAL JUNTO AOS MOVIMENTOS E PASTORAIS DA IGREJA?
O PADRE RESPONDE:
Trabalhar juntos pra construir o Reino de Deus. Apoiar tudo aquilo que vier em nome de Jesus para fazer crescer o Reino.

BLOG SACRÁRIO DE AMOR: QUE MENSAGEM GOSTARIA DE DEIXAR PRA NOSSA COMUNIDADE?
O PADRE RESPONDE:
Desejo um ano de bênçãos e paz. Vamos caminhar juntos na construção de Reino de Deus. Vamos ser família. Família se entre ajudam. Vamos nós também nesta família que é a igreja dar as mãos e juntos ser o povo vivo de Deus.

VEJA O VÍDEO DA ENTREVISTA:

PARTE 1

PARTE 2

Blog Sacrário de Amor levando o nosso testemunho de fé ao mundo digital, de Ferreiros para o mundo.

Idade média: período de noites? Mas e seu crescimento?


* A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura Européia desapareceu?

A Idade Média foi uma época de grande progresso cultural.
As grandes sumas, e as obras de arte que ainda permanecem insuperadas, o atestam.

1–Progresso geral

“No segundo terço do século XI começou um progresso acelerado. Foi uma fermentação de tudo; floração um tanto desordenada, audácia criadora, tal foi o tom do século XII. De um século XII que a meu juízo começa a 1070 e se encerra por volta de 1180, e do qual seria umbral a igreja abacial de Trindade de Caen, e por fim o coro de Notre Dame de Paris, pedras milenares admiráveis. De um século que formou a versão do autor de Roland, para concluir com a morte de Chrétien de Troyes, com o nascimento de Francisco de Assis. Do século de Abelardo e de São Bernardo de Claraval. Do grande século XII, o mais fecundo da Idade Média” (Georges Duby, op. cit., p. 63).

2–Floração de escolas e Universidades


“Em sua corte de Aix-la-Chapelle, Carlos Magno fundou a “Scholla Palatina”, e ele mesmo participou das aulas como aluno. No ano 787, dispôs que se instalassem escolas em todos os mosteiros e cabidos. Posteriormente tal disposição foi ampliada” (Friedrich Heer, op. cit., p. 117). Sobre as escolas.
“As escolas monásticas medievais são a base e a origem de todas as escolas do Ocidente, principalmente universidades e escolas superiores”. E o autor cita as principais universidades do tempo, sua data de fundação e sua especialidade: Sorbonne, de Paris (1256, teologia), Bolonha (século XI, jurisprudência), Salerno (medicina). (Gerd Betz, “Historia de la Civilización Occidental”, Ed. Labor, Barcelona, 1966, pp. 153, 154). Mais sobre Universidades.

“Com Carlos Magno e seus sucessores, os mosteiros haviam atingido uma posição única de predomínio intelectual, espiritual e artístico. Eram os únicos que proporcionavam mestres, escribas e diplomatas; eram os únicos que alimentavam a erudição, conservando intactos não só os textos da Bíblia e dos primeiros Padres, mas também grande parte da cultura do mundo clássico” (George Zarnecki, professor de História da Arte na Universidade de Londres, “La Apostación de las Ordenes”, in “La Baja Edad Media”, Ed. Labor, Barcelona, 1968, p. 63). Mais sobre as escolas.

3–Na Idade Média surgiram os primeiros hospitais

A Idade Média se caracterizou, entre outras coisas, pelo “… aparecimento dos hospitais, que adquiriram sua função atual com a fundação da Ordem de São João de Jerusalém (hoje Ordem de Malta) em 1099” (Friedrich Heer, “Wachau”, in “Historia de la Cultura Occidental”, ed. Labor, 1966, p. 193). Leia mais sobre os hospitais.

4 – Desenvolvimento da música


“O Papa S. Gregório Magno deu aos cantos eclesiásticos romanos sua forma e ordenação definitivas (cerca do ano 600). No século VIII o anglo-saxão Bonifácio (672-674) e Pepino III (714-768) introduziram o canto coral gregoriano nos conventos; sua continuidade foi assegurada com a “Schola Cantorum” de Metz” (Friedrich Heer, op. cit., p. 123).
“Os instrumentos da época carolíngea são: órgão portátil, flautas, gaitas, ‘chirímias’, trompetes e clarins; a lira, a cítara e a harpa; os címbalos, pratos e tímpanos. A partir de 860 se introduz também um instrumento de corda de pequeno tamanho, a viella” (Friedrich Heer, op. cit., p. 123).

fonte: www.comshalom.org/blog/carmadelio

Idade média: escuridão ...ou crescimento real?


* A Idade Média terá sido, em virtude da predominância da religião católica, um período de obscurantismo?


Estevão Bettencourt

A Idade Média é por vezes considerado qual “noite de mil anos” que se abateu sobre a civilização, constituindo, pela barbárie e ignorância de seus homens, verdadeira mancha no decorrer da história.É o que, conforme alguns autores, a própria designação “Idade Média” deveria incutir.

Esta foi forjada pelos humanistas do séc. XVI, que com tal denominação queriam caracterizar o período da língua latina que vai da Idade Clássica antiga ao Renascimento da mesma no séc. XVI; entre duas épocas áureas estaria uma fase intermediária ou “média”, fase apagada ou decadente na história do idioma latino.

Em 1688, o historiador alemão Cristóvão Keller (Cellarius) na sua “Historia Medii Aevi” (História da Idade Média) adotou pela primeira vez o nome no setor da história da civilização – o que dava a entender que o período decorrente entre a Idade Antiga e a Renascença foi igualmente uma época apagada e decadente.Nem todos os autores, porém, concordam com tal modo de ver.

O historicismo do século passado tinha a Idade Média na conta de período de realizações construtivas.1. O período antigo ou greco-romano da civilização termina com a ruína do Império Romano, o qual cedeu aos golpes da invasões bárbaras (Roma caiu em 476).

A Europa e a África Setentrional foram ocupadas pelos germanos invasores, que, após haver derrubado as instituições antigas, eram incapazes de reconstruir a vida social, pois careciam de valores culturais correspondentes.

Ora, tendo desaparecido a figura do Imperador no Ocidente, a única autoridade capaz de tomar as rédeas da situação européia dos séc. VVII era a autoridade eclesiástica: o Papa, então, os bispos e os monges se puseram a preservar da perda total os valores da civilização greco-romana, utilizando-os na confecção de nova síntese cultural.

Não há dúvida de que a Religião Católica foi altamente benemérita neste trabalho de reconstrução criaram-se valores e instituições de vulto no início e no decurso da Idade Média. Detendo-nos apenas na história da educação e da cultura, devemos mencionar que foram os clérigos e monges que asseguraram o ensino primário nas escolas catedrais, monacais e palatinas (isto é, erguidas respectivamente junto a uma igreja catedral, a um mosteiro, a um palácio de rei).

Eis alguns documentos a propósito:

Teodulfo, bispo de Orléans no séc. VIII, promulgou a seguinte lei: “Os sacerdotes mantenham escolas nas aldeias, nos campos; se qualquer dos fiéis lhes quiser confiar os seus filhos para aprender as letras não os deixem de receber e instruir, mas ensinem-lhes com perfeita caridade. Nem por isto exijam salário ou recebam recompensa alguma a não ser por exceção, quando os pais voluntariamente a quiserem oferecer por afeto ou reconhecimento” (Sirmond, Concilia Galliae II 215).

Este decreto passou verbalmente para as legislações eclesiásticas da Inglaterra Freqüentemente os concílios regionais dos séc. XIII/XI repetiram semelhantes normas.

O III concílio ecumênico do Latrão em 1179, por sua vez, lavrou o seguinte cânon:”A Igreja de Deus, qual mãe piedosa, tem o dever de velar pelos pobres aos quais pela indigência dos pais faltam os meios suficientes para poderem facilmente estudar e progredir nas letras e nas ciências. Ordenamos portanto que em todas as igrejas catedrais se proveja um benefício (rendimento) conveniente a um mestre, encarregado de ensinar gratuitamente aos clérigos dessa igreja e a todos os alunos pobres” (can. 18, Mansi XXII 227s).

O IV concílio ecumênico do Latrão (1215) renovou este decreto.Também o ensino superior na Idade Média se ministrava por iniciativa, ou ao menos sob a tutela, de bispos e príncipes cristãos. As primeiras Universidades foram fundadas por volta de 1100. Constituem uma das criações mais originais e valiosas da Idade Média: no período greco-romano cada filósofo e cada mestre de ciências tinham sua escola – o que implicava justamente no contrário de uma Universidade. Esta na Idade Média reunia mestres e discípulos de várias nações, os quais constituíam poderosos focos de erudição.

