Jesus está disfarçado em sua casa - Palestra do Pe Léo


É na EUCARISTIA que minha vida ganha sentido





§1359 A Eucaristia, sacramento de nossa salvação realizada por Cristo na cruz, é também um sacrifício de louvor em ação de graças pela obra da criação. No sacrifício eucarístico, toda a criação amada por Deus é apresentada ao Pai por meio da Morte e da Ressurreição de Cristo. Por Cristo, a Igreja pode oferecer o sacrifício de louvor em ação de graças por tudo o que Deus fez de bom, de belo e de justo na criação e na humanidade.

§1362 A Eucaristia é o memorial da Páscoa de Cristo, a atualização e a oferta sacramental de seu único sacrifício na liturgia da Igreja, que é o corpo dele. Em todas as orações eucarísticas encontramos, depois das palavras da instituição, uma oração chamada anamnese ou memorial.
§1363 No sentido da Sagrada Escritura, o memorial não é somente a lembrança dos acontecimentos dos acontecimento do passado, mas a proclamação das maravilhas que Deus realizou por todos os homens. A celebração litúrgica desses acontecimentos toma-os de certo modo presentes e atuais. É desta maneira que Israel entende sua libertação do Egito: toda vez que é celebrada a Páscoa, os acontecimentos do êxodo tomam-se presentes à memória dos crentes, para que estes conformem sua vida a eles.
§1364 O memorial recebe um sentido novo no Novo Testamento. Quando a Igreja celebra a Eucaristia, rememora a páscoa de Cristo, e esta se toma presente: o sacrifício que Cristo ofereceu uma vez por todas na cruz torna-se sempre atual: "Todas as vezes que se celebra no altar o sacrifício da cruz, pelo qual Cristo nessa páscoa foi imolado, efetua-se a obra de nossa redenção."
§1365 Por ser memorial da páscoa de Cristo, a Eucaristia é também um sacrifício. O caráter sacrifical da Eucaristia é manifestado nas próprias palavras da instituição: "Isto é o meu Corpo que será entregue por vós", e "Este cálice é a nova aliança em meu Sangue, que vai ser derramado por vós" (Lc 22,19-20). Na Eucaristia, Cristo dá este mesmo corpo que, entregou por nós na cruz, o próprio sangue que "derramou por muitos para remissão dos pecados" (Mt 26,28).
§1366 A Eucaristia é, portanto, um sacrifício porque representa (toma presente) o Sacrifício da Cruz, porque dele é memorial e porque aplica seus frutos:
Catecismo da Igreja Católica

Quando Comungamos Somos um em Cristo

Na comunhão, ao receber uma hóstia consagrada, a pessoa recebe Jesus por inteiro. Não um pedacinho de Jesus, mas toda a Sua Pessoa, o Seu Corpo ressuscitado, que tem Carne e sangue.

Quando o sacerdote parte a hóstia, em cada uma das partes está Nosso Senhor Jesus Cristo. É o Seu Corpo ressuscitado. E porque Ele tem um Corpo ressuscitado, pode dar-se inteiro e ao mesmo tempo para cada um de nós em particular. Jesus não se divide nem se multiplica, há um só Jesus, Ele supera a lei do espaço.
 

É por isso também que a Eucaristia é chamada de “o sacramento da unidade”. 
Quando comungamos, todos entramos em comunhão: todos juntos somos um em Cristo.

Tanto na forma de pão como na forma de vinho, recebemos Jesus por inteiro: Corpo, Sangue, Alma e Divindade.
 

Deus o abençoe!
 

Monsenhor Jonas Abib
 
Fundador da Comunidade Canção Nova

Crescer na amizade com Deus


Em João 15,16, Jesus nos diz: “Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos constituí para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça”. Existe uma escolha. E a amizade com Deus acontece pela graça do Espírito Santo.

Amizades nós escolhemos, e temos de escolher amigos que nos façam bem. Ser amigo é amar alguém, mas este amor não é irracional, mas é algo que podemos escolher. Hoje, perdemos um pouco a noção disso, porque, muitas vezes, acreditamos que não podemos escolher quem vamos amar.

