Diocese de Nazaré


Catedral de Nossa Senhora da Conceição
Nazaré da Mata – PE


E, chega o momento, em que o dia a dia da paroquiazinha do interior é despertada por um anúncio maior, a determinação do Santo Padre Bento XV, criando a DIOCESE DE NAZARÉ através da "Bula Arquidiocesis Olidensis Recifensis", de 02 de agosto de 1918. assim, a capela de 1808 (nos documentos Igreja Nova) é elevada para sempre à dignidade e honra de CATEDRAL. Com a vinda de Dom Ricardo Ramos de Castro Vilela, seu primeiro bispo, a Neo Catedral assume pompas de Sede de Bispado.
Preocupação quase vissionária de todos os senhores parácos (destaque especial para os padres João Mota, Luís Ferreira Lima e Carlos Calábria) o projeto de revestir a Catedral de melhores condições físicas e ornamentais faz com que legendárias campanhas operem um magnífico renascimento. Aos poucos a velha Matriz, dos ideais religiosos e, muitas vezes politicamente revolucionários, transformam-se num dos mais belos templos litúrgicos do interior do Estado.
Os olhos deslumbrados da Diocese contempla hoje uma Catedral que ostenta sóbria e, mas harmoniosa fachada com três portas com entalhos reproduzindo motivos litúrgicos. Dentro, são janelas vidrais montadas em "vidro inglês arco", capitéis e pilastras; O altar-mor apresenta linhas de raras beleza todo em mármore português decorado com colunas de mármore espanhol e lindos motivos de bronze dourado; púlpitos e altares laterais em mármore português são de singelo encanto; a pia batismal, também em mármore com adornos referentes ao Divino Espírito Santo; a mesa da celebração, em granito imperial, preto, se destaca pela sua beleza e simplicidade e apresenta verdadeiro contraste dentro do conjunto geral de mármore utilizando, ora português ora espanhol, belos vitrais fabricados em São Paulo e colocados com destaque na capela-mor e na pia batismal.
Além e acima das obras de granito, mármore e vidro, a Catedral é tecida pelo amor de seus diocesanos e pela fé de seus devotos fluindo ao longo dos tempos. Alfaias, tapetes e cortinas vestem o seu existir e transformando no símbolo maior de sua gente e de sua terra.

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