Até 1440 foram erigidas na Europa 55 Universidades e 12 Institutos de ensino superior, onde se ministravam cursos de Direito, Medicina, línguas, artes, ciências, Filosofia e Teologia. Em 1200 Bolonha contava dez mil estudantes (italianos, lombardos, francos, normandos, provençais, espanhóis, catalães, ingleses germanos, etc.).

O Papa Clemente V no concílio de Viena em 1311, mandou que se instaurassem nas escolas superiores cursos de línguas orientais (hebreu caldeu, árabe, armênio, etc.), o que em breve foi executado em paris, Bolonha, Oxford, Salamanca e Roma.Poder-se-iam multiplicar dados deste gênero. Estes, porém, já dão a ver que a Idade Média não foi alheia à cultura justamente em virtude da influência da Igreja que nela se exerceu.2.

É preciso, porém, reconhecer uma particularidade da ciência medieval: os homens da época careçam do aparato técnico necessário a experiências e investigações precisas; o seu horizonte geográfico e astronômico também era bastante restrito. Sendo assim, a ciência medieval era levada não raro a julgar s fenômenos segundo a sua aparência e pouco habilitada a exercer o senso crítico.

Outra conseqüência da penúria de meios de observação é que os cientistas medievais procediam por dedução mais do que por indução; não podendo formular as leis da natureza na base de experiências exatas físico-químicas, os medievais as formulavam recorrendo a princípios especulativos, abstratos, dos quais julgavam poder deduzir a explicação dos fenômenos da natureza. Este trabalho, porém, eram em alta escala sujeito a erro: os medievais não raro julgavam (e nisto se enganavam) que a Bíblia Sagrada podia ser utilizada para elucidar não somente questões teológicas, mas também temas de ciências profanas, de sorte que, na falta de outros critérios, apelavam para a Escritura a fim de resolver problemas de ordem biológica, astronômica etc. (haja vista o que ainda no séc. XVII se deu no caso “Galileu” ).Deve-se sublinhar que tal atitude se devia em grande parte à falta de instrumentos precisos para a investigação da natureza (falta bem compreensível na Idade Média, já que o homem só aos poucos progride na conquista do mundo que o cerca).

Não seria justo dizer que os cristãos medievais tinham medo da ciência empírica e que as autoridades eclesiásticas travavam os estudos a fim de evitar conflitos de ciência e fé; entre os pioneiros dos avanços científicos medievais contam-se eclesiásticos, monges e cristãos de valor, como Sto. Alberto Magno O.P. Rogério Bacon O.F.M., João Peckam O.F.M. (arcebispo de Cantuária), Dietrich de Freiberg O.P., Jordão Nemorário, Guilherme de Moerbeke O.P….Muito significativo é um dos últimos depoimentos sobre o assunto, proferido em 1957 por um grupo de estudiosos que, sem intenção confessional alguma, escreveram a história da ciência antiga e medieval:“Parece-nos impossível aceitar a dupla acusação de estagnação e esterilidade levantada contra a Idade Média latina. Por certo a herança (cultural) antiga não foi totalmente conhecida nem sempre judiciosamente explorada;… mas não é menos verdade que de um século para outro – mesmo de uma geração a outra dentro do mesmo grupo – há evolução e geralmente progresso.A Igreja… na Idade Média salvou e estimulou muito mais do que freou ou desviou.

Por isto, embora só queira apelar para a Antigüidade, a Renascença é realmente a filha ingrata da Idade Média” (La science antique et médiévale, sous la direction de René Taton, Presses Universitaires de France. Paris 1957, 581s).Em particular com referência ao fato de que só a partir de fins do séc. XIII se começaram a fazer dissecações e observações em cadáveres humanos, dizem os mencionados estudiosos:”Como quer que seja, não se poderia aceitar a opinião um tanto simplista segundo a qual a Igreja teria sido a grande responsável da estagnação dos estudos de anatomia” (ibd. 580).Estes testemunhos tão insuspeitos levam a concluir que as crenças cristãs dos homens medievais não prejudicaram a cultura humana, antes a favoreceram, apesar das conseqüências errôneas que em matéria de ciências os medievais julgavam por vezes dever deduzir da sua fé. De o observador muito maior atenção à outra faceta da cultura medieval: a capacidade humana de especulação filosófica parece ter atingido então o auge da sua clareza e agudez, criando as famosas Sumas de lógica, ontologia metafísica da Idade Média. Estas obras, continuando as dos grandes pensadores gregos (principalmente de Aristóteles), até hoje são monumentos perenes, não ultrapassados, da cultura humana. É, sem dúvida, este aspecto positivo que merece preponderância numa apreciação objetiva da Idade Média.

Fonte: Editora Cléofas

A natureza nos ensina



A natureza é uma bela obra de Deus; toda ela foi feita para nós num gesto do amor de Deus; sendo divina ela está repleta de beleza, harmonia, cores e lições que nos ensinam a viver. Jesus a usava sempre em Seus ensinamentos. "Olhai os lírios do campos...", veja a semente da mostarda, olhe os pastores e as ovelhas...Olhai para os campos, onde todas as coisas falam do amor: onde os ramos se abraçam, as flores dançam, os pássaros namoram; onde a natureza toda glorifica o espírito.

Galileu disse que a natureza é um documento escrito nas linguagens matemáticas. Tudo nela é preciso, ordenado e belo. Os elétrons giram em torno do núcleo do átomo com leis precisas; os planetas giram todos em torno do Sol, obedecendo às três leis precisas descobertas por Kepler. Todos os corpos caem em queda livre com a mesma aceleração da gravidade que Torricelli determinou fazendo experiências na Torre de Pisa.

Você pode não receber flores todos os dias em sua casa, mas Deus as manda pela natureza quando você vai para o trabalho.

A natureza é séria, calma, silenciosa, severa, sempre verdadeira. Os erros é que são nossos. Um provérbio diz que Deus perdoa sempre, o homem de vez em quando, a natureza nunca. Ela não tem raciocínio e não tem coração; mas vive dentro de sua perfeição mineral, vegetal e animal. Cabe a nós, homens, cuidar dela para podermos desfrutar bem das suas dádivas. Na natureza não há recompensas ou castigos. Há apenas consequências.

A primeira lição que a natureza nos dá é que Deus existe; ela não poderia existir com tanta beleza e perfeição se não tivesse um Criador poderoso e bondoso. Como disse o francês Voltaire: não pode haver um relógio sem um relojoeiro. Nunca acredite no acaso, por favor; acaso é apelido que dão a Deus aqueles que não têm coragem de pronunciar o Seu Nome. Esses são infelizes por natureza, porque renegam o próprio Criador; jamais experimentarão a verdadeira felicidade.

Olhe, por exemplo, para as vacas e lembre-se de que os maiores cientistas nunca descobriram como tirar leite do capim. Gratuitamente a natureza faz isso para nós. Nenhum prêmio Nobel até hoje jamais conseguiu compreender o que é a vida de uma simples formiga.

Padre Antonio Vieira afirmou: "Se queres ser mestre na fé, faze-te discípulo da natureza". De fato, a natureza é mestra. O pesquisador inglês Eddington dizia que "nenhum ateu é admirador da natureza".

A natureza é lenta, mas não para, e é segura. É um lema de vida; viver de maneira lenta, mas sem parar; a pressa é inimiga da perfeição. Quanto mais complexo é um trabalho, tanto mais devagar ele deve ser feito. O tempo destrói tudo que é construído sem a sua colaboração.

Em um mosteiro, um jovem discípulo questionou o seu mestre. - Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam. Insuportáveis são as falsas e invejosas.

- Pois, viva como as flores! Advertiu o mestre.

- Como é viver como as flores? Perguntou o discípulo.

- Repare nas flores, continuou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim. Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.

É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros nos importunem. Os defeitos deles são deles e não nossos. Se não são nossos, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora. Isso é viver como as flores.

Olhe para o mar; majestoso e belo. Ele é grande porque aceitou humildemente ficar alguns milímetros abaixo de todos os rios da terra; por isso é imenso. Todos podem vê-lo porque ele aceitou ficar lá embaixo; não nas alturas aonde poucos podem chegar.

O mar é rico exatamente porque ele permite que todos os rios, grandes e pequenos, neles deságuem e lhe tragam as suas riquezas. Muitos homens excluem com facilidade os outros e deixam de receber suas riquezas. O mar interliga as nações, une os povos, aceita a simples canoa do pescador e também o gigantesco transatlântico. Ele não discrimina nada e ninguém, é "pobre de espírito", por isso é muito rico. Ele está pronto a dar o seu peixe ao pobre pescador e à grande companhia de pesca que o desbrava. Ele está aberto dia e noite para todos; não cobra impostos para ser usado e respeita os limites que as montanhas lhe colocaram. Ele só faz mal a quem não conhece a sua natureza e desrespeita as suas leis.