A amizade de Deus por nós e a nossa por Ele, e a amizade que temos uns pelos outros precisa ser racional. A amizade verdadeira acontece no coração, há afeto, mas precisa ter uma eleição.

Deus quer ser nosso amigo. Nenhum de nós veio a este mundo por acaso, por um “acidente de percurso”. Todos somos queridos, desejados por Ele. O Senhor tem um sonho para nós. Milhares de filhos poderiam ter nascido de seus pais, mas o Senhor escolheu você.

O Senhor quis que estivéssemos em Sua Igreja, porque nela não há solidão. Cristo está conosco, porque somos galhos da videira. Só se sente sozinho quem não tem fé, quem não é católico. Deus nos elegeu para sermos amigos d'Ele e fazer parte dessa família.

Cada um de nós tem uma vocação, um propósito na vida. Você tem de entender isso. Sei que um dos grandes dramas da vida é fazer a escolha vocacional. Descobrir sua vocação é saber o que Deus escolheu para você. Fomos escolhidos para ir ao céu, mas para isso precisamos ter amizade com o Senhor.
Nós todos precisamos nos converter, mas cada um tem uma conversão diferente a fazer. Existe, na primeira conversão, uma necessária mudança de mentalidade. Você era uma pessoa que buscava o paraíso nessa terra, mas descobriu que, aqui, é só o caminho, a preparação para o céu. Este mundo é lugar de luta. Não há felicidade perfeita nesta terra.

Na catequese, aprendemos que, com o pecado grave, nós perdemos a amizade de Deus. Para que haja amizade é necessário que o amor “vá e venha”. Não há amizade sem essa reciprocidade. Você não pode ser amigo de uma pessoa, se ela não sabe que você é amigo dela. 

Deus dá Sua vida por nós, mas precisamos corresponder a esse amor. Mas o que Ele viu em nós para nos escolher? Essa é a maravilha. O amor do Pai não escolhe quem é “amável”, mas nos faz ficar amáveis. Quando Ele nos ama, vai nos transformando numa pessoa diferente. Então, a conversão é isso: você vai se transformando pelo amor de Deus.

Você achava que não era capaz de rezar, de jejuar, amar, doar-se e se entregar. Mas quando o Senhor nos ama e nos abrimos para Ele, este amor vai se derramando em nosso coração e você vai nos convertendo.

Você precisa abrir seus olhos para enxergar os pequenos sinais da amizade de Deus. Precisamos corresponder a Ele pela oração, pois, assim, crescemos nessa amizade com o Senhor. Quem é amigo de Deus reza. Se você é amigo d'Ele, precisa falar com Ele com intimidade, com confiança. Essa amizade precisa dar frutos.

Na amizade com Deus também exitem podas. O Seu amor nos poda, porque Ele nos ama. E só assim poderemos dar frutos. 
Jesus sofreu e morreu por nós. Ninguém tem maior amor do que Aquele que dá a vida por Seu amigo.

Nós somos amados; amemos de volta. Fomos escolhidos; correspondamos a essa escolha. Eleja Deus como seu amigo íntimo, como Aquele diante do qual você não pode usar máscaras. Se você crescer na vida de oração, poderá fazer com que os segredos do Senhor lhe sejam conhecidos.

A nossa oração é mais forte se formos amigos de Deus, se O amarmos. Se nossa amizade com Ele estiver abalada, nossa oração transformará menos o mundo. 

Que esse PHN seja um ponto de virada em nossa vida. Ele escolheu você. Escolha-O também.

“Senhor, eu fui escolhido desde toda eternidade. Vós me quisestes, me escolhestes. Eu Vos escolho, Senhor. Hoje, Jesus, eu elejo, escolho a Vós como meu Amigo, meu maior Amigo, Aquele com o qual não há segredo. Amigo que conhece tudo, sabe tudo, pode tudo e irá realizar o amor em mim. Amém.”

