Maria no Ano da Fé






O Ano da Fé proclamado pelo Papa Bento XVI no dia 11 de Outubro de 2012, e que vai até o próximo ano de 2013, nos orienta a ver em Maria o modelo perfeito do seguimento de Cristo. Na Nova Evangelização, Maria é a Estrela que nos conduz a assimilação coerente do Evangelho de Cristo. Nossa Senhora é por excelência o “Evangelho vivo”. Nela se concentra toda a atenção da Igreja, pois de modo perfeito foi a primeira discípula de Cristo na fé e na ação. O culto a Maria de Nazaré perdura á dois mil anos, seja por escrito como também celebrativo. A liturgia mariana é cristológica e eclesiológica. As celebrações mariana na liturgia oficial da Igreja não é um cultuar a pessoa humana da Kekaritomene (Cheia de graça), mas a ação salvífica trinitária da qual a escolheu para uma cooperação impar na história humana.
Sabiamente, a Igreja nos apresenta celebrações importantes durante o Ano Litúrgico onde se concentram os importantes mistérios da vida da Virgem e seus aspectos cristológicos como a sua Imaculada Conceição, sua Virgindade perpétua. Tais mistérios se concentram na Maternidade divina que recebe do Deus Uno e Trino seu prêmio de fidelidade na sua Assunção gloriosa. Como se sabe tudo o que aconteceu com a Virgem Maria diz respeito a Igreja que somos nós e por isto a Igreja celebra já aqui e agora o nosso futuro.
Não existe na história da Igreja e da teologia, alguém além da Virgem Maria, que concentra em si todo o projeto de Deus na salvação do gênero humano.
No caminho celebrativo do 50º do Concílio Vaticano II, uma constante formação mariológica se subtrai nas celebrações para 2014 como, a proclamação de Maria, como «Mãe da Igreja», pelo papa Paulo VI (1964), que foi fruto dos esforços do episcopado brasileiro durante o Concílio; os 40 anos da publicação da Carta Encíclica Marialis Cultus (1974) do papa Paulo VI. Um compêndio de máxima importação na orientação do culto litúrgico e popular à Virgem Maria. Documento iluminante que foi consequência do solene e importante documento pós conciliar Vaticano II, a Constituição Apostólica Lumen Gentium, capítulo VIII dedicado exclusivamente a Maria no mistério de Cristo e da Igreja e que em 2014 completará seu cinquentenário (1964). No caminho pós Concílio aurimos luz para uma constante formação mariológica, onde comemoraremos em 2014, os 160 anos da proclamação do dogma da Imaculada Conceição pelo papa Pio IX com a Encíclica Inefabilis Deus (1854).
No contexto brasileiro temos algumas comemorações indicativas e que para muitos é desconhecida. Para 2013 temos os 455 anos da chegada ao Brasil da invocação de Nossa Senhora dos Prazeres na cidade de Vitória, Estado do Espírito Santo (1558), conhecida como Nossa Senhora da Penha. Única invocação mariana no mundo onde celebra uma festa litúrgica á «Alegria de Maria na ressurreição do Senhor» no período pascal.
Ainda em 2014 temos os 480 anos do nascimento do primeiro mariólogo vindo às terras de Santa Cruz, o apóstolo do Brasil, o beato José de Anchieta (1584); os 360 anos da expulsão dos Holandeses (1654) sob invocação a Nossa Senhora dos Prazeres ou das Alegrias nos Montes Guararapes (Pernambuco). Tal invocação, como aquela de Vitória do Espirito Santo é celebrada na Páscoa. Assim, os 110 anos da coroação de Nossa Senhora da Conceição Aparecida como Rainha do Brasil (1904).
Dom Rafael Maria é beneditino e doutor em Mariologia
Fonte: Zenit