Olhe para o céu, ele nos ensina muitas maravilhas; antes de tudo é imenso, maior do que a terra e o mar, não pode ser medido; os cientistas se angustiam procurando os seus limites insondáveis. Eles sabem que o universo se expande com uma velocidade fantástica! Ninguém sabe onde ele termina. Penso que Deus o fez assim incomensurável, para nos deixar uma pequena amostra de Sua infinitude e ninguém jamais duvidar da Sua grandeza e do Seu poder.

Olhe para os pássaros do céu, como disse Jesus, não ceifam nem recolhem os frutos nos celeiros, mas não lhes falta o alimento de cada dia. O Pai do céu cuida de cada um deles. Eles se reproduzem sem interrupção e não ficam preocupados se vão poder ou não alimentar os seus filhotes. Quando algum malvado destrói o seu ninho, eles não desanimam, voam em busca de outro lugar e recomeçam tudo de novo.

Toda a natureza nos dá belas lições. Que beleza a água! Mata a nossa sede e a de todos os seres vivos; limpa o que é sujo, refresca o calor, sustenta a vida na terra. Embora seja o elemento mais importante da natureza, é o mais simples: dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. Em sua simplicidade ela [água] nos ensina como devemos viver: não se nega a ninguém; mata a sede do rico e do pobre, desce do céu para os bons e para o maus, sem distinção, aceita ficar suja para limpar os outros; aceita ser fervida para amolecer a comida, aceita virar gelo para conservar o frio, aceita ser acumulada para gerar a força das hidrelétricas; aceita sumir na terra para saciar a planta... Depois de usada, aceita voltar para as nuvens e retornar para a terra a fim de começar tudo de novo, sem se cansar. Quanta lição!

Olhe para a minúscula semente. Nela há uma humildade enorme. Ela contém toda a vida de uma enorme árvore que ainda não existe, e aceita desaparecer e morrer na terra para dar a vida. Ela é extremamente pequena, mas sua força é descomunal. Ela não escolhe a terra para produzir; aceita qualquer solo em que a lancem; e faz de tudo para florescer, sem reclamar.

Felipe Aquino

fontr:cançãonova.com

Apocalipse, um livro misterioso e fascinante


Por possuir revelações e abordar situações parecidas com as vividas por nós hoje, muitos cristãos têm medo do Apocalipse, o último livro do Novo Testamento. Esses escritos foram redigidos pelo apóstolo São João, já no final de sua vida, por volta do ano 100, sob a forma de uma carta às Igrejas da Ásia menor, que viviam tempos difíceis de perseguição romana.

Neste mês, um curso organizado pelo Studium Biblicum Franciscanum, de Jerusalém, buscou explicar mais sobre esse livro tão temido. Ministrado pelo professor e padre Michael Mazzeo - estudioso italiano que escreveu várias obras sobre o tema -, o curso foi pensado como uma introdução e uma abordagem à exegese teológica.

Para o sacerdote, o Apocalipse é uma obra difícil de ser compreendida. “São Jerônimo já afirmava: ‘Cada palavra contém um mistério’. O último livro da Bíblia, muitas vezes, é interpretado incorretamente, não fiel à mensagem original”.

Os escritos são divididos em duas partes: a primeira contém uma série de cartas enviadas às Igrejas e a segunda, visões e imagens que expressam o juízo de Deus na história.

O estudioso ressaltou o cuidado com o verdadeiro sentido do termo, pois, quando acontece um desastre ou até mesmo um atentado, como a destruição das Torres Gêmeas – em 11 de setembro de 2001 -, logo é utilizada a palavra “apocalipse”; sem contar os filmes e livros que abordam o assunto. “O Apocalipse é como um roteiro já pronto para cinema. O que não quer dizer que o conteúdo e a forma utilizada sejam reais nos vários filmes produzidos. Essas obras trabalham com especulações e fantasias, sem nenhum apoio teológico real”, alertou.

Mazzeo também fez questão de enfatizar que o Apocalipse não é um livro para ser temido, mas interpretado segundo os critérios teológicos. “Não é real pararmos nas visões sem uma chave de leitura adequada. O importante do ‘livro da revelação’ é o chamado à conversão, à volta ao Deus bom e misericordioso - o nosso ‘alfa e ômega’, princípio e fim”, salientou.

Assista à reportagem:


fonte:cançãonova.com

Não perca tempo!



Um grande Bispo francês, de Meaux, J. B. Bossuet, falecido em 1704 com fama de santidade, disse certa vez:
“Cada momento de nossa existência, cada respiro, cada batida do nosso pulso, se assim posso dizer, cada clarão do nosso pensamento têm con seqüências eternas.
Essa história sem igual nos será um dia apresentada e será apresentada a todo o universo.”

O tempo que Deus nos concede nesta vida é preciosíssimo; é o nosso maior tesouro.
Cada minuto de nossa existência terrena terá o seu correspon dente na eternidade, na construção da vida definitiva.
Nossos dias atuais são como que a semeadura dos dias eternos.
Por isso você não pode ficar “matando o tempo”; pois seria o mesmo que estar matando a sua vida aos poucos.
Na verdade, o tempo presente é a única dádiva que nos pertence; o passado já se foi, e o futuro a Deus pertence. Viva intensamente o presente.
Viver é como escrever um livro cujas páginas são os nossos atos, palavras, intenções e pensamentos.

Tudo é registrado nesse livro que um dia, segundo nos revela a Bíblia (cf. Ap 20,12), será aberto perante os nossos olhos como um filme de nossa vida.
Talvez fiquemos surpresos ao verificar que as coisas pequenas, mas vividas com amor; assumiram um valor elevado, enquanto muitos momentos aparentemente brilhan tes serão comparáveis a bolhas de sabão!
Uma coisa é certa: um dia o Senhor vai nos fazer esta per gunta: “O que fizeste com o tempo e os talentos que recebeste de Minhas mãos?”
O principal talento é o nosso tempo; se o tivermos usa do bem, fazendo o bem, ouviremos sem dúvida aquelas doces palavras: “Muito bem, servo bom e fiel, já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Vem regozijar-te com teu senhor” (Mt 25,21).

Você não pode desperdiçar sua vida terrena jogando fora o tempo precioso que não volta jamais. Quantos cristãos vivem “matando o tempo”, “jogando conversa fora”, como dizem, ou simplesmente olhando a vida passar…
O tempo que Deus lhe dá é para você fazer o bem a você e aos outros. A juventude é o tempo da formação e do estudo. Nela você vai definir a sua profissão.
Abrace com toda força as oportunidades que você tiver para crescer nos estudos e numa profissão. As chances que a vida nos dá não são muitas; e se você não aproveitá-las bem, pode chorar mais tarde.
Nunca fique sem fazer nada; ainda que você esteja desempregado ou de férias; pois “mente vazia e desocupada é oficina do diabo”.

A preciosidade do tempo

Todas as manhãs, são creditados para cada correntista 86.400 segundos.

Todas as noites o saldo é debitado como perda.

Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte.

Todas as manhãs a sua conta é reiniciada, e todas as noites as sobras do dia anterior se evaporam.

Não há volta. Você precisa aplicar, vivendo o presente, o seu depósito diário.

Invista, então, no que for melhor, em bens definitivos e não fugazes.

Sucesso! O relógio está correndo;

Faça o melhor cada dia.

Para você perceber o valor de um ano, pergunte a um estudante que repetiu de ano.

Para você perceber o valor de um mês, pergunte para uma mãe que teve o seu bebê prematuramente.

Para você perceber o valor de uma semana, pergunte a um editor de jornal semanal.

Para você perceber o valor de uma hora, pergunte aos namorados que estão esperando para se encontrar.

Para você perceber o valor de um minuto, pergunte a uma pessoa que perdeu o ônibus.

Para você perceber o valor de um segundo, pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.

Para você perceber o valor de um milésimo de segundo, pergunte a alguém que conquistou a medalha de ouro em uma Olimpíada.

Valorize cada momento que você tem! E valorize mais porque você deve dividir com alguém especial, especial o suficiente para gastar o seu tempo junto com você.

Lembre-se: o tempo não espera por ninguém.

O dia de ontem é história. O de amanhã é um mistério.

O de hoje é uma dádiva.

Por isso é chamado PRESENTE!

fonte:cleofas

A luta contra o pecado


Esse mal nos escraviza e nos separa de Deus Fazer a vontade de Deus é, antes de tudo, lutar contra os nossos pecados; pois eles nos escravizam e nos separam de Deus. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) nos mostra toda a gravidade do pecado:

"Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave do que o pecado, e nada tem consequências piores para os próprios pecadores, para a Igreja e para o mundo inteiro" (CIC § 1488).