Santo Arsênio


A importância de Santo Arsênio na história da Igreja se prende também à importância da época em que nasceu e viveu. Foi um dos mais conhecidos eremitas do Egito, chegando a ser considerado um dos primeiros pais do deserto. 

O mundo católico também passava por transformações. Se nos séculos anteriores o martírio – a morte em favor dos ensinamentos de Jesus – era a forma mais reconhecida de se doar pelo próximo, a partir do século IV a morte em vida passou a ser o sacrifício mais exemplar. Não foram poucos os que morriam para o mundo e se enclausuravam para penitenciar-se como forma de servir a Deus. 

São Arsênio viveu entre o final daquele século e o século V e seu refúgio era dos mais visitados por cristãos que buscavam nos eremitas conselhos e paz para as aflições da alma, mesmo que para isso tivessem que fazer longas e cansativas peregrinações.

Arsênio nasceu em Roma e conta a tradição que foi ordenado sacerdote pessoalmente pelo papa Dâmaso. Em 383 o próprio imperador Teodósio o convidou a ficar em Constantinopla para cuidar da educação de seus filhos Arcádio e Honório. O santo ali permaneceu por onze anos. Enfim, conseguiu a exoneração do cargo e retirou-se para o deserto egípcio.

Conta também a tradição que ele não gostava muito de interromper seu exílio voluntário para atender aos que o procuravam. Mas, para não usufruir do egoísmo da solidão total, juntou-se aos eremitas de Scete. A vida parcialmente comunitária entre iguais era uma forma de não se isolar totalmente dos demais seres humanos. 

Mas o paraíso daqueles religiosos teve fim com a invasão de uma tribo das redondezas. Santo Arsênio teria então abandonado o local, terminando por morrer em Troc, perto de Menfis, entre os anos 434 e 450. 

(© 1997-2002 Direitos reservados Pia Sociedade Filhas de São Paulo - www.paulinas.org.br)

Chegamos ao tempo dos frutos


O Reino de Deus está próximo. Ele está às portas. O próprio Jesus explicou na parábola que o Reino dos céus é assim: a força da terra faz com que a semente desabroche, cresça, se desenvolva, dê folhas, flores e frutos. Aí o agricultor vem e colhe.

Foi isso que Jesus fez. Ele veio uma primeira vez: o “Reino do Céu” chegou até nós. Ele semeou entre nós a semente do Reino de Deus. Não calculávamos que fosse preciso tanto tempo... as boas plantas levam anos para dar fruto. Jesus semeou o Reino e o regou com o Seu sangue. Ele tem cultivado durante todos esses séculos a boa semente do Reino.

Demorou todo esse tempo, mas, graças a Deus, já estamos no tempo da colheita. Chegamos ao tempo dos frutos. Essa semente foi cultivada e regada também com o sangue de muitos mártires, com a vida de tantos santos, com o suor, com as lágrimas, com o sangue de muitas pessoas que se dedicaram, que investiram sua vida no Reino de Deus. Agora, graças a Deus, já está chegando o “agricultor”. O Senhor está vindo para colher. Chegou a hora! O Reino de Deus está próximo. Nossa missão é clamar: “Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas”.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

(Trecho do livro "Eu e minha casa serviremos ao Senhor" de monsenhor Jonas Abib)

Para alcançar a paz é preciso dialogar, afirma Bento XVI


“Para alcançar a paz, é preciso comprometer-se, deixar de lado a violência e as armas e dialogar, buscando um acordo”. Foi a afirmação feita pelo Papa Bento XVI após participar do concerto oferecido em sua homenagem, nessa quarta-feira, 11. 

O concerto foi regido pelo maestro argentino-israelense Daniel Barenboim. A Orquestra West-Eastern Divan, com sede em Sevilla, na Espanha, é formada por músicos espanhóis, israelenses e de vários países árabes do Oriente Médio.