O Credo como Oração diária para o Ano da Fé



Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso
Criador do Céu e da Terra,
de todas as coisas visíveis e invisíveis.
Creio em um só Senhor, Jesus Cristo,
Filho Unigênito de Deus,
nascido do Pai antes de todos os séculos:
Deus de Deus, luz da luz,
Deus verdadeiro de Deus verdadeiro;
gerado, não criado, consubstancial ao Pai.
Por Ele todas as coisas foram feitas.
E por nós homens e para nossa salvação
desceu dos Céus.
E encarnou pelo Espírito Santo,
no seio da Virgem Maria,
e se fez homem.
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos;
padeceu e foi sepultado.
Ressuscitou ao terceiro dia,
conforme as Escrituras;
e subiu aos Céus, onde está sentado à direita do Pai.
De novo há-de vir em sua glória
para julgar os vivos e os mortos;
e o seu Reino não terá fim.
Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida,
e procede do Pai e do Filho;
e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: Ele que falou pelos profetas.
Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica.
Professo um só Batismo para a remissão dos pecados.
E espero a ressurreição dos mortos
e a vida do mundo que há-de vir. Amém.

Chegada da Cruz e o Ícone

Nesta segunda feira (18), a comunidade Católica de Ferreiros recebeu de braços abertos a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora.










Reforma da Capela São Francisco





OBRIGADO A VOCÊ DIZIMISTA 
"ESTA FOI MAS UMA OBRA DO DÍZIMO"

Encontro com as escolas

Nesta terça-feira (19), a paróquia realizou encontro com as escolas da cidade explicando o sentido da Cruz e o Ícone de Nossa Senhora. A Igreja coloca nas mãos dos Jovens um desafio: seguir Jesus e anunciá-Lo pela Palavra. A Cruz é sinal do compromisso em seguir o Mestre. Sem ela, não há ressurreição. Com Ele, venceremos. E Maria é modelo perfeito desse seguimento. Que sua juventude eterna nos encoraje a seguirmos o testemunho de Seu Filho. 











FOTOS: HENRIQUE NETO


Diocese de Nazaré
Paróquia de Nossa Senhora da Conceição
Rua São José, 03 - Centro - Ferreiros - PE
CEP: 55880-000 - CNPJ: 10.544.203/0036-22
Fone: 3657-1382 - Blog: www.sacrariodearnor.blogspot.com

PROGRAMAÇÃO DA VISITA DA CRUZ MISSIONÁRIA NA PARÓQUIA DE
FERREIROS
17 A 24 DE FEVEREIRO 2013

DIA 17 (DOM) - CHEGADA E ACOLHIDA DA CRUZ E íCONE DE NOSSA
SENHORA NA IGREJA MATRIZ As 9:00h - VISITA DO POVO EM GERAL
DIA 18 (SEG-FEIRA) - ÁS 18:30 CAMINHADA COM A CRUZ PARA O
SANTUÁRIO DA MÃE RAINHA - TODOS OS MOVIMENTOS E PASTORAIS
DIA 19 (TERÇA-FEIRA) - VISITA DAS ESCOLAS DURANTE O DIA E A
NOITE
DIA 20 (QUARTA-FEIRA) - DURANTE O DIA VISITA DO POVO EM GERAL
E A NOITE VíGILlA COM OS JOVENS
DIA 21 (QUINTA-FEIRA) - DIA DE ADORAÇÃO E BEIJO DA CRUZ E A
NOITE SANTA MISSA NA MATRIZ
DIA 22 (SEXTA-FEIRA) - VIA SACRA EM FRENTE A MATRIZ, ASPERÇÃO
COM ÁGUA BENTA - MOMENTO PENITENCIAL
DIA 23 (SABADO) - VISITA DO POVO EM GERAL E A NOITE SANTA MISSA
E CONSAGRAÇÃO A NOSSA SENHORA NA MATRIZ
DIA 24 (DOMINGO) - As 9:30H ENTREGA DA CRUZ A PARÓQUIA DE
CAMUTANGA - TODOS OS MOVIMENTOS E PASTORAIS E A JUVENTUDE
EM GERAL SOB A RESPONSABILIDADE DOS GRUPOS: SANTOS
ARCANJOS E CJC

              Pe. Francisco Valdemar Coelho Domingos
                                     Pároco



Diocese de Nazaré
Paróquia de Nossa Senhora da Conceição 

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PROGRAMAÇÃO DAS VIAS- SACRAS ANO 2013