São palavras fortíssimas que mostram que não há nada pior do que o pecado. Por outro lado, o Catecismo afirma que ele é uma realidade.

O pecado está presente na história dos homens. Tudo o que há de mau na história do mundo é consequência do pecado, que começou com Adão e que continua hoje com seus filhos.

Toda a razão de ser da Encarnação do Verbo foi para destruir, na Sua carne, a escravidão do pecado.

O demônio escraviza a humanidade com a corrente do pecado. Jesus veio exatamente para quebrar essa corrente. Com a Sua Morte e Ressurreição triunfante, Cristo nos libertou das cadeias do pecado e, pela Sua graça, podemos agora viver uma nova vida. São João deixa bem claro na sua carta:

“Sabeis que Ele se manifestou para tirar os pecados” (1Jo 3,5). “Para isto é que o Filho de Deus se manifestou, para destruir as obras do diabo” (1 Jo 3,8).

Essa “obra do diabo” é exatamente o pecado, que nos separa da intimidade e da comunhão com Deus, e nos rouba a vida bem aventurada.

Com a sua morte e ressurreição triunfante, Jesus nos libertou das cadeias do pecado e, pela sua graça podemos agora viver uma nova vida. É o que São Paulo ensina na carta aos colossences:

“Se, pois, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus” (Col 3,1).

Aos romanos ele garante: “Já não pesa mais condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus. A Lei do Espírito da vida em Cristo Jesus te libertou da lei do pecado e da morte” (Rm 8,1).

Aos gálatas o Apóstolo diz: “É para a liberdade que Cristo nos libertou. Permanecei firmes, portanto, e não vos deixeis prender de novo ao jugo da escravidão” (Gl 5,1).

Assim como a missão de Cristo foi libertar o homem do pecado, a missão da Igreja, que é o Corpo místico do Senhor, a Sua continuação na história, é também a de libertar a humanidade do pecado e levá-la à santificação. Fora disso a Igreja se esvazia e não cumpre a missão dada pelo Senhor.

A salvação se dá pelo perdão dos pecados; e já que “só Deus pode perdoar os pecados” (cf. Mc 2, 7), Ele enviou o Seu Filho para salvar o povo d'Ele dos seus pecados. Por tudo isso, o mais importante para o cristão é a luta contra o pecado; se preciso for “chegar até o sangue na luta contra o pecado” (cf. Hb12,4).

Felipe Aquino

Fonte: cancaonova.com

A Igreja necessita de sacerdotes bem preparados, diz Bento XVI



O Papa Bento XVI ressaltou, aos membros do Pontifício Instituto Eclesiástico Polonês em Roma, recebidos em audiência na manhã, desta segunda-feira, 17, a importância da boa preparação dos futuros sacerdotes. “A Igreja necessita de sacerdotes bem preparados, ricos daquela sabedoria que se adquire na amizade com o Senhor Jesus, atingida constantemente na celebração eucarística e na fonte inesgotável de seu Evangelho”, afirmou.

“A busca pela Verdade, para vocês, que como sacerdotes vivem esta peculiar experiência romana, estimulados e enriquecidos pela proximidade com a Sede Apostólica, compete um específico e universal serviço à comunhão católica na verdade e na caridade”, enfatizou o Pontífice.

O Santo Padre ressaltou que, no decorrer de sua história, a Instituição, que comemora seu centenário, foi capaz de desfrutar da preocupação e carinho de vários pontífices, “entre os quais recordamos, de maneira mais próxima a nós, o Servo de Deus Paulo VI e, naturalmente, o futuro beato, o venerável Servo de Deus João Paulo II, que a visitou em 1980 e destacou o seu grande significado para a Igreja e para o povo polonês”, disse.

O amor e a devoção para com a figura de Pedro, disse Bento XVI, impulsiona os sacerdotes a servirem generosamente toda a Igreja. “Permanecer ligados a Pedro, no coração da Igreja, significa reconhecer, plenos de gratidão, de estar inserido em uma plurissecular e fecunda história de salvação, que por uma multiforme graça vos foi alcançado e a qual sois chamados a participar ativamente, até que, como uma árvore madura, leve sempre seus preciosos frutos”, declarou.

Inaugurado solenemente em 13 de novembro de 1910, pelo monsenhor Sapieha, que mais tarde se tornou Cardeal Arcebispo de Cracóvia, o Instituto oferece, aos sacerdotes poloneses, como destacou o Papa, um ambiente idôneo para o estudo e fraternidade, durante o período de formação em Roma.

fonte:cançãonova.com

Bento XVI manifesta solidariedade às vítimas das chuvas no Rio de Janeiro

O papa Bento XVI enviou, nesta sexta-feira, 14, mensagem de solidariedade às vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro. Em telegrama assinado pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcísio Bertone, o papa se diz “consternado com as trágicas consequências das fortes chuvas que atingiram a região serrana do Estado do Rio de Janeiro, particularmente Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo”.

Bento XVI manifesta sua “solidariedade espiritual ao querido povo fluminense, nessa hora difícil” e "recomenda as vítimas a Deus misericordioso e implora a assistência e consolação divina para os desalojados e quantos sofrem física e moralmente, enviando-lhes uma propiciadora bênção apostólica”. O telegrama foi enviado ao bispo de Petrópolis, dom Filippo Santoro.

Os números da maior tragédia climática do país não param de crescer. Os mortos já passam de 580 e são milhares de desabrigados e desalojados na região serrana do Rio. A presidente Dilma Rousseff decretou ontem luto oficial de três dias pelas vítimas dos temporais que assolaram vários municípios do País. Neste sábado, o governador do Rio, Sérgio Cabral, decretou luto oficial de sete dias no Estado.

Homilia do D. Henrique Soares da Costa – Festa do Batismo do Senhor


Is 42,1-4.6-7

Sl 28

At 10,34-38

Mt 3,13-17

A Festa de hoje encerra o sagrado tempo do Natal: o Pai apresenta, manifesta a Israel o Salvador que ele nos deu, o Menino que nasceu para nós: “Tu és o meu Filho amado; em ti ponho o meu bem-querer”, ou, segundo a versão de Mateus: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo!” (3,17).

Estas palavras contêm um significado muito profundo: o Pai apresenta Jesus usando as palavras do profeta Isaías, que ouvimos na primeira leitura da missa. Mas, note-se: Jesus não é somente o Servo; ele é o Filho, o Filho amado! O Servo que o Antigo Testamento anunciava é também o Filho amado eternamente! No entanto, é Filho que sofrerá como o Servo, que deverá exercer sua missão de modo humilde e doloroso!

Hoje, às margens do Jordão, Jesus foi ungido com o Espírito Santo como o Messias, o Cristo, aquele que as Escrituras prometiam e Israel esperava. Agora, ele pode começar publicamente a missão de anunciar e inaugurar o Reino de Deus. Esta missão, ele começou desde que se fez homem por nós; agora, no entanto, vai manifestar-se publicamente, primeiro a Israel e, após a ressurreição, a toda a humanidade. É na força do Espírito Santo que ele pregará, fará seus milagres, expulsará Satanás e inaugurará o Reino; é na força do Espírito que ele viverá uma vida de total e amorosa obediência ao Pai e doação aos irmãos até a morte e morte de cruz.

Mas, atenção: como já dissemos, esse Jesus que é o Filho, é também o Servo sofredor, anunciado por Isaías. Hoje, o Pai revela a Jesus qual o modo, qual o caminho que ele deve seguir para ser o Messias como Deus quer: na pobreza, na humildade, no despojamento, no serviço! É assim que o Reino de Deus será anunciado no mundo. Jesus deverá ser manso: “Ele não clama nem levanta a voz, nem se faz ouvir pelas ruas”. Deve ser cheio de misericórdia para com os pecadores, os fracos, os pobres, os sem esperança: “Não quebra a cana rachada nem apaga um pavio que ainda fumega”. Ele irá sofrer, ser tentado ao desânimo, mas colocará no seu Deus e Pai toda a sua esperança, toda a sua confiança: “Não esmorecerá nem se deixará abater, enquanto não estabelecer a justiça na terra”. O Senhor Deus estará sempre com ele e ele veio não somente para Israel, mas para todas as nações da terra: “Eu, o Senhor, te chamei para a justiça e te tomei pela mão; eu te formei e te constituí como aliança do povo, luz das nações, para abrires os olhos aos cegos, tirar os cativos da prisão, livrar do cárcere os que vivem nas trevas”.