Bento XVI disse que a sua geração, assim como a dos pais de Barenboim, viveu a “tragédia” da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto contra os judeus: “é muito significativo que o senhor, maestro, tenha querido dar vida a um projeto como a Orquestra West-Eastern Divan, um grupo em que tocam juntos músicos israelenses, palestinos e de outros países árabes, pessoas de religião hebraica, muçulmana e cristã”, afirmou o Pontífice.

O Santo Padre assinalou ainda que a mensagem que se recebe do concerto é que “para alcançar a paz, é necessário engajar-se, deixando a violência e as armas de lado, comprometendo-se com a conversão pessoal e comunitária, com o diálogo e a paciente busca de acordos possíveis”.

A orquestra executou as sinfonias nº 6 em fá maior e a nº 5 em dó menor, ambas de Ludwig van Beethoven. O Papa, grande apreciador de música clássica, disse que as duas obras expressam aspectos da vida como: o drama e a paz, a luta do ser humano contra o destino adverso e a imersão tranquilizadora em um ambiente bucólico.

O concerto aconteceu no pátio central da residência papal de Castel Gandolfo, que se ergue aos pés do lago Albano, na região dos “Castelos Romanos”, onde Bento XVI se encontra, desde o último dia 3, para um período de descanso.

Assistiram ao concerto com o Papa, o Presidente da República Italiana, Giorgio Napolitano, e sua esposa, Clio, vários cardeais e bispos, entre os quais Dom Gianfranco Ravasi, Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, além de centenas de convidados.

Foi a segunda vez que ele ouviu um concerto de Barenboim. A anterior foi no dia 1º de junho passado, quando esteve no Teatro La Scala de Milão, durante o VII Encontro Mundial das Famílias, realizado nesta cidade do norte da Itália.

Daniel Barenboim nasceu em 1942 em Buenos Aires, e é um defensor da reconciliação e da paz entre judeus e palestinos. 

Após o concerto para o Pontífice, a orquestra prossegue sua turnê em Versalhes, Genebra, Londres, com a gravação de um concerto para a rede de TV e Rádio BBC, e Berlim. A arrecadação do espetáculo na Alemanha será destinada ao financiamento de projetos educativos organizados pela orquestra em Israel e na Palestina.

Fonte: Canção Nova

O Pe. Francisco Valdemar Coelho Domingos participou em Brasília nos dias 06 a 08 de julho do 10º Encontro Nacional da Pastoral Familiar


O Assessor Regional Nordeste II da Pastoral Familiar o Pe. Francisco Valdemar Coelho Domingos participou em Brasília nos dias 06 a 08 de julho  do 10º Encontro Nacional da Pastoral Familiar. O Encontro teve como meta avaliar as Ações Evangelizadoras de cada Regional e também quais os desafios encontrados nesta missão. Para isso foram ouvidos todos os Regionais que estavam representados pelo Casal Regional e seu Assessor Eclesiástico.

Foi também refletido sobre o Tema da Hora da Família deste ano: “A Família, o trabalho e a festa”. Dom Petrini Bispo da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB fez a abertura e juntamente com o Assessor Nacional o Pe. Wladimir, nos  levaram a entender o precioso valor deste tema em nossa vida e de nossas famílias.

Nas celebrações Eucarísticas  foi de grande valor a presença do Exmº e Revmº Núncio Apostólico Dom Giovanni d’ Aniello que presidiu a Eucaristia do 2º dia do encontro.

Que a Sagrada Família de Nazaré abençoe todas as famílias e todos os lares cristãos. Amém


Jesus, o Rei dos reis


O próprio Jesus, diante de Pilatos, proclamou ser Rei. E testemunhou que o Reino d'Ele não era deste mundo, como Pilatos pensava:

Pilatos entrou, de volta, no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe: “Tu és o Rei dos Judeus? Jesus respondeu: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui”. (Jo 18,33.36).

Jesus se declara Rei, mas afirma que o Reino d'Ele é totalmente diferente. Ele realmente é Rei dos reis, e Senhor dos senhores, e não pode deixar de sê-lo. Essa é a essência de Cristo, porque o Pai O constituiu Rei e Senhor.