DIA 15 DE FEVEREIRO- (SEXTA-FEIRA) Comunidade Mãe 
Rainha - Ferreiros Novo- Participação do Pároco (Resp. Terezinha e 
Movimento da Mãe Rainha)

DIA 22 DE FEVEREIRO -(SEXTA- FEIRA) Comunidade do 
Centro Guadalupe em frente a Matriz com a presença da Cruz
Missionária. Participação do Pároco ( Resp. Equipe de Liturgia e CJC)
DIA 08 DE MARÇO (SEXTA- FEIRA) Noite Penitencial
- presença dos Padres do Setor Timbaúba (Resp. Gr. Santos Arcanjos)
DIA 15 DE MARÇO (SEXTA- FEIRA) Comunidade São José 
(Resp. Concita)
DIA 22 DE MARÇO (SEXTA- FEIRA) ComunidadeN. Srdo 
Carmo- Participação do Pároco ( Resp. Comunidade Obra de Maria)
DIA 29 DE MARÇO (SEXTA-FEIRA) Comunidade São 
Francisco- Participação do Pároco ( Resp. RCC)


Pe. Francisco Valdemar Coelho Domingos
Pároco
  


Anúncio de Bento XVI deixa mundo católico perplexo


O Papa Bento XVI deixou o mundo inteiro perplexo, ao anunciar, na manhã desta segunda-feira de Carnaval (11), que decidiu renunciar ao cargo de Pontífice. O seu pontificado deve acabar no dia 28 deste mês, quando a Sé fica vacante, e os cardeais se reúnem mais uma vez para a eleição de um novo Papa.
Bento XVI apresenta renúncia
A renúncia de um Papa, embora prevista no Código de Direito Canônico (“Se acontecer que o Romano Pontífice renuncie ao cargo, para a validade requer-se que a renúncia seja feita livremente, e devidamente manifestada, mas não que seja aceite por alguém” – cân. 332, § 2), não é uma atitude muito comum. A prova é que o último Papa a renunciar foi Gregório XII, em plena Idade Média. Na ocasião, a Igreja vivia o episódio conhecido como o Grande Cisma do Ocidente, que começaria com o exílio dos Papas em Avignon, na França; culminaria na ascensão de uma “infame tríade”, quando permaneceram na Igreja três personagens se declarando papas; até que, enfim, o Espírito Santo, por meio do papa Martinho V, colocasse fim ao cisma.
Embora tenha pegado todos de surpresa, Bento XVI já tinha falado da possibilidade de renunciar. Questionado pelo jornalista Peter Seewald, em 2010, afirmou:
“Quando um Papa chega à clara consciência de já não se encontrar em condições físicas, mentais e espirituais de exercer o encargo que lhe foi confiado, então tem o direito – e, em algumas circunstâncias, também o dever – de pedir demissão.”
(“Luz do Mundo: o Papa, a Igreja e os sinais dos tempos”. São Paulo: Paulinas, 2011. p. 48)
O Papa decidiu, então, exercer este direito. “Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino”, afirmou, em declaração que circulou a Internet. Bento XVI já estava meditando há muito sua renúncia. Os dois consistórios do ano passado talvez já fossem uma pista de que Sua Santidade viria a abdicar o trono.
Este, leitor, é um daqueles momentos em que não somos capazes de dizer muita coisa. A decisão de Bento XVI deixa toda uma geração triste, e sentimo-nos, em certo sentido, órfãos. Cremos que a atitude do Papa talvez seja mesmo a melhor para a Igreja, no momento; mas somos tentados a vacilar, a desesperar, porque este verdadeiramente foi um bom bispo de Roma. Trabalhou com coragem para destruir a Teologia da Libertação, para trazer o latim de volta à Liturgia – o latim que, embora nunca abolido, remanescia esquecido nas empoeiradas gavetas pré-conciliares -, para dialogar com as alas mais tradicionalistas da Igreja… para preservar e guardar a Fé.
Fica a certeza de que, assim como São Paulo, Bento lutou “o bom combate”. Resta-nos, agora, rezar, a fim de que o Senhor abençoe este fim de pontificado e o conclave que se aproxima.