E Jesus já começa cumprindo sua missão na humildade: ele entra na fila dos pecadores, para ser batizado por João. Ele, que não tinha pecado, assume os nossos pecados, faz-se solidário conosco; ele, o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo! “João tentava dissuadi-lo, dizendo: ‘Eu é que tenho necessidade de ser batizado por ti e tu vens a mim?’ Jesus, porém, respondeu-lhe: ‘Deixa estar, pois assim nos convém cumprir toda a justiça’” (Mt 3,14s). Assim convinha, no plano do Pai, que Jesus se humilhasse, se fizesse Servo e assumisse os nossos pecados! Ele veio não na glória, mas na humildade, não na força, mas na fraqueza, não para impor, mas para propor, não para ser servido, mas para servir. Eis o caminho que o Pai indica a Jesus, eis o caminho que Jesus escolhe livremente em obediência ao Pai, eis o caminho dos cristãos, e não há outro!

Eis! O Menino que nasceu para nós, a Criança admirável que cresceu em sabedoria, idade e graça, submisso aos seus pais na família de Nazaré, o Deus perfeito, filho da Toda Santa Mãe de Deus, Aquele que com o brilho de sua Estrela atraiu a si todos os povos, hoje é apresentado pelo Pai: ele é o Filho querido, ele é o Servo sofredor, ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, ele é o Messias, o Ungido de Deus! Acolhamo-lo na nossa existência e no nosso coração e nossa vida terá um novo sentido. Seguindo-o, chegaremos ao coração do Pai que o enviou e é Deus com ele e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém.

Uma última observação, muito importante: João diz: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo”. O batismo de João não é o sacramento do Batismo: era somente um sinal exterior de que alguém se reconhecia pecador e queria preparar-se para receber o Messias. Ao ser batizado no Jordão, Jesus é ungido com o Espírito Santo para a missão. Esta unção será plena na ressurreição, quando o Pai derramará sobre ele o Espírito como vida da sua vida. Então – e só então – ele, pleno do Espírito Santo que o ressuscitou, derramará este Espírito, que será também seu Espírito, sobre nós, dando-nos uma nova vida! Para os cristãos, não há batismo nas águas, mas somente Batismo no Espírito, simbolizado pela água (cf. Jo 3,5; 7,37-39). Ao sermos batizados, recebemos o Espírito Santo de Jesus e, por isso, somos participantes de sua missão de viver, testemunhar e anunciar o Reino de Deus, a Vida eterna, a Vida no amor a Deus e aos irmãos, que Jesus veio anunciar ao se fazer homem igual a nós! Mas este testemunho não é festivo, não é de oba-oba, mas um testemunho dado na simplicidade, na pobreza e na humildade do dia a dia!

D. Henrique Soares da Costa

fonte:www.presbiteros.com.br

O Padre Paulo Ricardo comenta o Evangelho desse domingo Ouça ou Baixe a Homilia:
23 Testemunho de Fé – 2º Domingo do Tempo Comum (16/01/2011) « Christo Nihil Praeponere

Rosa de Saron encara desafio de evangelizar no meio secular


Ser uma das bandas católicas mais antigas ainda em atividade no Brasil e, ao mesmo tempo, ter uma legião de que vive com tocadores de música ligados nas composições carregadas de significado e arranjos bem elaborados.

Essa proeza é da Banda Rosa de Saron, fundada em 1988 e que alcança uma projeção cada vez maior no cenário nacional, extrapolando os limites do próprio segmento católico e adentrando com força no meio secular, um gande desafio.

O grupo fez parte das apresentações musicais do Acampamento Revolução Jesus, na sede da Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), ao longo da última semana. Durante o evento, o Rosa participou de uma coletiva de imprensa e destacou o tipo de evangelização que realizam. O grupo é composto por Guilherme de Sá (voz), Eduardo Faro (guitarras), Rogério Feltrin (baixo) e Wellington Greve (bateria).

Os integrantes da Banda ressaltam que, como cristãos, têm a obrigação de levar valores morais, éticos, espirituais, influenciando e permeando esses mesmos valores na sociedade. "Isso também é evangelização", afirmam.

Eles acreditam que o enfoque das letras, abordando temáticas como solidão e pontos de vista diferentes do senso comum, auxilia nesse processo.

"As pessoas começam a se questionar: 'Por que isso me deixa bem?' É algo que, aos poucos, vai mexendo com os valores da pessoa", ressaltam.

A quebra de preconceitos com a música católica - muitas vezes devido aos ouvintes, em um primeiro contato, sequer saberem que se trate de uma banda desse gênero - é outro ponto ressaltado. "Tocar o coração da pessoa é uma iniciativa fundamental", afirma Guilherme.

O segredo de tanto sucesso está baseado no binômio "humildade" e "só com Deus".

"A gente sabe que isso aqui é muito passageiro. É importante ter essa visão, ter discernimento.Se não for com Deus e humildade, cai tudo por terra", acrescenta o vocalista.

Os músicos também salientam que a locomotiva não é o sucesso: o que impele é saber que sempre há alguém que precisa ouvir a mensagem em outros lugares.

"Quando você reconhece que o que você tem não é seu, mas de Deus, consegue distinguir entre fama e sucesso. Fama é ser simplesmente conhecido; já sucesso é fruto de um trabalho bem sucedido", finalizam.

fonte:cançãonova.com

Papa pode aprovar beatificação de João Paulo II esta semana

A beatificação de João Paulo II, aguarda apenas a aprovação do Papa Bento XVI, depois que a Congregação para as Causas dos Santos aprovou um milagre atribuído à sua intercessão, segundo anunciou a imprensa italiana nesta quinta-feira, 13.

O Vaticano ainda não se pronunciou oficialmente sobre assunto. No começo deste mês, uma equipe médica consultada pelo Vaticano já havia aprovado o milagre.

A comissão da congregação, composta por cardeais e bispos, reconheceu a cura milagrosa da irmã Marie Simon-Pierre, religiosa francesa que afirmou ter sido curada do mal de Parkinson, por intercessão de João Paulo II.

O Prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, Cardeal Ângelo Amato, disse que agora só falta a decisão do Papa e a assinatura do decreto de reconhecimento do milagre decidindo assim a data da cerimônia de beatificação.

Fontes vaticanas acreditam que Bento XVI poderá assinar o documento ainda esta semana.

João Paulo II foi isento, por Bento XVI, da regra canônica que exige a espera de cinco anos após a morte para iniciar um processo de canonização. Mas o processo foi igualmente rigoroso na análise da história, relatos de testemunhas e familiares, análises de textos e documentos referentes ao Papa Wojtyla.

fonte:cançãonova.com

Prof. Felipe Aquino: Educação é desafio urgente para os católicos brasileiros hoje


Em um artigo escrito esta semana, o blogger, autor e apresentador da Canção Nova, Prof. Felipe Aquino lança um desafio aos católicos brasileiros: promover uma genuína educação cristã para as crianças e jovens de hoje. “Crianças e jovens sem educação religiosa hoje, significa uma sociedade ateísta, hedonista, vazia, egoísta, individualista... amanhã”, alerta o pensador católico. O Prof. Aquino denuncia também programas de ensino e outras iniciativas como as maquinas de distribuir “camisinhas” que estão sendo colocadas nas escolas promovendo a promiscuidade entre os jovens nas escolas brasileiras.

“Antigamente as famílias davam uma boa formação catequética e moral para as crianças; hoje, no entanto, isso já não acontece, uma vez que muitos pais, embora católicos, estão distantes da Igreja, não conhecem a “sã doutrina” da fé; desafiam as leis de Deus e os ensinamentos da Igreja. A secularização pagã invadiu também os lares cristãos através de uma mídia que visa sobretudo o lucro, o consumo, o exibicionismo, hedonismo, etc”, denunciou o Prof. Aquino.

“Por outro lado, muitos milhares de crianças nem mesmo têm pai e mãe a seu lado para educá-las “na fé do Cristo e da Igreja”, embora tenham prometido isso no momento do casamento ou no dia do batismo da criança. Quando o Papa João Paulo II esteve pela última vez no Brasil, em 1997, falando aos jovens no Maracanã, disse-lhes com toda clareza que: “No Brasil, por causa do “amor livre”, há milhares de crianças “órfãs de pais vivos”. Que tristeza!”, recorda o apresentador do programa Escola da fé na Canção Nova.

“Como, então, uma criança dessas vai ser educada na fé do Cristo e da Igreja?

A família, ameaçada de todos os lados, já não cumpre a sua missão de levar os filhos para Deus. Quem o fará, então? Não há outra alternativa a não ser a Igreja. E nós leigos somos a Igreja também. E precisamos fazer algo para salvar nossas crianças e jovens desse mundo que “jaz no maligno” e que os arrasta para o neo-paganismo, esoterismo, imoralidade e até ódio ao cristianismo, por ele não compactuar com as obras das trevas”, indagou o pensador católico.