É importante para nós que Jesus seja nosso Rei. A maior alegria de Jesus, Rei, é que permaneçamos firmes na Igreja que Ele nos deu.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

(Trecho do livro "Eucaristia, nosso tesouro" de monsenhor Jonas Abib)

Papa nomeia novo bispo para a Bahia

Na manhã desta quarta-feira, 4 de julho, a Santa Sé anunciou oficialmente a nomeação do novo bispo de Jequié (BA). Trata-se do frade capuchinho Frei José Ruy Gonçalves Lopes, atualmente vigário paroquial na arquidiocese de Feira de Santana (BA).


Veja o breve Curriculum Vitae do novo bispo:

Frei José Ruy Gonçalves Lopes ingressou na Ordem dos Frades Menores Capuchinhos em fevereiro de 1985 e emitiu votos em 10 de janeiro de 1988. Foi ordenado sacerdote em dezembro de 1993.

Logo depois da ordenação, foi pároco em Valéria e Capelão do Leprosário de Águas Claras na arquidiocese de Salvador (BA). Eleito Definidor Provincial esteve no cargo de 1995 a 1988 quando também exerceu a função de Ecônomo Provincial. Neste mesmo período também teve a responsabilidade da promoção vocacional e foi Mestre dos pós-noviços. Entre os anos de 2002 a 2007 foi Ministro Provincial e parte desse tempo foi vice-presidente da Conferência dos Capuchinhos do Brasil (2002 a 2004).

Cursou pós-graduação em Teologia Moral na Faculdade Assunção de São Paulo em 2007 e 2008. E da conclusão do curso até este ano, ele tem sido membro do Conselho de Formação Internacional dos Capuchinhos e membro do Conselho de Administração das Obras Sociais de Irmã Dulce. Atualmente ele também é professor de Teologia Moral na Faculdade Arquidiocesana e diretor do Colégio Santo Antônio de Feira de Santana (BA).

Fonte: CNBB

Abraço faz bem


Abraço faz bem

Quem recebe um abraço fica feliz.
Quem oferece outro abraço fica muito mais feliz
Um abraço acalenta a alma, dá gosto a vida, envolve de ternura o coração.
Um abraço contagia até mesmo quem está perto de quem é abraçado. Inebria mesmo quem está tão distante dele. Um abraço tem poder radiante, ultrapassa limites, não tem fronteiras, vai longe .
Um abraço caloroso, cheio de beleza, traz o perfume das rosas, encanta o mar.
Abraçar só faz bem. Quem não quer um abraço verdadeiro de um amigo, namorados, pai ou mãe, irmãos. Enfim o abraço traz alegria!
Abraçai e deixai ser abraçado. Deixai ser envolvido pelo abraço que te faz tanto bem.
Corra e abrace agora a quem desejas oferecer este abraço. Tenho certeza de que ele só ira lhe fazer bem. A partir do momento em que você abraça alguém, deixe ser abraçado também. Faça esta experiência do abraço em sua vida e verás milagres acontecer.

MENSAGEM TIRADA DO LIVRO "ABRAÇO"



Autor: PADRE FRANCISCO VALDEMAR


BONS AMIGOS


Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!

2º Ano do Blog Sacrário de Amor


“Parabéns ao Blog Sacrário de Amor por mais um ano de Evangelização”

Nunca estamos sós, é verdade. É bom saber que temos amigos em quem podemos confiar. Pessoas que nos apoiam e nos acolhem com tanto carinho. É certo que temos passado momentos muito difíceis. E conosco vocês estão sempre presente, dando-nos palavras de conforto e ânimo. Somos gratos a Deus pelo sucesso do BLOG SACRÁRIO DE AMOR, de coração aberto e firme nosso muito obrigado. Queremos agradecer a todos vocês que nos colocaram neste ano com maior acesso no meio de comunicação evangelizadora.

Solenidade de São Pedro e São Paulo

Entrega do Premio


Ganhadora da RIFA Mazé Paiva
Nº 102