“Nos momentos difíceis da História da Igreja, quando as falsas doutrinas ameaçavam a verdadeira fé e a Igreja, os santos, sobretudo, olhavam com carinho a educação e evangelização das crianças, porque nelas sempre viram o futuro da Igreja e da sociedade. Crianças e jovens sem educação religiosa hoje, significa uma sociedade ateísta, hedonista, vazia, egoísta, individualista... amanhã”, recorda o Prof. Aquino.

Destacando o trabalho de “muitos santos se empenharam nesta tarefa importante” como Santo Inácio de Loyola, S. João Bosco, São Marcelino Champagnat e S. João Batista de La Salle , o Prof. Felipe pergunta: “E hoje?”

“Infelizmente isso não existe mais; a maioria dessas boas escolas confessionais fecharam as portas, outras continuam evangelizando vivamente, mas me parece que a maioria delas perdeu o zelo apostólico dos seus fundadores”, afirma o Professor Aquino.

“Eu e meus oito irmãos estudamos em um Colégio católico, que nos dava bom ensino técnico e religioso; todos nós estamos hoje na Igreja, vivendo segundo as leis do Cristo e da Igreja. Mas quando eu coloquei meus cinco filhos na mesma escola, percebi com muita tristeza que a formação religiosa que receberam ficava muito aquém daquela que nós tínhamos recebidos”, lamentou o autor.

“O Espírito Santo, “que sopra onde quer”,saberá sem dúvida guiar-nos nesta urgente missão e desafio”, animou o autor católico lançando o desafio de revigorar a educação católica no Brasil.

“Temos na Igreja um exército de bons professores e professoras que poderiam fazer isso, muitos até já aposentados, e muitos sem usar o grande potencial de que dispõem para evangelizar. Ora, na Igreja não há aposentados e desempregados”, enfatizou o Prof. Aquino.

“Precisamos rezar, nos unir, invocar o divino Espírito Santo, para superarmos a estagnação de uma vida parada, quando tantas crianças e jovens estão sendo engolidas pelo dragão vermelho que comanda um mundo que “jaz no maligno”. Se isso não for feito hoje, amanhã será tarde; e poderemos chorar pela sorte dos nossos filhos longe de Deus”, alertou o escritor.

“Felizmente já existem alguns bons exemplos de escolas católicas conduzidas por leigos fervorosos que têm verdadeiro zelo apostólico; então, essa boa semente precisa ser espalhada em todo o nosso país. Se em cada bairro de nossas cidades tivermos uma escola verdadeiramente católica, comprometida com os ensinamentos da Igreja, e seu Catecismo, a situação será outra”, concluiu o Prof. Aquino.

Em sintonia com as palavras do Prof. Felipe Aquino, no Ensino Médio, - tão comercializado no Brasil atualmente como apenas uma alternativa para passar no vestibular - o colégio São Bento da cidade de São Paulo lança uma iniciativa ímpar no Brasil: em sua proposta pedagógica os pais são os protagonistas da educação dos filhos, cujo um dos fins é o desenvolvimento das virtudes. Dois dos mais importantes instrumentos educativos desta proposta são as tutorias (acompanhamento individualizado do aluno por um professor tutor) e preceptorias (reuniões periódicas entre o professor tutor e os pais do aluno). Deste modo, o Colégio pretende promover uma experiência genuína de educação cristã orientada à excelência acadêmica e à formação integral dos alunos. Recentemente a iniciativa do São Bento da capital paulistana foi aplaudida pelo pensador católico Olavo de Carvalho e considerada “um fenômeno inédito no Brasil”.

fonte:acidigital.com

Purgatório é sinal do amor e da justiça de Deus que purifica a alma, diz o Papa


Na audiência geral de hoje, dedicada a Santa Catarina de Gênova, o Papa Bento XVI explicou que o purgatório é uma mostra concreta do amor e da justiça de Deus onde a alma humana se purifica das escórias do pecado.

Em sua catequese na Sala Paulo VI dedicada a Santa Catarina, quem vivera entre 1447 e 1510, o Santo Padre relatou que esta santa recebeu em seu lar uma boa educação cristã. Casou-se aos 16 anos e sua vida matrimonial não foi fácil. Ao princípio levava uma existência mundana que lhe causou um profundo sentido de vazio e amargura.

Com seus livros "O tratado sobre o purgatório" e "O diálogo entre a alma e o corpo", Catarina plasma sua experiência espiritual que se intensifica quando depois de uma particular experiência, na qual vê com claridade suas misérias e defeitos, ao mesmo tempo que a bondade do Senhor, nasce a decisão de mudar de vida e iniciar um caminho de purificação e comunhão mística com Deus.

O lugar de sua ascensão às alturas da mística foi o hospital de Pammatone, o maior de Gênova, do qual foi diretora.

“Da conversão à morte não houve eventos extraordinários, mas dois elementos caracterizaram toda a sua existência: de um lado, a experiência mística, isto é, a profunda união com Deus, sentida como uma união esponsal, e, de outro, a assistência aos doentes, a organização do hospital, o serviço ao próximo, especialmente os mais necessitados e abandonados. Esses dois pólos – Deus e o próximo – preencheram totalmente a sua vida, transcorrida praticamente no interior dos muros do hospital".

"Não devemos nunca esquecer que, quanto mais amamos a Deus e somos constantes na oração, tanto mais conseguiremos amar verdadeiramente quem está ao nosso redor, quem nos é próximo, porque seremos capazes de ver em toda a pessoa o rosto do Senhor, que ama sem limites e distinções".

Bento XVI se referiu depois às obras da santa, e recordou que "na sua experiência mística, nunca teve revelações específicas sobre o purgatório ou sobre almas que ali estão se purificando".

Santa Catarina não apresenta o purgatório "como um elemento de paisagem das vísceras da terra: é um fogo não exterior, mas interior. Esse é o purgatório, um fogo interior. Não se parte, de fato, do além para contar os tormentos do purgatório – como era usual naquele tempo e talvez ainda hoje – e depois indicar a via para a purificação ou a conversão, mas a nossa Santa parte da experiência exatamente interior da sua vida em caminho rumo à eternidade.".

Por isso, para a Catarina “A alma é consciente do imenso amor e da perfeita justiça de Deus e, por consequência, sofre por não ter respondido de modo correto e perfeito a tal amor, e exatamente o próprio amor a Deus torna-se chama, o amor mesmo a purifica das suas escórias do pecado".

Na mística genovesa se encontra uma imagem típica do Dioniso o Areopagita, explicou o Papa: a do fio de ouro que une o coração humano a Deus. "Assim, o coração do homem é invadido pelo amor de Deus, que se torna o único guia, o único motor da sua existência".

"Essa situação de elevação a Deus e de abandono à sua vontade, expressa na imagem do fio, é utilizada por Catarina para expressar a ação da luz divina sobre as almas do purgatório, luz que as purifica e eleva aos esplendores dos raios fulgurantes de Deus".

"Os Santos, na sua experiência de união com Deus, alcançam um "saber" tão profundo dos mistérios divinos, no qual amor e conhecimento se compenetram, que são auxílio aos próprios teólogos no seu empenho de estudo, de intelligentia fidei, de intelligentia dos mistérios da fé, de aprofundamento real dos mistérios, por exemplo, de o que seja o purgatório”.

"Com a sua vida, santa Catarina ensina-nos que quanto mais amamos a Deus e entramos em intimidade com Ele na oração, tanto mais Ele se faz conhecer e acende o nosso coração com o seu amor. Escrevendo sobre o purgatório, a Santa recorda-nos uma verdade fundamental da fé que se torna, para nós, convite a rezar pelos defuntos, a fim de que possam chegar à visão beatífica de Deus na comunhão dos santos".

“O serviço humilde, fiel e generoso que a Santa prestou por toda a sua vida no hospital de Pammatone, pois, é um luminoso exemplo de caridade para todos e um encorajamento especialmente para as mulheres que dão uma contribuição fundamental à sociedade e à Igreja com a sua obra preciosa, enriquecida pela sua sensibilidade e atenção com os mais pobres e mais necessitados".

Ao final da Catequese, o Papa dirigiu aos peregrinos de língua portuguesa a seguinte saudação:

Amados peregrinos de língua portuguesa,
de quem me apraz salientar a presença do grupo de juristas do Brasil: para todos vai a minha saudação amiga de boas vindas, com o convite a aderirdes sempre mais a Jesus Cristo e a fazerdes do seu Evangelho o guia do vosso pensamento e da vossa vida. Então sereis, na sociedade, aquele fermento de vida nova que a humanidade precisa para construir um futuro mais justo e solidário, que sonhais e servis com a vossa atividade. Sobre vós e vossas famílias, desça a minha Bênção Apostólica. ", concluiu.

fonte:acidigital.com

Homenagens marcam um ano da morte de Dra. Zilda Arns Neumann


Hoje dia 12 de janeiro marca um ano de falecimento da Dra. Zilda Arns Neumann, fundadora da Pastoral da Criança, Pastoral da Criança Internacional, presente em 20 países e da Pastoral da Pessoa Idosa, morta no terremoto que atingiu o Haiti em janeiro de 2010.
A data será lembrada em Forquilhinha/SC, terra natal de Dra. Zilda e em diversas comunidades, no Brasil e no exterior, onde a Pastoral da Criança está presente.

A Administração Municipal de Forquilhinha/SC e a Pastoral da Criança da Diocese de Criciúma vão homenagear a Dra. Zilda Arns Neumann com a colocação de quatro memoriais, sendo um em frente à Casa Mãe Helena, sede da Pastoral em Forquilhinha, e os outros três posicionados nas entradas da cidade.

Os memoriais são feitos em aço escovado com frases diversas de autoria da Dra. Zilda e foram confeccionados com o auxílio de patrocinadores.
A cerimônia inicia às 18h30min do dia 12 de janeiro, em frente à Casa Mãe Helena. Em seguida haverá uma celebração eucarística na Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus, presidida pelo Frei Carlos José Köber. Os atos devem contar com a presença de diversos membros da família, além de lideranças da Pastoral de toda a Diocese. Em todo Brasil vão acontecer celebrações eucarísticas organizada pela Pastoral da Criança.

fonte:pastoraldacriança.org.br

Vaticano doa um milhão de dólares aos desabrigados no Haiti



O papa Bento XVI enviou o cardeal Robert Sarah ao Haiti junto com uma ajuda financeira de US$ 1,2 milhão para a população atingida pelo terremoto de 2010 que causou a morte de 250 mil pessoas e deixou 1 milhão de desabrigadas, anunciou o Vaticano hoje, 11.

O cardeal Robert Sarah, presidente de Conselho Pontifício Cor Unum, instituição que distribui os fundos econômicos recebidos pelo Vaticano, levará também uma mensagem do papa à população haitiana.

Sarah visitará algumas comunidades religiosas como a Irmãs de Cristo Rei, cujo hospital ficou destruído e lançará a pedra fundamental da Escola Notre Dame des Anges.

O cardeal levará uma ajuda econômica proveniente das contribuições para o terremoto: US$ 800 mil destinados à reconstrução de escolas e US$ 400 mil à reconstrução das igrejas.

Em 11 de janeiro, o presidente de Cor Unum acompanhado do subsecretário, o espanhol Segundo Tejado, irá com o presidente da República, René Préval, e visitará o campo de refugiados onde realizará uma missa.

No dia seguinte, lerá a mensagem do papa durante a missa de celebração de um ano do terremoto.

fonte:cançãonova.com

JORNAL O ROSÁRIO...FÉ E INFORMAÇÃO EM SUAS MÃOS!


Esse é o jornal O Rosário da cidade de Goiana-PE onde leva informações para todas as paróquias da Diocese de Nazaré. E durante todo o ano de 2011 estaremos juntos para levar até você as informações católica de nossa paróquia até a sua casa. Jornal O Rosário fé e informação em suas mãos!

Espanha: 3 irmãos são ordenados sacerdotes

Fato inédito em Málaga

Pela primeira vez em Málaga, Espanha, três irmãos nascidos na cidade andaluza celebraram a sua primeira Missa na paróquia de San Miguel de Miramar, na quarta-feira, 29 de dezembro.

Conforme relatado a ZENIT por Joseph L. de Zayas, dos Arautos do Evangelho, os 3 irmãos pertencem à associação clerical Virgo Flos Carmeli, nascida dentro da associação internacional de direito pontifício Arautos do Evangelho.

O irmão mais velho dos três, Leopoldo Werner Benjumea, conde de San Isidro, foi ordenado diácono em 20 de dezembro de 2008; os outros dois irmãos, Pablo e Carlos, foram ordenados diáconos em 20 de julho de 2009.

A ordenação sacerdotal dos três teve lugar na igreja do seminário que os Arautos do Evangelho têm em São Paulo, Brasil, em 29 de setembro de 2010, sendo o bispo ordenante Dom Benedito Beni dos Santos, bispo de Lorena, vice-presidente do Regional Sul I da CNBB e encarregado de estudos do seminário dos Arautos, juntamente com outros 11 neossacerdotes.

A mãe dos três sacerdotes, Sra. Heredia Pegui Benjumea, condessa viúva de San Isidro, está muito "orgulhosa por ter três sacerdotes entre seus quatro filhos, e muito feliz por poder participar dessa primeira Missa dos três filhos no mesmo dia", informa Zayas.

A Sra. Heredia diz que sua única filha, a irmã Monica Werner Benjumea, não pôde viajar do Brasil a Málaga neste momento, devido às suas obrigações religiosas como membro do instituto Regina Virginum, também pertencente à família espiritual dos Arautos do Evangelho.

A Missa solene contou, na parte musical, com o coral e conjunto instrumental que os Arautos do Evangelho têm em Madri.

E, estando na Oitava do Natal, no final da cerimônia litúrgica houve um breve concerto de cânticos natalinos.

Fonte: Zenit.org

Vocação


Todos nós cristãos somos chamados para anunciar o reino de Deus, seja no matrimônio, no sacerdócio, na vida religiosa ou em qualquer meio onde vivemos.

É a forma mais concreta de demonstrar o nosso amor e gratidão por Aquele que, com sua morte na cruz, levou todas as nossas dores, aflições, tristezas e sofrimentos. Nós cristãos temos o compromisso de seguí-Lo e anunciar que Ele está vivo e está no meio de nós. Que o mesmo Jesus da Palestina continua hoje, a curar, libertar e restaurar todos aqueles que O procuram e acreditam em Suas promessas.



Jesus convida todos a segui-Lo:VEM E SEGUE-ME ! Alguns O seguem no primeiro chamado, como aconteceu com André, Pedro, João e Tiago, que abandonaram as suas redes nas margens do Mar da Galileia, para seguir o Mestre, e nunca mais O deixaram. Outros, depois de muitas indecisões, recuos, medos, aceitam o convite do Senhor. Porém, têm aqueles que escutam a voz do Senhor e resistem, deixando a graça passar.



Seguir os passos de Jesus não é fácil. É ficar sempre com Ele, é anunciá-Lo com a Palavra e testemunhos, é deixar-se amar por Ele e aprender a amar como Ele.

Jesus passa, olha e chama ..."Ide por todo mundo e pregai o Evangelho a toda criatura..." ( Mc.16,15), resta estarmos atentos!



E você meu querido, minha querida está atento (a) a voz do Senhor?



Se você deseja fazer uma experiência de como servir ao Senhor com alegria, com simplicidade e com o "jeito de Maria", a nossa Comunidade está de braços abertos para recebê-lo (la).



Que no momento certo do seu chamado você possa dizer, como Maria: "...Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra..." (Lc 1,38).

Maria Salomé (co-Fundadora) da comunidade obra de maria

fonte:obrademaria.com

"2012" é o filme mais absurdo de todos os tempos, afirma Nasa


O filme-catástrofe "2012", lançado em 2009, ganhou de cientistas da Nasa o título de obra cinematográfica mais cientificamente absurda de todos os tempos em uma conferência na Califórnia.
A Nasa diz ter recebido uma enxurrada de e-mails de gente preocupada com o fim do mundo e achou infeliz que neutrinos, um tipo de partícula subatômica, causassem terremotos e furacões, algo inconcebível.
"Tivemos até de pôr no ar um site para derrubar os mitos, algo que nunca tínhamos feito antes", diz Donald Yeomans, cientista da Nasa.

Outros filmes criticados pela Nasa foram "O Dia Depois de Amanhã", "O Sexto Dia", "O Núcleo - Missão ao Centro da Terra", "Quem Somos Nós" e "Volcano".
A agência elogiou, porém, a precisão científica de "Gattaca - Experiência Genética", "Blade Runner", "Metropolis" e "Jurassic Park".

Fonte: http://www.cleofas.com.br/ver_conteudo.aspx?m=not&cat=108&scat=80&id=1792

OS DEZ MANDAMENTOS DO CASAL



1 - Nunca irritar-se ao mesmo tempo. Evite a explosão. Quanto mais
é complicada a situação, mais a calma é necessária.

2 - Nunca gritar um com o outro, a não ser que a casa esteja pegando
fogo. Quem tem bons argumentos não precisa gritar.

3 - Se alguém deve ganhar na discussão, deixe que seja o outro.
Se o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro vença,
para que mais rápido ela termine.

4 - Se for inevitável chamar a atenção, faça com caridade. A crítica só é válida quando é construtiva, amorosa, sem acusações e sem condenações.

5 - Nunca jogar na cara do outro os erros do passado. A pessoa é sempre maior do que os seus erros.

6 - A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge. A falta de atenção para com o outro demostra desprezo. Seja atento ao que o outro diz, aos seus problemas e as aspirações.

7 - Nunca ir dormir sem reconciliar-se. Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento. Ef. 4,26b. Não se pode deixar acumular problema sobre problema.

8 - Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa. Não basta amar o outro. É preciso também expressar com palavras. Como são importantes essas expressões de carinho que fazem o outro crescer: ” eu te amo,” você ´e muito importante para mim…”

9 - Cometendo um erro, saiba rreconhecê-lo e pedir desculpas. Isto é humildade. Agindo assim, eliminamos o conflito e estabelecemos a paz.

10 - Quando um não quer, dois não brigam. A melhor maneira é não por lenha na fogueira. Muitas vezes é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro.

Fonte: Livro Família Santuário da Vida - Prof. Felipe Aquino

Confira o Discurso de Posse do Pe. Francisco Valdemar


Exmº e Revmº Dom Severino Batista de França nosso Bispo Diocesano
Revmº Pe. Ailton a quem saúdo os demais sacerdotes, diáconos, seminaristas e demais autoridades.

Querido povo de Deus.

''Que poderei retribuir ao senhor por todo bem que ele fez? Erguerei o Cálice da salvação invocando o nome santo de Deus'' (Sl 115).

Agradeço a Deus os imensos benefícios concedidos em minha vida sacerdotal. Ao dileto D. Severino agradeço a confiança em mim depositada e ao grande bem que tens feito a Igreja de Deus como Bispo e pastor.

A Paróquia de Vicência, aqui tão bem representada agradeço a oportunidade do meu crescimento sacerdotal e pastoral nos meus 06 anos de ministério pastoral tão fecundos e felizes, e pelo acolhimento humano e sincero.

A Paróquia de São Vicente Férrer, aqui também representada, onde por 04 anos exerci meu ministério sacerdotal apascentando aquele rebanho que me trouxe sempre alegria.
As equipes que trabalharam para que esta festa acontecesse. Muito obrigado.

A Paróquia de Nossa Senhora da Conceição e filhos (as) paroquianos que hoje me recebem, em prece rogo: rezem por mim para que, com a luz do Espírito Santo e na humildade de coração eu possa apascentar este rebanho hoje a mim confiado. Vim em nome de Deus e com alegria, para continuar os trabalhos do sempre querido Pe. Ailton com vossa colaboração e oração.
Irei ao encontro de todos, a todos vim para anunciar o Evangelho, a boa nova que Jesus Cristo; vim para abençoar, vim para santificar, vim como aquele que serve. Vim como pai para vos acolher, mas, sobretudo vim como irmão, o irmão menor. A todos quero amar.

Por fim rogo a Mãe de Deus e nossa, a quem dedico o meu paroquiato que ao lado do seu filho continue intercedendo por mim e por todos nós.
Assim seja!

Ferreiros, 02 de janeiro de 2011

Esse discurso foi proferido no dia 02 de janeiro de 2011 na celebração de posse do Padre Francisco Valdemar. Humildade, alegria e vontade de trabalhar esse é o nosso novo pároco que assume a Paróquia como aquele que quer anunciar como aquele que quer ir aos lugares mais distantes e longínquos para dizer que Jesus Cristo é o senhor das nossas vidas das nossas famílias da nossa cidade do nosso país, então que possamos dizer com toda a alegria de nosso coração BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!!!

Padre Francisco Valdemar toma posse da Paróquia Nossa Senhora da Conceição

No ultimo domingo (02/01), o padre Francisco Valdemar tomou posse da paróquia de Nossa Senhora da Conceição, localizada no município de Ferreiros.

A missa foi presidida pelo bispo diocesano Dom Severino Batista de França, contando com a presença de muitos padres e amigos do padre Valdemar.
A igreja estava lotada, com paroquianos da paróquia de Sant’Anna (antiga paróquia do Pe.Valdemar) e da Paróquia de Ferreiros.

Com a Matriz repleta de fiéis, Dom Severino deu início a celebração convidado todos a receber o padre Francisco Valdemar com uma calorosa salva de palmas. Durante toda a cerimônia o que se pôde notar, foi o entusiasmo e a satisfação em receber o novo pároco.

confira as fotos da posse do Pe.Valdemar:



O padre Francisco Valdemar recebeu as chaves da paróquia pelas mãos do Sr.Gildo Pereira e da Sra. Maria da Penha. Logo após foi convidado a fazer sua profissão de fé diante do Bispo e de todos os fiéis presentes na igreja. Em sua fala, o padre Valdemar fez uma descrição da sua vida sacerdotal, agradeceu ao povo das paróquias em que serviu especialmente ao povo de Vicência, e dirigindo-se aos novos paroquianos, demonstrou carinho, apreço e vontade de trabalhar pelo bem da comunidade. Desejamos ao Pe. Valdemar muito sucesso e que possa desenvolver um ótimo trabalho junto a nossa comunidade de Ferreiros, e desde já o blog sacrário de amor está a sua disposição para servi em que for preciso na nossa paróquia.

Papa pede ao mundo "autêntico espírito de paz"


Em um mundo no qual os cristãos continuam sendo vítimas de ataques sanguinários, o Papa Bento XVI pediu um "autêntico espírito de paz" e a coragem de enfrentar as dificuldades.

Esta foi sua mensagem durante a homilia que presidiu na Basílica Vaticana hoje, solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, e Dia Mundial da Paz, recordando que esta última já se tornou uma "tradição consolidada" na Igreja.

"É bom iniciar um novo caminhar andando com decisão em direção à paz", afirmou o Papa, querendo recolher "o grito de tantos homens, mulheres, crianças e idosos, vítimas da guerra, que é o rosto mais horrível e violento da história".

"Diante dos trágicos acontecimentos que marcam a história, diante das lógicas de guerra que infelizmente ainda não foram superadas, somente Deus pode tocar o coração humano e assegurar esperança e paz à humanidade", constatou o Papa.

A paz, sublinhou, "tem suas raízes no mistério de Cristo", mas é também "um valor humano a ser realizado no campo social e político".

Neste contexto, a humanidade "não se pode mostrar resignada à força negativa do egoísmo e da violência, não se pode habituar a conflitos que provocam vítimas e põem em risco o futuro dos povos".

"Diante das ameaçadoras tensões do momento, diante especialmente das discriminações, arbitrariedades e intolerâncias religiosas, que hoje agridem particularmente os cristãos, mais uma vez renovo o convite para que não cedam ao desânimo e à resignação", declarou o Pontífice, exortando todos a rezarem para que "cheguem a bom fim os esforços realizados em toda parte para promover e construir a paz no mundo".

Para levar a cabo esta "difícil tarefa", acrescentou, "não bastam palavras", senão que é necessário "o empenho concreto e constante dos responsáveis das nações, mas é sobretudo necessário que cada pessoa esteja animada pelo autêntico espírito da paz".

O exemplo de Maria

Bento XVI prosseguiu sua homilia recordando que este Dia Mundial da Paz, comemorado cada ano desde 1968 em nome da Mãe de Deus, manifesta que esta paz, que é "dom messiânico por excelência", chegou por meio de Maria.

Maria, afirmou o Papa, "é verdadeira Mãe de Deus, precisamente em virtude da sua total relação a Cristo. Portanto, glorificando o Filho, honra-se a Mãe e, honrando a Mãe, glorifica-se o Filho".

O título de "Mãe de Deus" celebrado pela liturgia "põe em relevo, sublinha a missão única da Virgem Santa na história da salvação: missão que está na base do culto e da devoção que o povo cristão lhe reserva".

"De fato, Maria não recebeu o dom de Deus só para si, mas para levá-lo ao mundo: na sua virgindade fecunda, Deus deu aos homens os bens da salvação eterna"; e Ela "oferece continuamente sua mediação ao Povo de Deus que peregrina na história, rumo à eternidade, como antes a ofereceu aos pastores de Belém".

"Ela, que deu a vida terrena o Filho de Deus, continua dando aos homens a vida divina, que é Jesus Cristo e seu Santo Espírito. Por isso, é considerada a Mãe de todo homem que nasce para a Graça e, ao mesmo tempo, é invocada como Mãe da Igreja", concluiu o Papa.

fonte:cleofas